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Anedotas de Loucos

Sou uma ervilha!

Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua.

De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.

Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.

Então levaram o homem a um psiquiatra.

- Diga-me, qual é o seu problema?

- Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.

- Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?

- Sim, mas e daí?

- O senhor já viu uma ervilha com braços?

- Não…

- Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?

- Não… nunca pensei nisso…

- Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!

- Não acredito doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!

Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.

Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.

Foi para o hospital todo magoado e entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:

- Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?

- Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?

Mais anedotas de Loucos

Este pão é de hoje?

- Este pão é de hoje?

- Não senhor! É de ontem!

- E este?

- Não! Também é de ontem!

- O que tem um homem de fazer para comer um pão de hoje neste café?

- Venha cá amanhã!

América e a Lua

Estavam duas loiras a passear e uma delas pergunta à outra:

- O que é que fica mais perto, a América ou a Lua?

E a outra responde:

- Daaah! A Lua, porque a Lua vê-se daqui!

Uma carta com esperança

Um rapaz de cinco anos queria ganhar 100 euros e pediu a Deus, rezando durante duas semanas.

Como nada acontecia, resolveu mandar uma carta para Deus, com seu pedido.

Os correios receberam a carta endereçada para Deus e então os funcionários decidiram remetê-la para a Assembleia do país.

A Assembleia acabou por ficar comovida com o pedido e acabaram por se juntar e enviar uma nota de 50 euros para o rapaz, pois acharam que 100 euros era muito dinheiro para uma criança tão pequena.

O rapaz recebeu os 50 euros e imediatamente sentou-se para escrever uma carta de agradecimento:

- Deus, muito obrigado por mandares-me o dinheiro que eu pedi. Contudo, notei que, por alguma razão, Deus o mandou da Assembleia. Como sempre, aqueles miseráveis ficaram com 50 euros de comissão.