O árabe vai à loja do judeu para comprar soutiens pretos.
O judeu, pressentindo bons negócios, diz que são raros e poucos e vende por 40 euros cada um.
O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.
O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.
Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta por 75 euros cada.
O judeu, curioso, pergunta-lhe o que faz com tantos soutiens pretos.
Diz o árabe:
- Corto o soutien em dois, faço dois chapeuzinhos e vendo aos judeus por 100 euros cada.
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Tristezas da vida
Uma loira chega ao trabalho num pranto.
- O que se passa? - pergunta-lhe o patrão.
- A minha mãe morreu - diz a loira a soluçar.
- Os meus sentimentos - diz o patrão - olhe, vá para casa, descanse.
- Não - replica a loira - se for para casa é pior. Se ficar aqui, ao menos não penso nisso.
Passado umas horas, o patrão repara que a loura está a chorar compulsivamente.
Preocupado, diz-lhe o patrão:
- Sente-se bem?
- Não - responde a loira - acabo de falar ao telefone com a minha irmã que disse que a mãe dela também morreu.
- O que se passa? - pergunta-lhe o patrão.
- A minha mãe morreu - diz a loira a soluçar.
- Os meus sentimentos - diz o patrão - olhe, vá para casa, descanse.
- Não - replica a loira - se for para casa é pior. Se ficar aqui, ao menos não penso nisso.
Passado umas horas, o patrão repara que a loura está a chorar compulsivamente.
Preocupado, diz-lhe o patrão:
- Sente-se bem?
- Não - responde a loira - acabo de falar ao telefone com a minha irmã que disse que a mãe dela também morreu.
Salta!
Num avião estão recrutas de paraquedas que estão a fazer o seu primeiro salto.
No meio deles, haviam alguns que ficavam com medo e deixavam de querer saltar.
Apesar dessa situação, o instrutor acabava por os empurrar sempre para fora do avião.
Mais perto do fim da lição, quando faltavam dois, o penúltimo acaba por dar imensa luta, mas isso não impediu o instrutor de o empurrar também para fora.
O último recruta acaba por rir às gargalhadas e o instrutor vira-se e pergunta:
- Tu achas que a covardia é engraçada?
O recruta responde:
- Não, mas esse era o piloto - e o recruta salta.
No meio deles, haviam alguns que ficavam com medo e deixavam de querer saltar.
Apesar dessa situação, o instrutor acabava por os empurrar sempre para fora do avião.
Mais perto do fim da lição, quando faltavam dois, o penúltimo acaba por dar imensa luta, mas isso não impediu o instrutor de o empurrar também para fora.
O último recruta acaba por rir às gargalhadas e o instrutor vira-se e pergunta:
- Tu achas que a covardia é engraçada?
O recruta responde:
- Não, mas esse era o piloto - e o recruta salta.
Risco no sete
Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.
Qual será a origem desse costume?
Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.
Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.
Quando chegou no sete, Moisés disse:
- Não desejarás a mulher do próximo!
Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:
- Risca o sete, risca o sete!
Qual será a origem desse costume?
Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.
Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.
Quando chegou no sete, Moisés disse:
- Não desejarás a mulher do próximo!
Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:
- Risca o sete, risca o sete!