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Anedotas de Bêbados

Setas

Um polícia vai a perseguir um homem que conduzia muito bêbado.

Quando finalmente o consegue fazer encostar à berma, pergunta:

- Então o senhor não viu as setas?

O bêbado responde:

- Setas, que setas?! Eu nem sequer vi os índios!

Mais anedotas de Bêbados

Alentejano no aeroporto

Um alentejano ia pela primeira vez fazer uma viagem de avião, quando um computador com voz, que fazia a identificação dos passageiros, lhe cativa atenção.

Mal o alentejano passou, o computador acusou: "Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455".

Impressionado, o Manuel vai ao WC, rapa o bigode e muda de camisa.

Ao passar pelo computador a voz acusou novamente: "Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455".

Mas o Manuel não se deu por vencido.

Voltou ao WC, fez uma maquilhagem perfeita, colocou uma peruca e um vestido de mulher.

E pensou:

- "Agora sempre quero ver se a porcaria da máquina me reconhece…"

Ao passar, o computador diz: "Manuel, 52 anos, português, casado, por causa das suas tretas, acaba de perder o voo 1455".

Espetáculo com ventríloquo

Um ventríloquo está a fazer o seu número, com o seu boneco de madeira ao seu colo.

O seu reportório para o espetáculo incide maioritariamente sobre a burrice das loiras.

A dada altura, uma loira levanta-se no meio da audiência e desata a berrar:

- Já estou farta disto! Já ouvi piadas que cheguem a denegrir as loiras! O senhor é um idiota! O que é que o faz pensar que pode estereotipar as mulheres dessa maneira? São homens como você que impedem que mulheres como nós sejam respeitadas! É por sua causa e por causa das pessoas da sua laia que esta discriminação se perpetua!

O ventríloquo fica embaraçado e tenta desculpar-se:

- Mas, minha senhora… isto é só um espetáculo…

- O senhor não se meta que eu não estou a falar consigo! Estou a falar com esse rapazinho que está sentado ao seu colo!

Mas está a chover?!

Um alentejano anda a regar a horta.

Começa a chover, mas ele continua a regar.

Passa um vizinho que lhe pergunta:

- Atão compadri! Está a choveri e vomeçê continua a regari?

Responde o agricultor:

- Ê cá nã preciso de favores de ninguém!