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Anedotas de Ignorância

Trabalho ou prazer?

Um presidente de uma empresa, casado há 25 anos, tinha dúvidas se ir para a cama com a mulher, depois de tanto tempo de casamento, é trabalho ou prazer.

Com dúvidas, ligou para o Diretor Geral e perguntou-lhe o que ele achava.

O Diretor Geral ligou para o Vice-Diretor e fez a mesma pergunta.

O Vice-Diretor ligou para o Gerente Geral e fez a mesma pergunta.

E assim seguiu-se a corrente de ligações até que a pergunta chegou ao Sector Jurídico e o Advogado Chefe perguntou como praxe, para o Estagiário que estava todo atarefado fazendo mil coisas ao mesmo tempo.

- Rapaz, tens um minuto para responder-me se quando o presidente da empresa vai para a cama com a mulher dele é trabalho ou prazer!

- É prazer, Doutor! - respondeu o Estagiário prontamente e com segurança.

- O quê? Como é que consegues responder isso com tanta segurança e certeza?

- É que se fosse trabalho, já me tinham mandado fazer!

Mais anedotas de Ignorância

O prazer de uma dança

Começa a música e um bêbado vai cambaleando e trocando as pernas.

Ele dirige-se a uma senhora de preto e pede:

- Madame, a senhora dá-me o prazer desta dança?

A senhora responde:

- Não, e por três motivos!

O bêbado diz:

- Três? E que motivos são esses?

A senhora muito séria explica:

- Primeiro, o senhor está bêbado num funeral. Segundo, não se dança o hino nacional. E terceiro, não sou Madame, sou sim o padre!

Que dores de cabeça!

Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.

O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.

O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.

Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:

- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?

O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.

Afinal de contas era o papagaio do capitão.

Então, um dia o navio afundou.

O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.

Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.

Isto continuou por vários dias.

Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:

- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?

O que aconteceu?

O cara acorda morrendo de ressaca e encontra no criado mudo um copo de água e duas aspirinas.

Olha em volta e vê sua roupa passada e pendurada.

O quarto está em perfeita ordem.

Há um bilhete de sua mulher:

"Querido, deixei teu café pronto na copa. Fui ao supermercado. Beijos!"

Ele desce, encontra o café esperando por ele, não entende o fato de estar tudo tão perfeito e pergunta ao filho:

- Filho! O que aconteceu ontem?

- Foi normal, pai… Você chegou às 3 da madrugada, completamente bêbado, vomitou no tapete da sala, quebrou alguns móveis, mijou no guarda-roupa e machucou teu olho ao bater na porta do quarto.

- E por que está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas para a ressaca e um bilhete amoroso da tua mãe?

- Ah, é que quando você chegou a mamãe te arrastou até a cama e quando estava tirando tuas calças, você disse: "Não faça isso moça, eu sou casado!"