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Anedotas de Ignorância

Árabes e judeus

O árabe vai à loja do judeu para comprar soutiens pretos.

O judeu, pressentindo bons negócios, diz que são raros e poucos e vende por 40 euros cada um.

O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.

O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.

Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta por 75 euros cada.

O judeu, curioso, pergunta-lhe o que faz com tantos soutiens pretos.

Diz o árabe:

- Corto o soutien em dois, faço dois chapeuzinhos e vendo aos judeus por 100 euros cada.

Mais anedotas de Ignorância

Últimas palavras

Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações.

Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.

O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.

O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.

No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.

Ele aproveita a presença de todos e diz:

- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.

Ele abre o bloco e lê em voz alta:

- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!

O mais velho

O pai fala para o filho:

- Filho! Põe a sela no cavalo velho para mim!

- Ah, pai… Mas por que você vai com o cavalo velho?

- É que eu acho que nós temos que gastar as coisas velhas primeiro!

- Então por que o senhor não vai a pé?

Quer emagrecer?

Um jovem que queria emagrecer decide ir ao médico.

Ele diz:

- Sr. Doutor, eu quero emagrecer e preciso muito da sua ajuda da sua ajuda!

Ao que o médico diz:

- Isso é fácil, basta abanar a cabeça da esquerda para a direita e vice-versa.

Ele, estranhando, pergunta:

- Quantas vezes? E porquê?

- De forma a rejeitar sempre que lhe derem comida.