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Anedotas de Ignorância

Filhos sem nada para comer

Havia uma família em que o marido chegava a casa e os filhos estavam todos a chorar com fome.

E a mulher dizia sempre assim:

- Então Joaquim, o que trouxestes hoje para a gente comer?

- Não trouxe nada!

- Então os miúdos estão a chorar com fome?!

- Espera aí, que eu vou já resolver! Chama lá o mais pequeno!

Ele puxa uma cadeira, põe o miúdo ao colo e diz:

- Então filho?! O que é que dizias agora a um bife com batatas fritas?

- Aí, meu pai! Era tão bom!

- Ah, então depois uma sopa assim bem quentinha?!

- Aí, era uma maravilha!

- Ah, e depois da sopa assim um gelado?!

O miúdo não disse nada.

O homem, ao ver que este já estava a dormir diz:

- Maria, traz-me o outro que este já jantou!

Mais anedotas de Ignorância

Escrevendo uma carta

O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:

- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."

Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:

- Para quem é essa carta?

- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.

- E o que está escrito nela?

- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!

Matemática

Porque é que o livro de matemática se suicidou?

Estava cheio de problemas!

Até tenho vergonha!

“Querido pai.

São Paulo é lindo e as pessoas são simpáticas, mas eu tenho vergonha de chegar à faculdade com um carro desportivo banhado em ouro quando a maioria dos alunos e até alguns professores chegam de metro.

Com amor, Nassar.”


“Querido filho.

Acabei de transferir 100 milhões de dólares para a tua conta. Por favor, não envergonhes a nossa família, compra um metro para ti também.

Com amor, pai.”