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Anedotas de Ignorância

O mais importante!

Quando o Papa veio em visita ao Brasil, uma noite estava meio sem ter o que fazer, desceu escondido e entrou na limusina posta à sua disposição.

O motorista, que estava descansando no banco traseiro tomou um susto.

- Sua santidade, me desculpe. Onde posso levá-lo?

- Fique à vontade meu filho. Estou querendo dirigir, coisa que nunca me deixam.

E lá se foi a limusina com o Papa na direção.

Avenida larga, o Papa pisou fundo no acelerador.

Um policial vendo a limusina acima da velocidade permitida intercetou-a com a motocicleta.

Com a limusina parada, o policial aproximou-se e bateu na janela do motorista.

O Papa de imediato a abriu.

O policial deu uma olhada, mandou o Papa aguardar e voltou à moto.

Ligou o rádio para a Central.

- Alô central. Eu intercetei uma limusina com a pessoa mais importante do mundo e não sei o que fazer.

- Certo, entraremos em contacto com a embaixada americana e resolveremos esse problema com o Presidente.

- Não, central, não é o Presidente, é muito mais importante.

- O que foi que o Bill Gates andou aprontando? Apreenda a limusina que dinheiro para esse cara não quer dizer nada.

- Não, não é o Gates, central. É o cara mais importante do mundo "mesmo"!

- Mas que droga. Afinal quem foi que você parou?

- Só para vocês terem ideia, o motorista dele é o Papa.

Mais anedotas de Ignorância

Oferta de casaco de peles

Um homem economiza o dinheiro necessário para comprar um casaco de peles para a sua esposa.

No dia de aniversário dela, à noite, a grande surpresa: ele entrega-lhe o valioso presente.

Ela recebe o casaco, encosta-o ao pescoço e fica a fazer-lhe festas com grande contentamento.

Diz ela:

- Não é incrível? Uma coisa destas, tão linda, tão maravilhosa, vir de um animal tão desajeitado, pequeno, feio e insignificante.

- Ouve lá, pá… se não queres o presente, tudo bem, mas ao menos não me insultes!

Árabes e judeus

O árabe vai à loja do judeu para comprar soutiens pretos.

O judeu, pressentindo bons negócios, diz que são raros e poucos e vende por 40 euros cada um.

O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.

O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.

Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta por 75 euros cada.

O judeu, curioso, pergunta-lhe o que faz com tantos soutiens pretos.

Diz o árabe:

- Corto o soutien em dois, faço dois chapeuzinhos e vendo aos judeus por 100 euros cada.

Fiquei com pena!

Irritado com os seus alunos, o professor lançou um desafio:

- Aqueles que se julgarem burros, façam o favor de se por de pé.

Continuaram todos sentados.

Alguns minutos depois, o Joãozinho levanta-se.

- Quer dizer que te achas burro Joãozinho? - perguntou o professor.

- Bem para dizer a verdade, não! Mas fiquei com pena de ver o senhor aí, em pé, sozinho!