Ícone Anedotas

Anedotas de Ignorância

Um a dez

Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.

Entra o primeiro candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.

- Por que é que contou de trás para a frente?

- É que eu trabalhava na NASA.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o segundo candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!

- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?

- Porque eu trabalhava como carteiro.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o terceiro e último candidato:

- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?

- Era funcionário público.

- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?

- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.

Mais anedotas de Ignorância

Um padre na prisão

Um pastor evangélico é convidado para visitar um presídio no dia de Natal.

Durante a visita, os presos ouvem atentamente o que ele diz, e no final, o aplaudem.

Comovido, o pastor diz:

- Obrigado meus irmãos! No ano que vem, se Deus quiser, eu espero encontrar vocês aqui de novo!

Risco no sete

Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.

Qual será a origem desse costume?

Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.

Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.

Quando chegou no sete, Moisés disse:

- Não desejarás a mulher do próximo!

Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:

- Risca o sete, risca o sete!

Traição

Numa pequena cidade do interior, uma mulher entra em uma farmácia e fala ao farmacêutico:

- Por favor, quero comprar arsénico.

- Arsénico? Mas, não posso vender isso assim, sem mais nem menos! Qual é a finalidade?

- Matar meu marido.

- Para este fim, piorou, minha senhora. Eu não posso vender…

A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, na cama com a mulher do farmacêutico.

- Ah boooom!… Com receita é outra coisa!