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Anedotas de Ignorância

Carta de despedida

O pai entra no quarto do filho e vê um bilhete em cima da cama.

Lê bilhete, temendo o pior:

“Pai, é com grande pesar que te informo que fugi com meu novo namorado, o João, um italiano muito lindo que conheci no Algarve. Estou apaixonado por ele. Ele é muito gato, com todos aqueles ‘piercings’, tatuagens e aquela supermoto BMW que comprou há dias. Como sei que não vais consentir com isso, decidimos fugir e ser muito felizes neste mundo. Ele quer adotar filhos comigo, e isso é tudo o que eu sempre desejei para mim. Aprendi com ele que o charro é ótimo, uma coisa natural, que não faz mal a ninguém, e ele garante que no nosso pequeno lar não vai faltar marijuana. O João acha que eu, os nossos filhos adotivos e os seus colegas ‘gays’ vamos viver em perfeita harmonia. Não te preocupes pai, eu já sei cuidar de mim, apesar dos meus 15 anos já tive várias experiências com outros tipos e tenho certeza que o João é o homem da minha vida. Um dia eu volto, para que tu e a mãe conheçam os nossos filhos. Um grande abraço e até algum dia. Do teu filho, com amor.”

O pai quase a desmaiar, continua a ler:

“PS: Pai, não te assustes, é tudo mentira! Estou na casa da Cátia! Só queria te animar um pouco antes que visses as minhas notas escolares, que estão na primeira gaveta. :D”

Mais anedotas de Ignorância

Um a dez

Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.

Entra o primeiro candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.

- Por que é que contou de trás para a frente?

- É que eu trabalhava na NASA.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o segundo candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!

- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?

- Porque eu trabalhava como carteiro.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o terceiro e último candidato:

- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?

- Era funcionário público.

- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?

- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.

Não serviu de nada!

Uma brasileira vai visitar uma amiga portuguesa e, quando as duas estão passeando pelas ruas, um turista as aborda:

- Entschuldigung, koennen Sie Deutsch sprechen? - pergunta ele.

As duas garotas se entreolham e o sujeito tenta novamente:

- Excusez-moi, parlez vous Français?

As duas continuaram sem entender nada.

- Parlare Italiano?

Elas permaneceram caladas.

- Hablan ustedes Español?

Nada.

Angustiado, o turista poliglota desiste e vai embora.

Então a brasileira vira-se para a portuguesa e diz:

- Amiga… acho que a gente devia aprender uma língua estrangeira!

- Para quê? - perguntou a portuguesa - Aquele gajo ali sabia falar cinco línguas e não adiantou nada!

Um rapaz poupado

A filha ao contar ao pai que tinha um namorado, ele começa logo a perguntar:

- Ao menos é um rapaz poupado?

- É papá, olha, ainda na semana passada quando lá fui a casa e os pais dele não estavam, a primeira coisa que ele fez foi apagar a luz!