Anedotas Club

Anedotas de Loucos

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À espera

Era dia de exames de rotina no hospício para ver se havia algum louco que podia ser libertado. Assim que foi dado o sinal, todos os funcionários começaram a gritar:

- O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO! O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO!

Imediatamente os loucos atiraram-se ao chão e começaram a nadar freneticamente. Ao ver que um continuava sentado num banco, com um ar de sossego, o médico perguntou:

- Por que é que tu não estás a nadar?

E o louco respondeu:

- Você pensa que eu sou tonto?

Aí o médico pensou:

"Este já deve estar bom."

E o louco continua:

- Vou esperar pelo barco!

Mais anedotas de Loucos

Napoleão Bonaparte

O Manuel foi fazer uma excursão pela Europa e, ao visitar Paris, não pôde deixar de ir até à Igreja des Invalides.

E o guia explicou:

- Aqui neste caixão, estão as cinzas de Napoleão Bonaparte!

E o português:

- Caramba! Como fumava este gajo!

São todos do mesmo

O Joãozinho estuda numa escola pública. Um dia destes chega contente à escola. A diretora, vendo a alegria do menino, pergunta:

- Joãozinho, de onde vem tanta alegria?

Joãozinho responde:

- É que a minha cachorrinha ganhou 8 cachorrinhos e são todos do PPP.

A diretora ficou esfuziante, e disse:

- Que bom, Joãozinho. Na próxima semana seremos visitados pelo primeiro-ministro e ele ficará contente em saber isso. Quando ele estiver aqui, tu vens e contas a nós. Certo Joãozinho?

Na semana seguinte, o primeiro-ministro visita a escola e, conforme o combinado, o Joãozinho diz:

- Primeiro-ministro, diretora, sabiam que a minha cachorrinha ganhou 8 cachorrinhos e 4 são do PPP?

A diretora, espantada, pergunta:

- Mas, Joãozinho, tu não me tinhas dito que os 8 eram do PPP?

Responde o menino:

- Eram sim, diretora, mas é que 4 já abriram os olhinhos...

Traição

Numa pequena cidade do interior, uma mulher entra em uma farmácia e fala ao farmacêutico:

- Por favor, quero comprar arsénico.

- Arsénico? Mas, não posso vender isso assim, sem mais nem menos! Qual é a finalidade?

- Matar meu marido.

- Para este fim, piorou, minha senhora. Eu não posso vender....

A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, na cama com a mulher do farmacêutico.

- Ah boooom!... Com receita é outra coisa!