Anedotas Club

Anedotas de Ignorância

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Nem aumenta, nem diminui!

Depois de dez anos, a moça do Censo voltou a uma pacata cidade e, depois de falar com todos os habitantes chegou à surpreendente conclusão que a população continuava exatamente a mesma!

Nem aumentou, nem diminuiu!

Espantada com o fato a moça foi perguntar à moradora mais antiga da cidade:

- Por acaso a senhora sabe explicar como isso pode acontecer?

- É muito simples! - afirmou a velhinha - Cada vez que nasce um bebê na cidade, foge um rapaz!

Mais anedotas de Ignorância

Cruzeiro em risco

O casal está prestes a embarcar no cruzeiro.

O homem olha para a mulher, que vem carregada de malas e diz:

- Devias ter trazido era o piano…

- Deves achar que tens muita piada!

- Não, a sério… é que deixei os bilhetes em cima dele…

Rodas de comboios

Porque é que as rodas dos comboios não são de borracha?

- Para não apagarem a linha.

Sou uma ervilha!

Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua.

De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.

Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.

Então levaram o homem a um psiquiatra.

- Diga-me, qual é o seu problema?

- Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.

- Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?

- Sim, mas e daí?

- O senhor já viu uma ervilha com braços?

- Não…

- Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?

- Não… nunca pensei nisso…

- Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!

- Não acredito doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!

Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.

Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.

Foi para o hospital todo magoado e entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:

- Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?

- Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?