Haviam três amigos que iam à pesca todos os domingos, e há um domingo em que um deles que se vira para os outros e diz assim:
- Para a semana não posso vir!
- Então porquê?
- Porque vou ver o filme d'"as Sombras de Grey" ao cinema com a minha mulher.
- Ah, sem problema. Então vai lá com a tua mulher.
E pronto, passou uma semana, e no próximo domingo, os outros dois amigos não deixaram de ir pescar, mas para suas surpresas, ao chegaram ao porto de pesca, estava lá o outro sentado no barco.
- Então, não ias ao cinema com a tua mulher!?
- Ah, fui, fui! O filme foi interessante, estivemos a ver o filme, aquilo até foi engraçado, mas depois fomos para casa, ela amarrou-se à cama e disse-me assim: "Agora podes fazer o que tu quiseres" e eu fui à pesca.
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
O baú
O João casou-se com a Joana e no dia do casamento a Joana levou para casa um grande baú.
Pediu para que João respeitasse a sua individualidade e nunca abrisse o baú.
Durante 50 anos de casamento, o João nunca abriu o baú.
No entanto, o João não aguentou e perguntou à Joana o que tinha naquele baú.
Ela resolve mostrar o baú.
Ao abrir, João viu 60 mil euros e quatro batatas.
Curioso, perguntou porquê quatro batatas.
Ela confessa:
- De cada vez que te trai, coloquei uma batata no baú.
O João ficou furioso, mas pensou um pouco e disse para si mesmo:
- "Vou perdoar… Quatro batatas em 50 anos, significam uma traição a cada 12,5 anos."
Então ele perguntou o que significavam os 60 mil euros.
Responde a Joana:
- Sempre que o baú ficava cheio de batatas, eu vendia-as.
Pediu para que João respeitasse a sua individualidade e nunca abrisse o baú.
Durante 50 anos de casamento, o João nunca abriu o baú.
No entanto, o João não aguentou e perguntou à Joana o que tinha naquele baú.
Ela resolve mostrar o baú.
Ao abrir, João viu 60 mil euros e quatro batatas.
Curioso, perguntou porquê quatro batatas.
Ela confessa:
- De cada vez que te trai, coloquei uma batata no baú.
O João ficou furioso, mas pensou um pouco e disse para si mesmo:
- "Vou perdoar… Quatro batatas em 50 anos, significam uma traição a cada 12,5 anos."
Então ele perguntou o que significavam os 60 mil euros.
Responde a Joana:
- Sempre que o baú ficava cheio de batatas, eu vendia-as.
Excesso de velocidade
O polícia de uma pequena cidade apanha um motorista por excesso de velocidade.
- Mas Guarda, eu posso explicar - responde o motorista.
- Fique quieto! Vou colocá-lo na cadeia até o chefe chegar! - diz o polícia.
- Mas, por favor, eu só queria dizer que…
- Silêncio! Você está preso!
Então, ele põe o homem numa cela, sozinho, e vai embora sem lhe dar atenção.
Horas mais tarde, o Guarda volta:
- O chefe está chegando! Sorte a sua que ele foi ao casamento da filha dele. Deve estar de bom humor.
- Duvido muito… Se tivesse me deixado falar, saberia que o noivo sou eu!
- Mas Guarda, eu posso explicar - responde o motorista.
- Fique quieto! Vou colocá-lo na cadeia até o chefe chegar! - diz o polícia.
- Mas, por favor, eu só queria dizer que…
- Silêncio! Você está preso!
Então, ele põe o homem numa cela, sozinho, e vai embora sem lhe dar atenção.
Horas mais tarde, o Guarda volta:
- O chefe está chegando! Sorte a sua que ele foi ao casamento da filha dele. Deve estar de bom humor.
- Duvido muito… Se tivesse me deixado falar, saberia que o noivo sou eu!
Médico de família
Um médico urologista atende o próprio avô no consultório:
- Como está indo a vida, meu neto?
- Está tudo, avô. E o senhor? Como vai a avó?
- Vai indo, vai indo. Filho, quer dizer, neto, eu vim aqui falar contigo porque quero saber tudo sobre Viagra!
- Ah, avô… O Viagra é um remédio bom, mas é bem caro.
- Quanto custa?
- São sessenta euros cada comprimido, avô!
- Tens razão. É caro.
- Não disse?
- Mas mesmo assim eu quero experimentar! Eu te pago amanhã, sem falta!
Assim o neto entrega o comprimido para o avô, que sai de lá todo contente.
No dia seguinte ele está de volta ao consultório com quinhentos e sessenta euros!
- Avô, o senhor entendeu errado! Eu disse que o comprimido era sessenta e não quinhentos e sessenta.
- Eu sei. Os sessenta euros são meus. Os outros quinhentos foi a sua avó que mandou!
- Como está indo a vida, meu neto?
- Está tudo, avô. E o senhor? Como vai a avó?
- Vai indo, vai indo. Filho, quer dizer, neto, eu vim aqui falar contigo porque quero saber tudo sobre Viagra!
- Ah, avô… O Viagra é um remédio bom, mas é bem caro.
- Quanto custa?
- São sessenta euros cada comprimido, avô!
- Tens razão. É caro.
- Não disse?
- Mas mesmo assim eu quero experimentar! Eu te pago amanhã, sem falta!
Assim o neto entrega o comprimido para o avô, que sai de lá todo contente.
No dia seguinte ele está de volta ao consultório com quinhentos e sessenta euros!
- Avô, o senhor entendeu errado! Eu disse que o comprimido era sessenta e não quinhentos e sessenta.
- Eu sei. Os sessenta euros são meus. Os outros quinhentos foi a sua avó que mandou!