O árabe vai à loja do judeu para comprar soutiens pretos.
O judeu, pressentindo bons negócios, diz que são raros e poucos e vende por 40 euros cada um.
O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.
O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.
Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta por 75 euros cada.
O judeu, curioso, pergunta-lhe o que faz com tantos soutiens pretos.
Diz o árabe:
- Corto o soutien em dois, faço dois chapeuzinhos e vendo aos judeus por 100 euros cada.
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Escorregamento na calçada
Numa certa paróquia havia, para as confissões, um código conhecido por todos os moradores, que era utilizado pelas mulheres quando se confessavam, fazendo com que em vez de dizerem que tinham praticado o adultério diziam antes que tinham escorregado na calçada.
Após alguns anos no serviço, o padre dessa paróquia, já com alguma idade, decidiu reformar-se mas esqueceu-se de falar sobre o código ao substituto.
Durante o confessionário, e sem saber da existência do código, o padre não sabia que penitência dar porque não via qualquer mal numa escorregadela na calçada.
Ao longo das semanas a ouvir sempre a mesma expressão decidiu que tinha de intervir.
Assim acabou por ir falar com o Presidente da Câmara da região:
- Boa tarde Sr. Presidente, eu vim falar consigo para resolver o problema das calçadas do município. Eu acho que elas estão a precisar de obras, muita gente anda a queixar-se de escorregar na calçada.
O Presidente, sabendo do significado, nada disse, apenas começou a rir-se.
O padre inconformado nem esperou por uma resposta:
- Olhe que não se devia rir de assuntos sérios, é só perguntar à sua esposa, que só esta semana já escorregou três vezes.
Após alguns anos no serviço, o padre dessa paróquia, já com alguma idade, decidiu reformar-se mas esqueceu-se de falar sobre o código ao substituto.
Durante o confessionário, e sem saber da existência do código, o padre não sabia que penitência dar porque não via qualquer mal numa escorregadela na calçada.
Ao longo das semanas a ouvir sempre a mesma expressão decidiu que tinha de intervir.
Assim acabou por ir falar com o Presidente da Câmara da região:
- Boa tarde Sr. Presidente, eu vim falar consigo para resolver o problema das calçadas do município. Eu acho que elas estão a precisar de obras, muita gente anda a queixar-se de escorregar na calçada.
O Presidente, sabendo do significado, nada disse, apenas começou a rir-se.
O padre inconformado nem esperou por uma resposta:
- Olhe que não se devia rir de assuntos sérios, é só perguntar à sua esposa, que só esta semana já escorregou três vezes.
Funeral da sogra
A sogra morre e o genro liga para a funerária perguntando quanto seria o total do serviço funerário.
- 10.000 euros! - responde o atendente.
- Mas porque é tão caro assim? - pergunta o genro.
- Foi porque o senhor pediu muitas coisas. Se tirarmos o churrasco, as bebidas, os doces, os salgadinhos e o karaoke, fica muito mais barato.
- 10.000 euros! - responde o atendente.
- Mas porque é tão caro assim? - pergunta o genro.
- Foi porque o senhor pediu muitas coisas. Se tirarmos o churrasco, as bebidas, os doces, os salgadinhos e o karaoke, fica muito mais barato.
Não há razão para alarme!
Num avião de uma companhia internacional, um dos reatores rebenta no ar.
Os passageiros entram em pânico.
Logo a seguir rebenta outro.
O pânico acentua-se.
Da cabine dos pilotos vem a mensagem apaziguadora do comandante:
- Senhores passageiros, não há razão para alarme, agradeço que permaneçam nos seus lugares, a situação está completamente controlada.
Nisto rebenta o terceiro reator.
O chefe da cabine sai a correr do fundo do avião com três mochilas na mão.
Um dos aflitos passageiros arranja interpela-o:
- Desculpe, isso que leva aí é o quê?
- São para-quedas para a tripulação… - responde o tripulante.
Exclama o passageiro:
- Mas o capitão acabou de dizer que está tudo sob controle!
E responde o tripulante:
- E está! Nós vamos só sair um bocadinho para ir buscar ajuda…
Os passageiros entram em pânico.
Logo a seguir rebenta outro.
O pânico acentua-se.
Da cabine dos pilotos vem a mensagem apaziguadora do comandante:
- Senhores passageiros, não há razão para alarme, agradeço que permaneçam nos seus lugares, a situação está completamente controlada.
Nisto rebenta o terceiro reator.
O chefe da cabine sai a correr do fundo do avião com três mochilas na mão.
Um dos aflitos passageiros arranja interpela-o:
- Desculpe, isso que leva aí é o quê?
- São para-quedas para a tripulação… - responde o tripulante.
Exclama o passageiro:
- Mas o capitão acabou de dizer que está tudo sob controle!
E responde o tripulante:
- E está! Nós vamos só sair um bocadinho para ir buscar ajuda…