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Anedotas de Loiras

Loira passeia por fazenda

Uma loira da cidade está a passear por uma fazenda.

A dada altura ela pergunta ao fazendeiro, que está ao pé dela:

- Porque é que esta vaca não tem cornos?

O homem olha para o animal, coça a cabeça, pensa por uns instantes e diz:

- Bem… O gado pode fazer muitos estragos com os cornos… Às vezes vamos limando os cornos, outras tratamos logo dos animais quando são pequenos, deitando umas gotas de ácido no sítio onde os cornos nascem, e isso já resolve o assunto… Mas respondendo à sua pergunta… Esta vaca em particular… Não tem cornos… Porque é um cavalo…

Mais anedotas de Loiras

Sapatos apertados

Uma loira foi a uma loja de sapatos.

Escolheu, escolheu e acabou por se decidir por um par de sapatos de cromo alemão.

O vendedor entregou o sapato, mas foi logo advertindo-a:

- Menina, estes sapatos costumam apertar os pés nos primeiros cinco dias.

E responde a loira:

- Não tem problema! Eu só vou usá-los na próxima semana.

Pense bem!

As pessoas que ainda trabalham, perguntam-me muitas vezes, o que é que eu faço todos os dias, agora que estou reformado.

Bem, por exemplo, outro dia eu fui tratar de um assunto no meu banco, não demorei muito, foi uma questão de cinco minutos.

Quando saí, um polícia estava preenchendo uma multa por mau estacionamento.

Rapidamente aproximei-me dele e disse:

- Vá lá, senhor Guarda, eu não demorei mais que cinco minutos! Deus irá recompensá-lo se tiver um gesto simpático para com um reformado!

Ele ignorou-me completamente e continuou a preencher a multa.

Aí eu passei-me, e disse-lhe que só tinha demorado 1 minuto, blá blá blá…!

Ele olhou-me friamente e começou a preencher outra infração alegando que também não tinha a vinheta comprovativa do seguro.

Então levantei a voz para lhe dizer que já tinha percebido que estava a lidar com um polícia idiota e mal formado, e que nem compreendia como é que ele tinha sido admitido na polícia de trânsito!

Ele terminou de autuar pela segunda infração, colocando-a no para-brisas, e começou com um terceiro preenchimento.

Eu já o estava a chatear há mais de 20 minutos, chamando-o de tudo.

Ele, a cada "mimo", respondia com uma nova infração e consequente preenchimento da respetiva multa acompanhada de um sorriso que refletia uma satisfação de vingança!

Depois da décima violação eu disse-lhe:

- Tenho pena senhor Guarda, mas tenho que me ir embora! Vem ali o meu autocarro!

Inoportuno

- Mãe, mãe, na escola chamaram-me de inoportuno!

- Ó filho, e não podias esperar que eu saísse da casa de banho?