Num hospício, os médicos fizeram um teste aos loucos para ver quem estava curado.
Eles desenharam uma porta na parede, e quem tentasse abrir ainda estava louco.
No dia seguinte todos queriam abrir a porta, menos um que estava sentado e não parava de rir, por isso os médicos chegaram à conclusão que estava curado, mas antes de liberá-lo perguntaram:
- Porquê você estava rindo dos outros?
Ele respondeu:
- Porque a chave está comigo!
Anedotas de Loucos
Mais anedotas de Loucos
Não há peixes!
Uma loira ouviu dizer que o máximo da diversão é pescar no gelo.
Ela compra todos os livros a respeito, vai para Nova Iorque, compra o equipamento necessário e escolhe um bom lugar para começar a pescaria.
Depois de se instalar, ela começa a fazer um buraco no gelo. De repente uma voz vinda do céu avisa:
- "NÃO HÁ PEIXES DEBAIXO DO GELO".
Estupefacta, a loira se desloca para o lado e começa a fazer outro buraco.
Outra vez uma voz vinda do céu avisa:
- "NÃO HÁ PEIXES DEBAIXO DO GELO".
Preocupada, a loira levanta-se, vai para o lado oposto do gelo, e começa a fazer outro buraco.
E, mais uma vez, uma voz vinda do céu avisa:
- "NÃO HÁ PEIXES DEBAIXO DO GELO".
Ela para, olha para o céu e diz:
- É o Senhor, meu Deus?
A voz responde:
- Não, daqui é o gerente do ringue de patinação.
Ela compra todos os livros a respeito, vai para Nova Iorque, compra o equipamento necessário e escolhe um bom lugar para começar a pescaria.
Depois de se instalar, ela começa a fazer um buraco no gelo. De repente uma voz vinda do céu avisa:
- "NÃO HÁ PEIXES DEBAIXO DO GELO".
Estupefacta, a loira se desloca para o lado e começa a fazer outro buraco.
Outra vez uma voz vinda do céu avisa:
- "NÃO HÁ PEIXES DEBAIXO DO GELO".
Preocupada, a loira levanta-se, vai para o lado oposto do gelo, e começa a fazer outro buraco.
E, mais uma vez, uma voz vinda do céu avisa:
- "NÃO HÁ PEIXES DEBAIXO DO GELO".
Ela para, olha para o céu e diz:
- É o Senhor, meu Deus?
A voz responde:
- Não, daqui é o gerente do ringue de patinação.
Ajuda de quem
A professora diz aos alunos:
- Quem fez o trabalho de casa sem ajuda, que ponha o dedo no ar!
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
- Agora quem fez com a ajuda da família, que ponha o dedo no ar! - pede a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
- E quem fez com ajuda de outras pessoas, que ponha o dedo no ar! - diz a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
A professora então pergunta:
- Então Joãozinho, qual foi a tua ajuda?
À qual o Joãozinho responde:
- A calculadora!
- Quem fez o trabalho de casa sem ajuda, que ponha o dedo no ar!
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
- Agora quem fez com a ajuda da família, que ponha o dedo no ar! - pede a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
- E quem fez com ajuda de outras pessoas, que ponha o dedo no ar! - diz a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
A professora então pergunta:
- Então Joãozinho, qual foi a tua ajuda?
À qual o Joãozinho responde:
- A calculadora!
À espera
Era dia de exames de rotina no hospício para ver se havia algum louco que podia ser libertado.
Assim que foi dado o sinal, todos os funcionários começaram a gritar:
- O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO! O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO!
Imediatamente os loucos atiraram-se ao chão e começaram a nadar freneticamente.
Ao ver que um continuava sentado num banco, com um ar de sossego, o médico perguntou:
- Por que é que tu não estás a nadar?
E o louco respondeu:
- Você pensa que eu sou tonto?
Aí o médico pensou:
- "Este já deve estar bom."
E o louco continua:
- Vou esperar pelo barco!
Assim que foi dado o sinal, todos os funcionários começaram a gritar:
- O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO! O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO!
Imediatamente os loucos atiraram-se ao chão e começaram a nadar freneticamente.
Ao ver que um continuava sentado num banco, com um ar de sossego, o médico perguntou:
- Por que é que tu não estás a nadar?
E o louco respondeu:
- Você pensa que eu sou tonto?
Aí o médico pensou:
- "Este já deve estar bom."
E o louco continua:
- Vou esperar pelo barco!