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Anedotas de Loucos

Escrevendo uma carta

O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:

- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."

Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:

- Para quem é essa carta?

- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.

- E o que está escrito nela?

- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!

Mais anedotas de Loucos

Viborazinha em pânico

A viborazinha entra em casa a correr, apavorada:

- Mãe, mãe!

- Que foi, filhinha?

- É verdade que nós somos venenosas?

- Sim, filhinha, somos venenosas… porque perguntas?

- É que eu mordi a língua…

Um atropelamento de um caracol

Um caracol ia a atravessar a estrada e foi atropelado por uma tartaruga.

Quando acordou nas urgências do hospital perguntaram-lhe o que é que lhe tinha acontecido:

- Como é que quer que eu saiba?! Foi tudo tão depressa!

Pense bem!

As pessoas que ainda trabalham, perguntam-me muitas vezes, o que é que eu faço todos os dias, agora que estou reformado.

Bem, por exemplo, outro dia eu fui tratar de um assunto no meu banco, não demorei muito, foi uma questão de cinco minutos.

Quando saí, um polícia estava preenchendo uma multa por mau estacionamento.

Rapidamente aproximei-me dele e disse:

- Vá lá, senhor Guarda, eu não demorei mais que cinco minutos! Deus irá recompensá-lo se tiver um gesto simpático para com um reformado!

Ele ignorou-me completamente e continuou a preencher a multa.

Aí eu passei-me, e disse-lhe que só tinha demorado 1 minuto, blá blá blá…!

Ele olhou-me friamente e começou a preencher outra infração alegando que também não tinha a vinheta comprovativa do seguro.

Então levantei a voz para lhe dizer que já tinha percebido que estava a lidar com um polícia idiota e mal formado, e que nem compreendia como é que ele tinha sido admitido na polícia de trânsito!

Ele terminou de autuar pela segunda infração, colocando-a no para-brisas, e começou com um terceiro preenchimento.

Eu já o estava a chatear há mais de 20 minutos, chamando-o de tudo.

Ele, a cada "mimo", respondia com uma nova infração e consequente preenchimento da respetiva multa acompanhada de um sorriso que refletia uma satisfação de vingança!

Depois da décima violação eu disse-lhe:

- Tenho pena senhor Guarda, mas tenho que me ir embora! Vem ali o meu autocarro!