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Anedotas de Ignorância

Desabafe!

O sujeito desabafa no psiquiatra:

- Ai, Doutor… Eu estou ficando louco! Minha mulher é loira, tem 1.70 de altura, olhos verdes, seios fantásticos… Uma delícia!

- Até aí não vejo problema nenhum! - diagnostica o psiquiatra.

- Calma, Doutor… Deixa eu terminar… Ela tá me deixando maluco porque todas as noites vai no Bar do Pedro e dá o maior mole para todos os homens! Vai para cama com o primeiro homem que falar com ela! Eu não estou aguentando isso, Doutor! Pelo amor de Deus, o que eu faço?

- Relaxe! - aconselha ele - Respire fundo… E agora, diga para mim, aonde exatamente fica esse Bar do Pedro?

Mais anedotas de Ignorância

Refrigerantes

Uma loira entra num casino e, logo à entrada, vê uma máquina de refrigerantes.

Mete uma moeda de 50 cêntimos e sai uma lata de refrigerante.

Mete outra e sai outra lata, e assim sucessivamente.

Entretanto, um homem chega e diz-lhe:

- Desculpe lá, mas a senhora vai beber isso tudo?

Ela responde:

- Schiu, não me interrompa que estou a ganhar!

Tu és dinamite!

Um grupo de motards vinha por uma estrada, quando de repente se deparam com uma jovem mulher a ponto de pular de uma ponte.

Eles param e o líder se aproxima desta e pergunta:

- Que diabos você está a fazer?

- Vou me suicidar - responde a jovem.

O motard pensa por alguns segundos e diz:

- Bom, antes de saltar porque não me dás um beijo?

Ela acena com a cabeça, coloca de lado os cabelos e dá um longo beijo na boca do motard.

Os companheiros aplaudem, o motard recupera o fôlego e admite:

- Esse foi o melhor beijo que me deram na vida. Se morreres será um desperdício. Porque queres morrer?

- Meus pais são muito antiquados, não gostam que eu me vista de mulher!

Um a dez

Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.

Entra o primeiro candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.

- Por que é que contou de trás para a frente?

- É que eu trabalhava na NASA.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o segundo candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!

- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?

- Porque eu trabalhava como carteiro.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o terceiro e último candidato:

- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?

- Era funcionário público.

- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?

- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.