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Anedotas de Família

Ir de autocarro

Um mês depois do rapaz da aldeia ter ido estudar para a capital, os pais escrevem-lhe a dizer que lhe vão arranjar dinheiro para comprar um carro para ele ir para a universidade.

O filho escreve de volta aos pais a dizer-lhes que esqueçam a ideia, já que todos os amigos dele vão para a universidade de autocarro.

Passada uma semana, os pais enviam-lhe nova carta a dizer:

- Filho, estivemos a falar com o resto da família e chegamos a uma decisão. Vamos vender a quinta do teu tio e enviar-te o dinheiro para poderes comprar um autocarro.

Mais anedotas de Família

O incêndio

Uma morena, uma ruiva e uma loira escapam a um incêndio fugindo para o telhado do prédio.

Os bombeiros estão na rua, 10 andares abaixo, com um grande pano para que elas saltem.

Os bombeiros gritam à morena:

- Salte! Salte! É a sua única hipótese de sobreviver!

A morena salta e… OOOOLLLÉÉ! Os bombeiros puxam o pano no último instante e… a morena esborracha-se como um tomate.

- Força! Salte! Tem que saltar! - dizem os bombeiros à ruiva.

- Oh não! Vocês vão me fazer a mesma coisa! - responde a ruiva.

- Não! Nós só não gostamos é de morenas! De ruivas gostamos!

- OK - diz a ruiva, ao mesmo tempo que salta.

OOOOOOOOOOOLÉ! Os bombeiros desviam o pano e a ruiva espeta-se no chão, mesmo ao lado da morena.

Finalmente, a loira chega-se à beira do telhado. Mais uma vez, os bombeiros gritam:

- Salte! Tem que saltar!

- Nem pensem! Vocês vão tirar o pano de baixo quando eu saltar! - grita a loira.

- Não! De maneira nenhuma! Tem que saltar! Nós não vamos tirar o pano!

- Olhem - diz a loira - nada do que possam dizer me vai convencer que não vão tirar o pano! Por isso, o que eu quero que façam é que pousem o pano e se afastem todos dele…

O anão que queria ser atendido

Um anão entra num bar.

Vendo um balcão muito alto, começa aos saltos e a gritar:

- Queria um sumo! Queria um sumo!

Como ninguém aparecia, o anão começa a ficar chateado.

Decide dar a volta ao balcão e, do outro lado, vê outro anão aos saltos a gritar:

- Fresco ou natural? Fresco ou natural?

Roncos…

Um vendedor, que precisa repousar, chega a uma cidade do interior, já cansado do seu dia de trabalho e vai para o único hotel da cidade, mas que, infelizmente, não tem mais vaga.

O sujeito entra e diz:

- Dê um jeito, por favor, que preciso dormir, nem que seja uma cama apenas.

O rececionista responde:

- Olha, tenho um quarto com duas camas, onde está hospedado um sujeito que me disse que gostaria de dividir as despesas com alguém. Mas tenho que avisá-lo, o sujeito ronca até não mais poder… Tanto que os vizinhos telefonam queixando-se de que não conseguem dormir.

- Sem problema, fico com o quarto, preciso dormir!

O rececionista apresenta os hóspedes um ao outro e diz que o jantar está servido, para quem quiser.

No dia seguinte, o vendedor desce ao restaurante para tomar café e, contrariando as expectativas, estava bem disposto.

O rececionista pergunta:

- O senhor conseguiu dormir?

- Sem problema!

- Mas os roncos não o atrapalharam?

- Nada! Ele não roncou nem por um minuto.

- Como assim?

- Bom, foi simples. O sujeito já estava dormindo quando entrei no quarto. Então me aproximei da cama dele e beijei o rabo dele, dizendo: "Boa noite, coisa linda…", e o sujeito passou a noite toda, sentado na cama, olhando-me assustado, com medo de dormir.