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Anedotas de Idosos

Estava escrito!

Um polícia estava na estrada, e ao chegar ao posto onde trabalha, avista um carro andando em baixíssima velocidade.

Imediatamente ele faz sinal para o carro parar e vai falar com o motorista.

Aliás, a motorista.

É uma senhora idosa acompanhada de três amigas da mesma faixa etária.

- Não sei se a senhora sabe, mas andar devagar demais pode provocar um acidente! - adverte o guarda.

- Mas, guarda! Eu só estou obedecendo a sinalização! É assim muito estranho, só porque ninguém respeita a sinalização?

- Um minuto, senhora! - interrompe o polícia - posso saber que sinalização a senhora está a respeitar?

A velhinha não diz nada.

Só aponta para uma placa onde está escrito "EN 50".

- Mas, minha senhora… Aquela placa não indica o limite de velocidade, mas sim o número da estrada, "Estrada Nacional 50"… Olhe, eu não vou multá-la se a senhora prometer ter mais atenção, tudo bem?

- Está bem. Está bem.

- Só mais uma coisa - diz o guarda - as restantes senhoras estão bem? Elas parecem assustadas!

- Elas já vão melhorar! - responde a senhora - é que nós acabamos de sair da "EN 250".

Mais anedotas de Idosos

Peixes num tanque

Estavam dois peixes num tanque.

Um vira-se para o outro o diz:

- Tu conduzes, que eu tomo conta das armas!

Oferta de casaco de peles

Um homem economiza o dinheiro necessário para comprar um casaco de peles para a sua esposa.

No dia de aniversário dela, à noite, a grande surpresa: ele entrega-lhe o valioso presente.

Ela recebe o casaco, encosta-o ao pescoço e fica a fazer-lhe festas com grande contentamento.

Diz ela:

- Não é incrível? Uma coisa destas, tão linda, tão maravilhosa, vir de um animal tão desajeitado, pequeno, feio e insignificante.

- Ouve lá, pá… se não queres o presente, tudo bem, mas ao menos não me insultes!

Que dores de cabeça!

Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.

O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.

O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.

Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:

- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?

O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.

Afinal de contas era o papagaio do capitão.

Então, um dia o navio afundou.

O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.

Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.

Isto continuou por vários dias.

Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:

- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?