Um grupo de motards vinha por uma estrada, quando de repente se deparam com uma jovem mulher a ponto de pular de uma ponte.
Eles param e o líder se aproxima desta e pergunta:
- Que diabos você está a fazer?
- Vou me suicidar - responde a jovem.
O motard pensa por alguns segundos e diz:
- Bom, antes de saltar porque não me dás um beijo?
Ela acena com a cabeça, coloca de lado os cabelos e dá um longo beijo na boca do motard.
Os companheiros aplaudem, o motard recupera o fôlego e admite:
- Esse foi o melhor beijo que me deram na vida. Se morreres será um desperdício. Porque queres morrer?
- Meus pais são muito antiquados, não gostam que eu me vista de mulher!
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Sou uma ervilha!
Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua.
De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.
Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.
Então levaram o homem a um psiquiatra.
- Diga-me, qual é o seu problema?
- Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.
- Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?
- Sim, mas e daí?
- O senhor já viu uma ervilha com braços?
- Não…
- Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?
- Não… nunca pensei nisso…
- Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!
- Não acredito doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!
Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.
Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.
Foi para o hospital todo magoado e entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:
- Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?
- Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?
De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.
Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.
Então levaram o homem a um psiquiatra.
- Diga-me, qual é o seu problema?
- Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.
- Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?
- Sim, mas e daí?
- O senhor já viu uma ervilha com braços?
- Não…
- Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?
- Não… nunca pensei nisso…
- Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!
- Não acredito doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!
Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.
Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.
Foi para o hospital todo magoado e entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:
- Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?
- Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?
Presidente da República e a tragédia
O Presidente da República faz uma visita a uma escola e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras.
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!