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Anedotas de Ignorância

Para a semana não posso!

Haviam três amigos que iam à pesca todos os domingos, e há um domingo em que um deles que se vira para os outros e diz assim:

- Para a semana não posso vir!

- Então porquê?

- Porque vou ver o filme d'"as Sombras de Grey" ao cinema com a minha mulher.

- Ah, sem problema. Então vai lá com a tua mulher.

E pronto, passou uma semana, e no próximo domingo, os outros dois amigos não deixaram de ir pescar, mas para suas surpresas, ao chegaram ao porto de pesca, estava lá o outro sentado no barco.

- Então, não ias ao cinema com a tua mulher!?

- Ah, fui, fui! O filme foi interessante, estivemos a ver o filme, aquilo até foi engraçado, mas depois fomos para casa, ela amarrou-se à cama e disse-me assim: "Agora podes fazer o que tu quiseres" e eu fui à pesca.

Mais anedotas de Ignorância

Vou-te apanhar!

Um homem estava passando à frente de um hospício, quando de repente olha para o muro e vê a metade da cabeça de um louco olhando para ele.

O louco então diz:

- Eu vou te apanhar!

O homem nem liga e continua a andar.

O louco diz de novo:

- Eu vou te apanhar! Cuidado!

O homem fica meio apreensivo e apressa o passo, até que ele diz de novo:

- Eu vou te apanhar! - e de repente solta o muro do hospício.

O homem corre e o louco segue-o atrás.

Começa uma verdadeira perseguição, o homem fugindo do louco e o louco indo atrás dele, estando cada vez mais perto a cada passo dado.

Até que chega uma hora em que o homem se vê encurralado num beco sem saída, e o louco chega cada vez mais perto.

Então o homem fica desesperado e começa a gritar:

- Por favor, não me mate! Por favor!

O louco chega ao pé do homem, toca nele e diz:

- Apanhei-te, agora és tu! - e sai a correr.

Risco no sete

Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.

Qual será a origem desse costume?

Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.

Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.

Quando chegou no sete, Moisés disse:

- Não desejarás a mulher do próximo!

Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:

- Risca o sete, risca o sete!

Trabalho ou prazer?

Um presidente de uma empresa, casado há 25 anos, tinha dúvidas se ir para a cama com a mulher, depois de tanto tempo de casamento, é trabalho ou prazer.

Com dúvidas, ligou para o Diretor Geral e perguntou-lhe o que ele achava.

O Diretor Geral ligou para o Vice-Diretor e fez a mesma pergunta.

O Vice-Diretor ligou para o Gerente Geral e fez a mesma pergunta.

E assim seguiu-se a corrente de ligações até que a pergunta chegou ao Sector Jurídico e o Advogado Chefe perguntou como praxe, para o Estagiário que estava todo atarefado fazendo mil coisas ao mesmo tempo.

- Rapaz, tens um minuto para responder-me se quando o presidente da empresa vai para a cama com a mulher dele é trabalho ou prazer!

- É prazer, Doutor! - respondeu o Estagiário prontamente e com segurança.

- O quê? Como é que consegues responder isso com tanta segurança e certeza?

- É que se fosse trabalho, já me tinham mandado fazer!