Um criador de galinhas vai ao bar local, senta-se ao lado de uma mulher e pede uma taça de champanhe.
A mulher comenta:
- Que coincidência! Eu também pedi uma taça de champanhe.
- Hoje é um dia especial para mim - diz o fazendeiro - Estou a festejar.
- Hoje é um dia especial para mim também! - diz a mulher - Eu também estou a festejar.
- Que coincidência! - diz o fazendeiro.
Enquanto abrem as taças ele pergunta:
- O que é que a senhora está a celebrar?
- Eu e meu marido há uns tempos que andamos a tentar ter um filho e hoje o meu ginecologista disse-me que estou grávida.
- Que coincidência! - diz o homem - Sou criador de galinhas e durante muitos anos as minhas galinhas não eram férteis. Mas consegui! Elas hoje começaram a pôr ovos férteis.
- Isso é ótimo - diz a mulher - Como é que conseguiu que as suas galinhas ficassem férteis?
- Usei um galo diferente - diz ele.
A mulher sorri, brinda novamente e diz:
- Que coincidência!
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Segundos de loucura
Um tipo comprou um carro topo de gama e estava a dar uma volta numa estrada municipal à noite.
A capota estava recolhida, a brisa soprava levemente pelo seu cabelo e ele decidiu puxar um bocado pelo carro.
Assim que a agulha chegou aos 130 km, ele de repente reparou nas luzes azuis por trás dele.
- "De maneira alguma conseguem acompanhar um Mercedes" - pensou ele para consigo mesmo, e acelerou ainda mais.
A agulha bateu os 150, 170, 180 e, finalmente, os 200 km/h, sempre com as luzes atrás dele.
Entretanto teve um momento de lucidez e pensou:
- "Mas que raio é que eu estou a fazer?!" - e logo de seguida encostou.
O polícia chegou ao pé dele, pegou na carta de condução sem dizer uma palavra e examinou o carro.
- Eu tive um turno bastante longo e esta é a minha última paragem. Não estou com vontade de tratar de mais papeladas, por isso, se me der uma desculpa pela forma como conduziu que eu ainda não tenha ouvido, deixo-o ir!
- Na semana passada a minha mulher fugiu de casa com um polícia - disse o homem - e eu estava com medo que a quisesse devolver!
Diz o polícia:
- Tenha uma boa noite!
A capota estava recolhida, a brisa soprava levemente pelo seu cabelo e ele decidiu puxar um bocado pelo carro.
Assim que a agulha chegou aos 130 km, ele de repente reparou nas luzes azuis por trás dele.
- "De maneira alguma conseguem acompanhar um Mercedes" - pensou ele para consigo mesmo, e acelerou ainda mais.
A agulha bateu os 150, 170, 180 e, finalmente, os 200 km/h, sempre com as luzes atrás dele.
Entretanto teve um momento de lucidez e pensou:
- "Mas que raio é que eu estou a fazer?!" - e logo de seguida encostou.
O polícia chegou ao pé dele, pegou na carta de condução sem dizer uma palavra e examinou o carro.
- Eu tive um turno bastante longo e esta é a minha última paragem. Não estou com vontade de tratar de mais papeladas, por isso, se me der uma desculpa pela forma como conduziu que eu ainda não tenha ouvido, deixo-o ir!
- Na semana passada a minha mulher fugiu de casa com um polícia - disse o homem - e eu estava com medo que a quisesse devolver!
Diz o polícia:
- Tenha uma boa noite!
As drogas na Terra
Jesus, muito preocupado, chama os seus discípulos para uma reunião de emergência dado o alto consumo de drogas na Terra.
Depois de muito pensar, chegam à conclusão de que o melhor para poderem enfrentar o problema é provar a droga eles mesmos e depois tomar as medidas adequadas.
Decide-se que uma comissão de discípulos desça ao mundo e recolha diferentes drogas.
Efetua-se a operação secreta e dois dias depois começam a regressar os comissários.
Jesus espera à porta do céu quando chega o primeiro discípulo:
- Quem é? - diz Jesus.
- Sou Paulo.
Jesus abre a porta.
- E o que trazes, Paulo?
- Trago haxixe de Marrocos.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou Marcos.
- E o que trazes, Marcos?
- Trago marijuana da Colômbia.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou Mateus.
- E o que trazes, Mateus?
- Trago cocaína da Bolívia.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou João.
Jesus abre a porta e pergunta de novo:
- E tu, o que trazes, João?
- Trago crack de Nova Iorque.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou Lucas.
- E o que trazes, Lucas?
- Trago speeds de Amesterdão.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou Judas.
Jesus abre a porta.
- E tu, o que trazes, Judas?
- TRAGO A JUDICIÁRIA! TODOS CONTRA A PAREDE!
Depois de muito pensar, chegam à conclusão de que o melhor para poderem enfrentar o problema é provar a droga eles mesmos e depois tomar as medidas adequadas.
Decide-se que uma comissão de discípulos desça ao mundo e recolha diferentes drogas.
Efetua-se a operação secreta e dois dias depois começam a regressar os comissários.
Jesus espera à porta do céu quando chega o primeiro discípulo:
- Quem é? - diz Jesus.
- Sou Paulo.
Jesus abre a porta.
- E o que trazes, Paulo?
- Trago haxixe de Marrocos.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou Marcos.
- E o que trazes, Marcos?
- Trago marijuana da Colômbia.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou Mateus.
- E o que trazes, Mateus?
- Trago cocaína da Bolívia.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou João.
Jesus abre a porta e pergunta de novo:
- E tu, o que trazes, João?
- Trago crack de Nova Iorque.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou Lucas.
- E o que trazes, Lucas?
- Trago speeds de Amesterdão.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou Judas.
Jesus abre a porta.
- E tu, o que trazes, Judas?
- TRAGO A JUDICIÁRIA! TODOS CONTRA A PAREDE!
Um bom negócio!
Disseram a um alentejano que a água do mar fazia bem às varizes.
O homem foi à praia e encheu um garrafão.
Ao passar pelo nadador-salvador, perguntou-lhe:
- Quanto é?
O nadador-salvador, na brincadeira, responde-lhe:
- Cinquenta cêntimos!
O alentejano paga e vai-se embora.
Passados uns dias o alentejano passa novamente pela praia quando a maré estava baixa e exclama:
- Eh, lá… Isto é que é negócio!
O homem foi à praia e encheu um garrafão.
Ao passar pelo nadador-salvador, perguntou-lhe:
- Quanto é?
O nadador-salvador, na brincadeira, responde-lhe:
- Cinquenta cêntimos!
O alentejano paga e vai-se embora.
Passados uns dias o alentejano passa novamente pela praia quando a maré estava baixa e exclama:
- Eh, lá… Isto é que é negócio!