Um mês depois do rapaz da aldeia ter ido estudar para a capital, os pais escrevem-lhe a dizer que lhe vão arranjar dinheiro para comprar um carro para ele ir para a universidade.
O filho escreve de volta aos pais a dizer-lhes que esqueçam a ideia, já que todos os amigos dele vão para a universidade de autocarro.
Passada uma semana, os pais enviam-lhe nova carta a dizer:
- Filho, estivemos a falar com o resto da família e chegamos a uma decisão. Vamos vender a quinta do teu tio e enviar-te o dinheiro para poderes comprar um autocarro.
Anedotas de Família
Mais anedotas de Família
Uma carta ao Pai Natal
Carta de uma criança ao Pai Natal:
“Querido Pai Natal, por favor envia-me um irmão.”
Resposta do Pai Natal:
“Querido João, envia-me a tua mãe!”
“Querido Pai Natal, por favor envia-me um irmão.”
Resposta do Pai Natal:
“Querido João, envia-me a tua mãe!”
Um cuco defeituoso
Fui convidado para um jantar com um meu grupinho de velhos amigos.
Jurei à minha mulher que estaria de volta pela meia-noite.
Ela não acreditou mas eu acabei por ir ao jantar.
A refeição foi estupenda, as horas passaram rápido, o sangue já escasseava no meio do álcool e depressa fiquei a ver tudo de pernas para o ar.
Por volta de 3 da manhã, bêbado que nem um cacho, fui para casa.
Mal entrei e fechei a porta, o cuco no hall disparou e cantou 3 vezes.
Rapidamente, percebendo que a minha mulher podia acordar, fiz cu-cu mais 9 vezes.
Fiquei realmente orgulhoso de mim mesmo, por ter uma ideia tão brilhante e rápida, mesmo com uma bebedeira de caixão à cova, para evitar um possível conflito com ela.
Na manhã seguinte, a minha mulher perguntou a que horas tinha chegado e disse-lhe que pela meia-noite.
Não pareceu nem um pouquinho desconfiada.
Ufa!
Daquela já me tinha escapado!
Então ela comentou:
- Amor! Precisamos de um cuco novo!
Quando perguntei porquê, respondeu:
- Bom, esta noite o nosso relógio fez cu-cu 3 vezes e depois disse alto: "Porra! Tou tramado!" Fez cu-cu mais 4 vezes, resmungou e arrotou, cantou cu-cu mais 3 vezes, mandou uma grande gargalhada e cantou mais 2 vezes! Depois bateu com a cabeça na porta do corredor que deixei entreaberta. Entrou no quarto, tropeçou no gato, e só se deitou depois de cair duas vezes ao tentar despir-se! Não achas melhor trocar o cuco enquanto está na garantia?
Jurei à minha mulher que estaria de volta pela meia-noite.
Ela não acreditou mas eu acabei por ir ao jantar.
A refeição foi estupenda, as horas passaram rápido, o sangue já escasseava no meio do álcool e depressa fiquei a ver tudo de pernas para o ar.
Por volta de 3 da manhã, bêbado que nem um cacho, fui para casa.
Mal entrei e fechei a porta, o cuco no hall disparou e cantou 3 vezes.
Rapidamente, percebendo que a minha mulher podia acordar, fiz cu-cu mais 9 vezes.
Fiquei realmente orgulhoso de mim mesmo, por ter uma ideia tão brilhante e rápida, mesmo com uma bebedeira de caixão à cova, para evitar um possível conflito com ela.
Na manhã seguinte, a minha mulher perguntou a que horas tinha chegado e disse-lhe que pela meia-noite.
Não pareceu nem um pouquinho desconfiada.
Ufa!
Daquela já me tinha escapado!
Então ela comentou:
- Amor! Precisamos de um cuco novo!
Quando perguntei porquê, respondeu:
- Bom, esta noite o nosso relógio fez cu-cu 3 vezes e depois disse alto: "Porra! Tou tramado!" Fez cu-cu mais 4 vezes, resmungou e arrotou, cantou cu-cu mais 3 vezes, mandou uma grande gargalhada e cantou mais 2 vezes! Depois bateu com a cabeça na porta do corredor que deixei entreaberta. Entrou no quarto, tropeçou no gato, e só se deitou depois de cair duas vezes ao tentar despir-se! Não achas melhor trocar o cuco enquanto está na garantia?
Um bom negócio!
Disseram a um alentejano que a água do mar fazia bem às varizes.
O homem foi à praia e encheu um garrafão.
Ao passar pelo nadador-salvador, perguntou-lhe:
- Quanto é?
O nadador-salvador, na brincadeira, responde-lhe:
- Cinquenta cêntimos!
O alentejano paga e vai-se embora.
Passados uns dias o alentejano passa novamente pela praia quando a maré estava baixa e exclama:
- Eh, lá… Isto é que é negócio!
O homem foi à praia e encheu um garrafão.
Ao passar pelo nadador-salvador, perguntou-lhe:
- Quanto é?
O nadador-salvador, na brincadeira, responde-lhe:
- Cinquenta cêntimos!
O alentejano paga e vai-se embora.
Passados uns dias o alentejano passa novamente pela praia quando a maré estava baixa e exclama:
- Eh, lá… Isto é que é negócio!