Três amigos foram passar uns dias ao campo.
No fim da primeira noite, houve um que disse assim:
- Não consegui dormir nada por causa das moscas.
- Eu não dormi por causa dos cães.
- Eu dormi muito bem! Tinha formigas na cama, mas matei uma sem querer e as outras foram todas ao funeral.
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Alentejano no aeroporto
Um alentejano ia pela primeira vez fazer uma viagem de avião, quando um computador com voz, que fazia a identificação dos passageiros, lhe cativa atenção.
Mal o alentejano passou, o computador acusou: "Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455".
Impressionado, o Manuel vai ao WC, rapa o bigode e muda de camisa.
Ao passar pelo computador a voz acusou novamente: "Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455".
Mas o Manuel não se deu por vencido.
Voltou ao WC, fez uma maquilhagem perfeita, colocou uma peruca e um vestido de mulher.
E pensou:
- "Agora sempre quero ver se a porcaria da máquina me reconhece…"
Ao passar, o computador diz: "Manuel, 52 anos, português, casado, por causa das suas tretas, acaba de perder o voo 1455".
Mal o alentejano passou, o computador acusou: "Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455".
Impressionado, o Manuel vai ao WC, rapa o bigode e muda de camisa.
Ao passar pelo computador a voz acusou novamente: "Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455".
Mas o Manuel não se deu por vencido.
Voltou ao WC, fez uma maquilhagem perfeita, colocou uma peruca e um vestido de mulher.
E pensou:
- "Agora sempre quero ver se a porcaria da máquina me reconhece…"
Ao passar, o computador diz: "Manuel, 52 anos, português, casado, por causa das suas tretas, acaba de perder o voo 1455".
O pinguim
Um alentejano que morava numa casa à beira da praia encontra um pinguim à sua porta e fica espantado.
Sem saber o que fazer com o bichinho, pergunta ao seu vizinho Joaquim:
- Ó Quim, este animalzinho apareceu de repente à porta de minha casa! O que devo fazer com ele?
E o Joaquim:
- Ó Manuel, você tem que pegar nele e levá-lo ao jardim zoológico!
O Manuel:
- Mas que ótima ideia, Joaquim! Obrigado!
No dia seguinte, o Joaquim vê o Manuel a chegar em casa.
Levava o pinguim com uma coleirinha no pescoço.
Admirado, pergunta ao vizinho:
- Ó Manuel, que diabo você está a fazer com este pinguim? Não o levou ao jardim zoológico?
E o Manuel, sorridente:
- Levei sim e ele adorou! Hoje, vou levá-lo ao cinema!
Sem saber o que fazer com o bichinho, pergunta ao seu vizinho Joaquim:
- Ó Quim, este animalzinho apareceu de repente à porta de minha casa! O que devo fazer com ele?
E o Joaquim:
- Ó Manuel, você tem que pegar nele e levá-lo ao jardim zoológico!
O Manuel:
- Mas que ótima ideia, Joaquim! Obrigado!
No dia seguinte, o Joaquim vê o Manuel a chegar em casa.
Levava o pinguim com uma coleirinha no pescoço.
Admirado, pergunta ao vizinho:
- Ó Manuel, que diabo você está a fazer com este pinguim? Não o levou ao jardim zoológico?
E o Manuel, sorridente:
- Levei sim e ele adorou! Hoje, vou levá-lo ao cinema!
Porque razão?
Numa cidade do interior, o Presidente da Câmara vai ter com um famoso advogado.
- Doutor - começa ele - segundo informações do nosso departamento financeiro o senhor obteve no ano passado quase 1 milhão de euros, é verdade?
- Sim, é verdade - confirma o advogado.
- E segundo esse mesmo departamento o senhor não fez nenhuma contribuição às nossas obras sociais.
- Isso também é verdade, Presidente. Mas, me diz uma coisa, o seu departamento financeiro não lhe informou que a minha mãe morreu de cancro o ano passado e que a conta do hospital ficou em quase 200 mil euros?
- Nã… nã… não, doutor!
- E também não lhe informaram que o meu irmão sofreu um acidente e está paraplégico, tem seis filhos pequenos e a família não tem rendimento nenhum?
- Nã… não… me informaram, doutor!
- E também não lhe informaram que a minha irmã perdeu a sua casa, o seu carro e todos os seus móveis numa cheia?
- Não, não sabia, desculpe-me… eu…
- E se eu não dei nenhum cêntimo para eles, você acha que eu vou dar para as suas obras sociais?
- Doutor - começa ele - segundo informações do nosso departamento financeiro o senhor obteve no ano passado quase 1 milhão de euros, é verdade?
- Sim, é verdade - confirma o advogado.
- E segundo esse mesmo departamento o senhor não fez nenhuma contribuição às nossas obras sociais.
- Isso também é verdade, Presidente. Mas, me diz uma coisa, o seu departamento financeiro não lhe informou que a minha mãe morreu de cancro o ano passado e que a conta do hospital ficou em quase 200 mil euros?
- Nã… nã… não, doutor!
- E também não lhe informaram que o meu irmão sofreu um acidente e está paraplégico, tem seis filhos pequenos e a família não tem rendimento nenhum?
- Nã… não… me informaram, doutor!
- E também não lhe informaram que a minha irmã perdeu a sua casa, o seu carro e todos os seus móveis numa cheia?
- Não, não sabia, desculpe-me… eu…
- E se eu não dei nenhum cêntimo para eles, você acha que eu vou dar para as suas obras sociais?