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Anedotas de Loiras

A televisão

Uma loira foi a uma loja onde se vendiam eletrodomésticos e material eletrónico.

Chega-se a um empregado e pergunta-lhe:

- Desculpe, quanto custa aquela televisão?

- Não vendemos televisões a loiras.

A loira indignada decide regressar no dia seguinte usando uma peruca ruiva.

Quando chega a loja, dirige-se ao empregado e diz-lhe:

- Pode-me dizer quanto custa aquela televisão?

- Não vendemos televisões a loiras.

A loira fica espantada, mas mesmo assim decide regressar no dia seguinte com uma peruca morena.

Quando chega, vai ter com o empregado e diz:

- Quanto custa aquela televisão?

- Não vendemos televisões a loiras.

A loira já farta da situação pergunta:

- Mas como é que sabe que eu sou loira e porque é que não me vendem a televisão?

- Porque aquilo não é uma televisão, é um micro-ondas!

Mais anedotas de Loiras

Ajudem-me!

O polícia do 112 atendeu o telefone e foi anotando o pedido de socorro:

- Por favor, mandem alguém urgentemente, entrou um gato em casa!

- Mas como assim? Um gato em casa?

- Um gato! Ele invadiu a minha casa e está caminhando na minha direção!

- Mas como assim? Você quer dizer um ladrão?

- Não! Estou falando de um gato mesmo, daqueles que fazem "miau, miau", e ele está vindo na minha direção! Vocês têm de vir agora!

- Mas o que tem um gato ir na sua direção?

- Ele vai me matar, ora bolas! E vocês serão os culpados!

- Mas quem está falando?

- O papagaio, porra!

Um a dez

Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.

Entra o primeiro candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.

- Por que é que contou de trás para a frente?

- É que eu trabalhava na NASA.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o segundo candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!

- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?

- Porque eu trabalhava como carteiro.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o terceiro e último candidato:

- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?

- Era funcionário público.

- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?

- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.

Não abriu!

Numa segunda-feira um indivíduo andava muito triste, quando aparece um amigo:

- Então, o que foi que se passou?

- Eu avisei o Joaquim que o povo desta terra é muito religioso.

- Eu sei, já cá estou há vinte anos. Mas o que é que isso tem a ver com o Joaquim?

- Ele ontem saltou de paraquedas e morreu.

- O paraquedas não abriu?

- Exatamente. Apesar de estar cá há pouco tempo, ele já devia saber que nada abre aos domingos…