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Anedotas de Ignorância

Árabes e judeus

O árabe vai à loja do judeu para comprar soutiens pretos.

O judeu, pressentindo bons negócios, diz que são raros e poucos e vende por 40 euros cada um.

O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.

O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.

Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta por 75 euros cada.

O judeu, curioso, pergunta-lhe o que faz com tantos soutiens pretos.

Diz o árabe:

- Corto o soutien em dois, faço dois chapeuzinhos e vendo aos judeus por 100 euros cada.

Mais anedotas de Ignorância

São todos do mesmo

O Joãozinho estuda numa escola pública.

Um dia destes chega contente à escola.

A diretora, vendo a alegria do menino, pergunta:

- Joãozinho, de onde vem tanta alegria?

Joãozinho responde:

- É que a minha cachorrinha ganhou 8 cachorrinhos e são todos do partido do Primeiro-Ministro.

A diretora ficou esfuziante, e disse:

- Que bom, Joãozinho. Na próxima semana seremos visitados pelo Primeiro-Ministro e ele ficará contente em saber isso. Quando ele estiver aqui, tu vens e contas a nós. Certo Joãozinho?

Na semana seguinte, o Primeiro-Ministro visita a escola e, conforme o combinado, o Joãozinho diz:

- Primeiro-Ministro, diretora, sabiam que a minha cachorrinha ganhou 8 cachorrinhos e 4 são do seu partido?

A diretora, espantada, pergunta:

- Mas, Joãozinho, tu não me tinhas dito que eram 8?

Responde o menino:

- Eram sim, diretora, mas é que 4 já abriram os olhinhos.

Uma caixa muito pesada

Seis homens carregam uma caixa muito pesada pelas escadas de um prédio muito alto, já no quarto andar um deles resolve ir ver quantos andares faltam.

Volta e diz:

- Tenho duas notícias… Uma boa e uma má! Um deles responde:

- Conta só a boa, a má contas quando chegarmos!

- Ok, faltam ainda 6 andares.

Continuam a subir e quando chegaram ao décimo andar um deles pergunta:

- Qual é a outra notícia?

Ele responde:

- O prédio não é este!

Um chouriço

Dois caranguejos encontram um chouriço e um deles diz:

- Vamos comê-lo!

E diz o outro:

- Vamos… Mas olha, isto era bom era se tivéssemos um pãozito para acompanhar!

- Pois era! Mas onde é que vamos agora arranjar o pão?

- Tu vais procurá-lo e eu fico aqui a guardar o chouriço!

- Ah, não! Eu já te conheço! Mal eu fosse buscar o pão tu comias o chouriço sozinho!

- Não como nada! Eu só fico aqui a guardá-lo para ninguém o comer! Eu espero por ti!

- Hum… Não sei se devo confiar em ti…

- Confia, confia! Vá, vai lá buscar o pão!

- Pronto, está bem! Mas que nem te passe pela cabeça comeres o chouriço sozinho!

- Não te preocupes!

O caranguejo lá vai e o outro fica a guardar o chouriço, com as tenazes no ar.

Passa-se uma hora, duas horas, três horas, uma tarde, um dia, dois dias, três dias, uma semana, duas semanas e um mês!

Finalmente o caranguejo lá se apercebe que o amigo já não vem e decide comer o chouriço sozinho.

Mal ele baixa uma tenaz para dar o primeiro corte no chouriço, salta o outro caranguejo detrás de uma pedra a gritar:

- Ahh Ah! Eu sabia! Já não vou buscar o pão!