Num belo dia, a sogra bate à porta da casa de seu genro, de mala feita.
O homem vai atender e fica surpreso com a visita.
A sogra estranha a reação do genro e pergunta:
- Porquê a surpresa? A minha filha não avisou que eu ia passar as férias aqui convosco?
E diz o homem:
- Sim, disse. Mas eu pensei que fossem só para passar os meus soluços!
Anedotas de Família
Mais anedotas de Família
Estupidez genética
Dois homens estão à conversa num bar:
- O meu filho é mais estúpido do que o teu!
- Não é nada! - respondeu o outro.
- Queres apostar?
- Tudo bem. Apostamos 20 euros!
- Ok. Gaspar, anda cá.
- Sim, pai.
- Toma estes 5 euros e vai ali à loja comprar uma televisão a cores.
- Está bem - respondeu o rapaz, saindo depois do bar com os 5 euros na mão.
O outro homem, por sua vez, chama o seu filho e diz-lhe:
- Tomás, vai lá a casa, num instante, e vê se eu lá estou.
- Está bem, pai - responde o filho, saindo igualmente do bar.
Os dois miúdos encontram-se na rua, por acaso, e comentam um com o outro:
- O meu pai é mais estúpido do que o teu!
- Não é nada! O meu é que é!
- Ah, sim? É que o meu pai deu-me 5 euros para comprar uma televisão a cores, e nem sequer disse qual era a cor que queria!
- Então e o meu? - continua o outro - disse-me para ir a casa ver se ele lá estava, e nem sequer me deu a chave!
- O meu filho é mais estúpido do que o teu!
- Não é nada! - respondeu o outro.
- Queres apostar?
- Tudo bem. Apostamos 20 euros!
- Ok. Gaspar, anda cá.
- Sim, pai.
- Toma estes 5 euros e vai ali à loja comprar uma televisão a cores.
- Está bem - respondeu o rapaz, saindo depois do bar com os 5 euros na mão.
O outro homem, por sua vez, chama o seu filho e diz-lhe:
- Tomás, vai lá a casa, num instante, e vê se eu lá estou.
- Está bem, pai - responde o filho, saindo igualmente do bar.
Os dois miúdos encontram-se na rua, por acaso, e comentam um com o outro:
- O meu pai é mais estúpido do que o teu!
- Não é nada! O meu é que é!
- Ah, sim? É que o meu pai deu-me 5 euros para comprar uma televisão a cores, e nem sequer disse qual era a cor que queria!
- Então e o meu? - continua o outro - disse-me para ir a casa ver se ele lá estava, e nem sequer me deu a chave!
Governos
Numa rua iam dois bêbados, um atrás do outro.
O bêbado da frente diz:
- Se eu fosse o primeiro-ministro, isto era uma maravilha. As casas eram de borla, não havia inflação, toda a gente recebia bem, não existia pobreza, …
Falando sem parar, o homem caminha em direção a uma tampa do esgoto aberta e cai lá dentro.
Então o bêbado de trás diz:
- É sempre a mesma coisa. Um governo que prometia e já caiu!
O bêbado da frente diz:
- Se eu fosse o primeiro-ministro, isto era uma maravilha. As casas eram de borla, não havia inflação, toda a gente recebia bem, não existia pobreza, …
Falando sem parar, o homem caminha em direção a uma tampa do esgoto aberta e cai lá dentro.
Então o bêbado de trás diz:
- É sempre a mesma coisa. Um governo que prometia e já caiu!
Vou-te apanhar!
Um homem estava passando à frente de um hospício, quando de repente olha para o muro e vê a metade da cabeça de um louco olhando para ele.
O louco então diz:
- Eu vou te apanhar!
O homem nem liga e continua a andar.
O louco diz de novo:
- Eu vou te apanhar! Cuidado!
O homem fica meio apreensivo e apressa o passo, até que ele diz de novo:
- Eu vou te apanhar! - e de repente solta o muro do hospício.
O homem corre e o louco segue-o atrás.
Começa uma verdadeira perseguição, o homem fugindo do louco e o louco indo atrás dele, estando cada vez mais perto a cada passo dado.
Até que chega uma hora em que o homem se vê encurralado num beco sem saída, e o louco chega cada vez mais perto.
Então o homem fica desesperado e começa a gritar:
- Por favor, não me mate! Por favor!
O louco chega ao pé do homem, toca nele e diz:
- Apanhei-te, agora és tu! - e sai a correr.
O louco então diz:
- Eu vou te apanhar!
O homem nem liga e continua a andar.
O louco diz de novo:
- Eu vou te apanhar! Cuidado!
O homem fica meio apreensivo e apressa o passo, até que ele diz de novo:
- Eu vou te apanhar! - e de repente solta o muro do hospício.
O homem corre e o louco segue-o atrás.
Começa uma verdadeira perseguição, o homem fugindo do louco e o louco indo atrás dele, estando cada vez mais perto a cada passo dado.
Até que chega uma hora em que o homem se vê encurralado num beco sem saída, e o louco chega cada vez mais perto.
Então o homem fica desesperado e começa a gritar:
- Por favor, não me mate! Por favor!
O louco chega ao pé do homem, toca nele e diz:
- Apanhei-te, agora és tu! - e sai a correr.