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Anedotas de Alentejanos

Alentejano tenta tirar carta de condução

Encontram-se dois alentejanos e pergunta um deles:

- Atão compadri, já conseguiu a carta de condução?

Responde o outro:

- Nam. Chumbê no exame…

Pergunta o primeiro:

- Como é que foi isso?

- Ora, cheguê a uma rotunda onde tava um sinal a dizer 30!

- E atão?

- Dê 30 voltas à rotunda.

- E depois?

- Chumbê.

- Atão porquê, contaste male?

Mais anedotas de Alentejanos

Não abriu!

Numa segunda-feira um indivíduo andava muito triste, quando aparece um amigo:

- Então, o que foi que se passou?

- Eu avisei o Joaquim que o povo desta terra é muito religioso.

- Eu sei, já cá estou há vinte anos. Mas o que é que isso tem a ver com o Joaquim?

- Ele ontem saltou de paraquedas e morreu.

- O paraquedas não abriu?

- Exatamente. Apesar de estar cá há pouco tempo, ele já devia saber que nada abre aos domingos…

Acabou o futebol

Dois amigos se encontram:

- Então?! Pareces preocupado!

- Sim, estou muito - responde o outro - o meu médico disse que eu não posso jogar mais futebol.

- A sério? Ele analisou-te?

- Não, ele viu-me a jogar.

Porque razão?

Numa cidade do interior, o Presidente da Câmara vai ter com um famoso advogado.

- Doutor - começa ele - segundo informações do nosso departamento financeiro o senhor obteve no ano passado quase 1 milhão de euros, é verdade?

- Sim, é verdade - confirma o advogado.

- E segundo esse mesmo departamento o senhor não fez nenhuma contribuição às nossas obras sociais.

- Isso também é verdade, Presidente. Mas, me diz uma coisa, o seu departamento financeiro não lhe informou que a minha mãe morreu de cancro o ano passado e que a conta do hospital ficou em quase 200 mil euros?

- Nã… nã… não, doutor!

- E também não lhe informaram que o meu irmão sofreu um acidente e está paraplégico, tem seis filhos pequenos e a família não tem rendimento nenhum?

- Nã… não… me informaram, doutor!

- E também não lhe informaram que a minha irmã perdeu a sua casa, o seu carro e todos os seus móveis numa cheia?

- Não, não sabia, desculpe-me… eu…

- E se eu não dei nenhum cêntimo para eles, você acha que eu vou dar para as suas obras sociais?