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Anedotas de Alentejanos

Alentejano numa aula de paraquedismo

Um alentejano entra para a Aeronáutica, na divisão de paraquedismo.

Recebe a primeira aula prática:

- Estamos a dois mil metros de altura. O seu equipamento foi todo conferido. O senhor saltará por aquela porta. Ao puxar a primeira cordinha, o paraquedas se abrirá. Se isso não acontecer, o que é pouco provável, puxe a segunda cordinha. Se ainda assim o paraquedas não se abrir, o que é improvabilíssimo, puxe a terceira cordinha e ele abrir-se-á. Lá em baixo, haverá um jipe à sua espera, para levá-lo de volta ao quartel.

O alentejano salta.

Puxa a primeira cordinha e o paraquedas não se abre, puxa a segunda, nada.

Puxa a terceira e nem assim o equipamento funciona.

Ele começa a ficar preocupado:

- Ai, Jesus! Agora só falta o jipe não estar lá em baixo!

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Costa mais próxima

Numa ilha estavam presas uma loira, uma morena e uma ruiva.

A costa mais próxima estava a 50 quilómetros de distância, mas mesmo assim decidem testar a sorte e chegar até à costa a nado.

A ruiva nada 15 quilómetros, mas acaba por se afogar e morre.

A morena ainda consegue nadar 24 quilómetros, mas também acaba por se afogar e morrer.

Já a loira consegue nadar 25 quilómetros, mas acabou por se cansar e decidiu voltar para trás.

O prazer de uma dança

Começa a música e um bêbado vai cambaleando e trocando as pernas.

Ele dirige-se a uma senhora de preto e pede:

- Madame, a senhora dá-me o prazer desta dança?

A senhora responde:

- Não, e por três motivos!

O bêbado diz:

- Três? E que motivos são esses?

A senhora muito séria explica:

- Primeiro, o senhor está bêbado num funeral. Segundo, não se dança o hino nacional. E terceiro, não sou Madame, sou sim o padre!

Calma!

A professora aponta para o mapa e diz:

- Hoje vamos até à Argentina!

Diz o Joãozinho:

- Ó professora, espere só um bocadinho que eu tenho de avisar a minha mãe!