Na lua-de-mel, diz o noivo para a noiva:
- Olha, tenho um segredo para te contar…
- Diz.
- Eu sou daltónico…
- Não faz mal, eu já tinha percebido…
- Ai sim?
- Sim… E também tenho um segredo para te contar…
- Conta.
- Eu não sou sueca, sou cabo-verdiana…
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Mosquitos iluminados
Dois alentejanos resolvem ir acampar.
Ao cair da noite, o local escolhido para o efeito começa a ficar cheio de mosquitos, pelo que resolvem abrigar-se dentro das tendas, por debaixo dos cobertores.
Passado algum tempo, um dos alentejanos observa uns insetos luminosos a aproximarem-se (pirilampos) e diz ao outro:
- Ó Maneli, é melhor irmos embora porque os danados foram buscar lanternas…
Ao cair da noite, o local escolhido para o efeito começa a ficar cheio de mosquitos, pelo que resolvem abrigar-se dentro das tendas, por debaixo dos cobertores.
Passado algum tempo, um dos alentejanos observa uns insetos luminosos a aproximarem-se (pirilampos) e diz ao outro:
- Ó Maneli, é melhor irmos embora porque os danados foram buscar lanternas…
Presidente da República e a tragédia
O Presidente da República faz uma visita a uma escola e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras.
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!
Um para mim, um para ti
Numa cidade do interior havia uma figueira carregada dentro do cemitério.
Dois amigos decidiram entrar lá à noite (quando não havia vigilância) e levar todos os figos.
Eles saltaram o muro, subiram a árvore com as mochilas penduradas no ombro e começaram a distribuir o prémio:
- Um para mim, um para ti. Um para mim, um para ti.
- Meu, deixaste cair dois para o lado de fora do muro!
- Não faz mal, depois de nós terminarmos aqui vamos buscar os outros dois.
- Então está bem, mais um para mim, um para ti.
Um bêbado, passando do lado de fora do cemitério, ouviu esse negócio de "um para mim e um para ti" e saiu correndo para a esquadra.
Chegando lá, contou para o polícia:
- Guarda, vem comigo! Deus e o Diabo estão no cemitério dividindo as almas dos mortos!
- Ah, cala a boca bêbado, vai dormir!
- Juro que é verdade! Vem comigo!
Os dois foram até o cemitério, chegaram perto do muro e começaram a ouvir:
- Um para mim, um para ti.
O guarda assustado:
- É verdade! É o dia do Apocalipse! Eles estão dividindo as almas dos mortos! O que será que vem depois?
- Um para mim, um para ti. Pronto, acabamos aqui. E agora?
- Agora nós vamos lá fora e levar os dois que estão do outro lado do muro.
- Cooooorrrreeeee… Poooooorrrrrra!
Dois amigos decidiram entrar lá à noite (quando não havia vigilância) e levar todos os figos.
Eles saltaram o muro, subiram a árvore com as mochilas penduradas no ombro e começaram a distribuir o prémio:
- Um para mim, um para ti. Um para mim, um para ti.
- Meu, deixaste cair dois para o lado de fora do muro!
- Não faz mal, depois de nós terminarmos aqui vamos buscar os outros dois.
- Então está bem, mais um para mim, um para ti.
Um bêbado, passando do lado de fora do cemitério, ouviu esse negócio de "um para mim e um para ti" e saiu correndo para a esquadra.
Chegando lá, contou para o polícia:
- Guarda, vem comigo! Deus e o Diabo estão no cemitério dividindo as almas dos mortos!
- Ah, cala a boca bêbado, vai dormir!
- Juro que é verdade! Vem comigo!
Os dois foram até o cemitério, chegaram perto do muro e começaram a ouvir:
- Um para mim, um para ti.
O guarda assustado:
- É verdade! É o dia do Apocalipse! Eles estão dividindo as almas dos mortos! O que será que vem depois?
- Um para mim, um para ti. Pronto, acabamos aqui. E agora?
- Agora nós vamos lá fora e levar os dois que estão do outro lado do muro.
- Cooooorrrreeeee… Poooooorrrrrra!