Três idosas estavam a comentar os seus problemas de velhice.
A primeira diz:
- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando eu estou de pé ao lado da cama, eu não sei se eu acabei de acordar ou se vou dormir.
A segunda diz:
- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando a porta do frigorífico está aberta, eu não sei se eu acabei de guardar alguma comida ou se estava a buscar alguma coisa.
A terceira, dando três batidas na madeira, diz:
- Credo, que Deus me livre. Eu não quero ficar assim.
E continuou:
- Bem, eu já volto. Esperem aí que eu vou abrir a porta pois alguém está a bater.
Anedotas de Idosos
Mais anedotas de Idosos
Final feliz
Um homem e uma mulher se envolvem num acidente de grandes proporções: os carros são inteiramente destruídos, mas, por sorte, nenhum dos dois fica ferido.
Depois de conseguirem sair do que restou dos carros, a mulher diz:
- Olha só! Você, um homem, e eu, uma mulher, saímos ilesos de um acidente destes! Só pode ser um sinal de Deus! Ele está nos dando uma oportunidade para nos conhecermos e ficarmos juntos para o resto da vida!
- Concordo - responde o homem - isto deve ser um sinal divino!
A mulher continua:
- E olha só, um outro milagre: o meu carro ficou totalmente destruído, mas esta garrafa de uísque não partiu! Deve ser outro sinal. Vamos beber e comemorar esta sorte.
E ela entrega a garrafa ao homem.
Ele concorda, abre a garrafa, toma alguns goles diretamente da garrafa e devolve o frasco à mulher.
Ela a pega, coloca a tampa de volta, e a devolve ao homem.
Ele não entende o gesto e pergunta:
- Você não vai querer beber?
- Não! Eu vou esperar que a polícia chegue com o bafômetro…
Depois de conseguirem sair do que restou dos carros, a mulher diz:
- Olha só! Você, um homem, e eu, uma mulher, saímos ilesos de um acidente destes! Só pode ser um sinal de Deus! Ele está nos dando uma oportunidade para nos conhecermos e ficarmos juntos para o resto da vida!
- Concordo - responde o homem - isto deve ser um sinal divino!
A mulher continua:
- E olha só, um outro milagre: o meu carro ficou totalmente destruído, mas esta garrafa de uísque não partiu! Deve ser outro sinal. Vamos beber e comemorar esta sorte.
E ela entrega a garrafa ao homem.
Ele concorda, abre a garrafa, toma alguns goles diretamente da garrafa e devolve o frasco à mulher.
Ela a pega, coloca a tampa de volta, e a devolve ao homem.
Ele não entende o gesto e pergunta:
- Você não vai querer beber?
- Não! Eu vou esperar que a polícia chegue com o bafômetro…
Boneca divorciada
Carlos sai um pouco tarde do trabalho e no caminho para sua casa lembra-se que é o aniversário da sua filha e que ainda não tinha comprado o presente para ela.
Ele para o carro diante de uma loja de brinquedos, entra e pergunta à vendedora:
- Quanto custa a boneca que está na vitrine?
De uma forma educada a vendedora responde:
- Qual boneca? Pois nós temos:
"Boneca vai à academia", por 50 euros,
"Boneca joga Volley", por 50 euros,
"Boneca vai às compras", por 50 euros,
"Boneca vai à praia", por 50 euros,
"Boneca vai dançar", por 50 euros e
"Boneca divorciada", por 1.000 euros.
Carlos, surpreendido, pergunta:
- Porque é que a Boneca Divorciada custa mil euros enquanto as outras custam apenas 50 euros?
A vendedora responde:
- Caro senhor… a "Boneca divorciada" vem com:
o carro do marido,
a casa do marido,
o iate do marido e
os móveis do marido.
Ele para o carro diante de uma loja de brinquedos, entra e pergunta à vendedora:
- Quanto custa a boneca que está na vitrine?
De uma forma educada a vendedora responde:
- Qual boneca? Pois nós temos:
"Boneca vai à academia", por 50 euros,
"Boneca joga Volley", por 50 euros,
"Boneca vai às compras", por 50 euros,
"Boneca vai à praia", por 50 euros,
"Boneca vai dançar", por 50 euros e
"Boneca divorciada", por 1.000 euros.
Carlos, surpreendido, pergunta:
- Porque é que a Boneca Divorciada custa mil euros enquanto as outras custam apenas 50 euros?
A vendedora responde:
- Caro senhor… a "Boneca divorciada" vem com:
o carro do marido,
a casa do marido,
o iate do marido e
os móveis do marido.
Presidente da República e a tragédia
O Presidente da República faz uma visita a uma escola e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras.
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!