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Anedotas de Ignorância

Trabalho ou prazer?

Um presidente de uma empresa, casado há 25 anos, tinha dúvidas se ir para a cama com a mulher, depois de tanto tempo de casamento, é trabalho ou prazer.

Com dúvidas, ligou para o Diretor Geral e perguntou-lhe o que ele achava.

O Diretor Geral ligou para o Vice-Diretor e fez a mesma pergunta.

O Vice-Diretor ligou para o Gerente Geral e fez a mesma pergunta.

E assim seguiu-se a corrente de ligações até que a pergunta chegou ao Sector Jurídico e o Advogado Chefe perguntou como praxe, para o Estagiário que estava todo atarefado fazendo mil coisas ao mesmo tempo.

- Rapaz, tens um minuto para responder-me se quando o presidente da empresa vai para a cama com a mulher dele é trabalho ou prazer!

- É prazer, Doutor! - respondeu o Estagiário prontamente e com segurança.

- O quê? Como é que consegues responder isso com tanta segurança e certeza?

- É que se fosse trabalho, já me tinham mandado fazer!

Mais anedotas de Ignorância

Tu és dinamite!

Um grupo de motards vinha por uma estrada, quando de repente se deparam com uma jovem mulher a ponto de pular de uma ponte.

Eles param e o líder se aproxima desta e pergunta:

- Que diabos você está a fazer?

- Vou me suicidar - responde a jovem.

O motard pensa por alguns segundos e diz:

- Bom, antes de saltar porque não me dás um beijo?

Ela acena com a cabeça, coloca de lado os cabelos e dá um longo beijo na boca do motard.

Os companheiros aplaudem, o motard recupera o fôlego e admite:

- Esse foi o melhor beijo que me deram na vida. Se morreres será um desperdício. Porque queres morrer?

- Meus pais são muito antiquados, não gostam que eu me vista de mulher!

Um cuco defeituoso

Fui convidado para um jantar com um meu grupinho de velhos amigos.

Jurei à minha mulher que estaria de volta pela meia-noite.

Ela não acreditou mas eu acabei por ir ao jantar.

A refeição foi estupenda, as horas passaram rápido, o sangue já escasseava no meio do álcool e depressa fiquei a ver tudo de pernas para o ar.

Por volta de 3 da manhã, bêbado que nem um cacho, fui para casa.

Mal entrei e fechei a porta, o cuco no hall disparou e cantou 3 vezes.

Rapidamente, percebendo que a minha mulher podia acordar, fiz cu-cu mais 9 vezes.

Fiquei realmente orgulhoso de mim mesmo, por ter uma ideia tão brilhante e rápida, mesmo com uma bebedeira de caixão à cova, para evitar um possível conflito com ela.

Na manhã seguinte, a minha mulher perguntou a que horas tinha chegado e disse-lhe que pela meia-noite.

Não pareceu nem um pouquinho desconfiada.

Ufa!

Daquela já me tinha escapado!

Então ela comentou:

- Amor! Precisamos de um cuco novo!

Quando perguntei porquê, respondeu:

- Bom, esta noite o nosso relógio fez cu-cu 3 vezes e depois disse alto: "Porra! Tou tramado!" Fez cu-cu mais 4 vezes, resmungou e arrotou, cantou cu-cu mais 3 vezes, mandou uma grande gargalhada e cantou mais 2 vezes! Depois bateu com a cabeça na porta do corredor que deixei entreaberta. Entrou no quarto, tropeçou no gato, e só se deitou depois de cair duas vezes ao tentar despir-se! Não achas melhor trocar o cuco enquanto está na garantia?

Foi tudo entre família!

O Zé marujo chega a casa, de madrugada, depois de 15 dias no mar, corre para o quarto e deu 3 quecas.

Quando acabou foi beber água e vê a esposa a beber café na sala!

- Amor, não estavas agora mesmo no quarto?

- Não, é a minha mãe que veio fazer-me companhia.

- Mas eu cheguei com saudades, pensei que eras tu e dei-lhe 3 quecas.

A esposa vai ao quarto:

- Então mãe! Porque não disse ao Zé que não era eu?

- Sabes bem que não falo com ele há 5 anos… não era agora que ia falar!