O árabe vai à loja do judeu para comprar soutiens pretos.
O judeu, pressentindo bons negócios, diz que são raros e poucos e vende por 40 euros cada um.
O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.
O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.
Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta por 75 euros cada.
O judeu, curioso, pergunta-lhe o que faz com tantos soutiens pretos.
Diz o árabe:
- Corto o soutien em dois, faço dois chapeuzinhos e vendo aos judeus por 100 euros cada.
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Um jantar na selva
O leão e a gazela entram num restaurante na selva e chamam o empregado:
- Eu queria uma salada mista de grama, relva e capim - pede a gazela.
- Pois não. E o senhor, o que vai pedir? - diz o empregado ao leão.
- Nada, obrigado.
- Ele não está com fome? - pergunta o empregado para a gazela acompanhante.
- Você acha que se ele estivesse com fome eu estaria aqui sentada?
- Eu queria uma salada mista de grama, relva e capim - pede a gazela.
- Pois não. E o senhor, o que vai pedir? - diz o empregado ao leão.
- Nada, obrigado.
- Ele não está com fome? - pergunta o empregado para a gazela acompanhante.
- Você acha que se ele estivesse com fome eu estaria aqui sentada?
Um a dez
Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.
Entra o primeiro candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
- Por que é que contou de trás para a frente?
- É que eu trabalhava na NASA.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o segundo candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
- Porque eu trabalhava como carteiro.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o terceiro e último candidato:
- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?
- Era funcionário público.
- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?
- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.
Entra o primeiro candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
- Por que é que contou de trás para a frente?
- É que eu trabalhava na NASA.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o segundo candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
- Porque eu trabalhava como carteiro.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o terceiro e último candidato:
- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?
- Era funcionário público.
- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?
- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.