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Anedotas de Loiras

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A caixa de correio

Num domingo pela manhã, um homem cortava a relva calmamente quando a sua vizinha loira caminhou até à caixa de correio, abriu-a, fechou-a com força e voltou furiosa para casa.

O homem continuou a aparar a relva quando de repente, a loira voltou.

Ela caminhou a bufar até à caixa de correio, abriu, fechou, deu um soco na caixa e voltou para casa com cara de furiosa.

Poucos minutos passaram quando ela aparece novamente.

Com o andar impaciente, abre a caixa de correio, bate na caixa, grita e volta para casa a resmungar.

O homem, já bastante curioso com a situação, pergunta:

- Algum problema?

Ao que ela responde:

- Problema √© pouco! Aquele computador est√ļpido n√£o para de dizer que a minha caixa de correio est√° cheia!

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O que foi que eu fiz!

De repente, no carro, deu de encontro com um passarinho e n√£o conseguiu esquivar-se!

Pelo retrovisor, ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido.

Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.

O passarinho estava l√°, inconsciente, quase morto.

Era tal a ang√ļstia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterin√°rio, foi tratada e medicada, comprou uma gaiolinha e levou-a para casa, tendo o cuidado de deixar um pouco de p√£o e √°gua para o acidentado.

No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência.

Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um peda√ßo de p√£o e a vasilha de √°gua no canto, o passarinho p√Ķe as asas na cabe√ßa e grita:

- Porra, estou tramado! Matei o gajo da mota!

Se não é uma, é outra!

O Joãozinho pergunta à mãe:

- M√£e, posso fazer-te uma pergunta?

- Claro que sim, filho.

- Preferias que eu partisse a perna ou o vaso de prata?

- Que pergunta t√£o tola, Jo√£ozinho. Claro que preferia que partisses o vaso de prata.

- Ent√£o podes ficar contente!

- Porquê?

- Porque eu n√£o parti a perna.

Fui roubada!

Uma loira ligou para a pol√≠cia para avisar que ladr√Ķes tinham entrado em seu carro:

- Eles levaram o painel do carro, o volante, o pedal do freio, do acelerador e at√© a alavanca do c√Ęmbio! - reclamou ela, irada.

Antes que uma viatura saísse para a ajudar, o telefone tocou de novo e a mesma loira explicou:

- Desculpem-me‚Ķ sou eu de novo! √Č que sem querer eu entrei pela porta errada e sentei-me no banco de tr√°s‚Ķ d√° para retirar a queixa?