O árabe vai à loja do judeu para comprar soutiens pretos.
O judeu, pressentindo bons negócios, diz que são raros e poucos e vende por 40 euros cada um.
O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.
O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.
Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta por 75 euros cada.
O judeu, curioso, pergunta-lhe o que faz com tantos soutiens pretos.
Diz o árabe:
- Corto o soutien em dois, faço dois chapeuzinhos e vendo aos judeus por 100 euros cada.
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Mesmo ninguém?
Um tipo fez análise durante cinco anos, até que descobriu que ele, o pai, o avô e os cinco tios tinham tendências homossexuais.
O psicólogo estupefacto perguntou-lhe:
- Mas não há ninguém na sua família que goste de mulheres?
- Claro que há! As minhas quatro irmãs!
O psicólogo estupefacto perguntou-lhe:
- Mas não há ninguém na sua família que goste de mulheres?
- Claro que há! As minhas quatro irmãs!
Os quatro elementos
Quatro pessoas estavam num carro a beber álcool.
Do nada, aparece um agente da polícia que pergunta ao condutor quais eram os 4 elementos.
- Ó Sr. polícia - responde um dos quatro - são a água, o fogo, a terra e o vento.
Do nada, aparece um agente da polícia que pergunta ao condutor quais eram os 4 elementos.
- Ó Sr. polícia - responde um dos quatro - são a água, o fogo, a terra e o vento.
Sou uma ervilha!
Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua.
De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.
Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.
Então levaram o homem a um psiquiatra.
- Diga-me, qual é o seu problema?
- Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.
- Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?
- Sim, mas e daí?
- O senhor já viu uma ervilha com braços?
- Não…
- Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?
- Não… nunca pensei nisso…
- Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!
- Não acredito doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!
Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.
Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.
Foi para o hospital todo magoado e entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:
- Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?
- Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?
De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.
Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.
Então levaram o homem a um psiquiatra.
- Diga-me, qual é o seu problema?
- Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.
- Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?
- Sim, mas e daí?
- O senhor já viu uma ervilha com braços?
- Não…
- Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?
- Não… nunca pensei nisso…
- Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!
- Não acredito doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!
Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.
Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.
Foi para o hospital todo magoado e entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:
- Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?
- Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?