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Anedotas de Loucos

Escrevendo uma carta

O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:

- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."

Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:

- Para quem é essa carta?

- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.

- E o que está escrito nela?

- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!

Mais anedotas de Loucos

Sementes da inteligência

Um homem vende sementes de maçãs na rua.

Uma loira chega ao pé do homem e pergunta o que é que ele está vendendo.

- Estou vendendo sementes de maçã que fazem você ficar mais inteligente se comê-las.

- A sério? E elas realmente funcionam?

- Bem, a senhora pode comprar e ver por conta própria.

- Tudo bem, dê-me 5 sementes.

- Está bem, são 10 euros.

A mulher dá o dinheiro ao homem, comeu a semente e 2 minutos depois disse:

- Espere aí, 10 euros por 5 sementes? Eu podia comprar mais de 10 maçãs com este valor e conseguir 20 a 30 sementes.

- Está vendo? Já está fazendo efeito!

- Meu Deus, é verdade! Então dê-me lá mais 5 sementes!

O pinguim

Um alentejano que morava numa casa à beira da praia encontra um pinguim à sua porta e fica espantado.

Sem saber o que fazer com o bichinho, pergunta ao seu vizinho Joaquim:

- Ó Quim, este animalzinho apareceu de repente à porta de minha casa! O que devo fazer com ele?

E o Joaquim:

- Ó Manuel, você tem que pegar nele e levá-lo ao jardim zoológico!

O Manuel:

- Mas que ótima ideia, Joaquim! Obrigado!

No dia seguinte, o Joaquim vê o Manuel a chegar em casa.

Levava o pinguim com uma coleirinha no pescoço.

Admirado, pergunta ao vizinho:

- Ó Manuel, que diabo você está a fazer com este pinguim? Não o levou ao jardim zoológico?

E o Manuel, sorridente:

- Levei sim e ele adorou! Hoje, vou levá-lo ao cinema!

Nem aumenta, nem diminui!

Depois de dez anos, a moça do Censo voltou a uma pacata cidade e, depois de falar com todos os habitantes chegou à surpreendente conclusão que a população continuava exatamente a mesma!

Nem aumentou, nem diminuiu!

Espantada com o fato a moça foi perguntar à moradora mais antiga da cidade:

- Por acaso a senhora sabe explicar como isso pode acontecer?

- É muito simples! - afirmou a velhinha - Cada vez que nasce um bebê na cidade, foge um rapaz!