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Anedotas de Loiras

Loira passeia por fazenda

Uma loira da cidade está a passear por uma fazenda.

A dada altura ela pergunta ao fazendeiro, que está ao pé dela:

- Porque é que esta vaca não tem cornos?

O homem olha para o animal, coça a cabeça, pensa por uns instantes e diz:

- Bem… O gado pode fazer muitos estragos com os cornos… Às vezes vamos limando os cornos, outras tratamos logo dos animais quando são pequenos, deitando umas gotas de ácido no sítio onde os cornos nascem, e isso já resolve o assunto… Mas respondendo à sua pergunta… Esta vaca em particular… Não tem cornos… Porque é um cavalo…

Mais anedotas de Loiras

Sempre atrasado!

O chefe para o funcionário:

- Você chega sempre atrasado à repartição! Não sabe a que horas começam os serviços?!

O funcionário:

- Não sei, não senhor.

O chefe:

- Não sabe?! Como assim, não sabe?

O funcionário:

- Porque quando aqui chego já estão todos a trabalhar…

Exijo um resgate!

A loira não conseguia passar nas entrevistas para nenhum emprego e então resolveu tomar uma atitude extrema para ganhar dinheiro:

- "Vou sequestrar uma criança!" - pensou - "Com o dinheiro do resgate eu resolvo a minha vida!"

Ela foi para um parque de baloiços, num bairro de luxo, e quando viu um menino muito bem vestido, puxou-o para trás da moita e foi logo escrevendo o bilhete:

- "Querida mãe isto é um sequestro. Estou com seu filho. Por favor deixe o resgate de 10.000 euros, amanhã, ao meio-dia, atrás da árvore do parque. Ass: Loira sequestradora."

Então ela pegou o bilhete, dobrou-o e colocou no bolso do casaco do menino, dizendo:

- Agora vai lá e entrega esse bilhete para a tua mãe.

No dia seguinte, a loira vai até o local combinado.

Encontra uma bolsa.

Ela abre, encontra 10.000 euros em dinheiro e um bilhete junto, dizendo:

- "Está aí o resgate que você pediu. Só não me conformo como uma loira pôde fazer isso com outra!"

O que foi que eu fiz!

De repente, no carro, deu de encontro com um passarinho e não conseguiu esquivar-se!

Pelo retrovisor, ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido.

Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.

O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto.

Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratada e medicada, comprou uma gaiolinha e levou-a para casa, tendo o cuidado de deixar um pouco de pão e água para o acidentado.

No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência.

Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o passarinho põe as asas na cabeça e grita:

- Porra, estou tramado! Matei o gajo da mota!