O árabe vai à loja do judeu para comprar soutiens pretos.
O judeu, pressentindo bons negócios, diz que são raros e poucos e vende por 40 euros cada um.
O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.
O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.
Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta por 75 euros cada.
O judeu, curioso, pergunta-lhe o que faz com tantos soutiens pretos.
Diz o árabe:
- Corto o soutien em dois, faço dois chapeuzinhos e vendo aos judeus por 100 euros cada.
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Quase que acertava!
Dois amigos encontram-se, diz um:
- Então, estás melhor?
- Estou na mesma! - responde o amigo.
Pergunta o primeiro:
- Então, não foste ao médico que te disse?
Responde o outro:
- Fui…
E o primeiro:
- E o médico acertou o que tinhas?
Responde o segundo:
- Quase! Eu tinha 100 euros… e ele levou-me 90!
- Então, estás melhor?
- Estou na mesma! - responde o amigo.
Pergunta o primeiro:
- Então, não foste ao médico que te disse?
Responde o outro:
- Fui…
E o primeiro:
- E o médico acertou o que tinhas?
Responde o segundo:
- Quase! Eu tinha 100 euros… e ele levou-me 90!
Bêbados q. b.
Um bêbado entra num bar e vê uma mesa onde estão sentados dois rapazes iguais:
- Desculpem, será que estou a ver de mais?
- Não, não está… responde um dos rapazes! Nós somos mesmo gémeos!
Ainda incrédulo, o bêbado pergunta:
- Os quatro?…
- Desculpem, será que estou a ver de mais?
- Não, não está… responde um dos rapazes! Nós somos mesmo gémeos!
Ainda incrédulo, o bêbado pergunta:
- Os quatro?…
Oferta de casaco de peles
Um homem economiza o dinheiro necessário para comprar um casaco de peles para a sua esposa.
No dia de aniversário dela, à noite, a grande surpresa: ele entrega-lhe o valioso presente.
Ela recebe o casaco, encosta-o ao pescoço e fica a fazer-lhe festas com grande contentamento.
Diz ela:
- Não é incrível? Uma coisa destas, tão linda, tão maravilhosa, vir de um animal tão desajeitado, pequeno, feio e insignificante.
- Ouve lá, pá… se não queres o presente, tudo bem, mas ao menos não me insultes!
No dia de aniversário dela, à noite, a grande surpresa: ele entrega-lhe o valioso presente.
Ela recebe o casaco, encosta-o ao pescoço e fica a fazer-lhe festas com grande contentamento.
Diz ela:
- Não é incrível? Uma coisa destas, tão linda, tão maravilhosa, vir de um animal tão desajeitado, pequeno, feio e insignificante.
- Ouve lá, pá… se não queres o presente, tudo bem, mas ao menos não me insultes!