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Anedotas de Ignorância

Roncos…

Um vendedor, que precisa repousar, chega a uma cidade do interior, já cansado do seu dia de trabalho e vai para o único hotel da cidade, mas que, infelizmente, não tem mais vaga.

O sujeito entra e diz:

- Dê um jeito, por favor, que preciso dormir, nem que seja uma cama apenas.

O rececionista responde:

- Olha, tenho um quarto com duas camas, onde está hospedado um sujeito que me disse que gostaria de dividir as despesas com alguém. Mas tenho que avisá-lo, o sujeito ronca até não mais poder… Tanto que os vizinhos telefonam queixando-se de que não conseguem dormir.

- Sem problema, fico com o quarto, preciso dormir!

O rececionista apresenta os hóspedes um ao outro e diz que o jantar está servido, para quem quiser.

No dia seguinte, o vendedor desce ao restaurante para tomar café e, contrariando as expectativas, estava bem disposto.

O rececionista pergunta:

- O senhor conseguiu dormir?

- Sem problema!

- Mas os roncos não o atrapalharam?

- Nada! Ele não roncou nem por um minuto.

- Como assim?

- Bom, foi simples. O sujeito já estava dormindo quando entrei no quarto. Então me aproximei da cama dele e beijei o rabo dele, dizendo: "Boa noite, coisa linda…", e o sujeito passou a noite toda, sentado na cama, olhando-me assustado, com medo de dormir.

Mais anedotas de Ignorância

Não abriu!

Numa segunda-feira um indivíduo andava muito triste, quando aparece um amigo:

- Então, o que foi que se passou?

- Eu avisei o Joaquim que o povo desta terra é muito religioso.

- Eu sei, já cá estou há vinte anos. Mas o que é que isso tem a ver com o Joaquim?

- Ele ontem saltou de paraquedas e morreu.

- O paraquedas não abriu?

- Exatamente. Apesar de estar cá há pouco tempo, ele já devia saber que nada abre aos domingos…

Beijinhos

Num comboio, à frente de um velhinho, ia um casal de namorados na brincadeira.

O rapaz aperta o nariz da namorada e pergunta:

- Dói amorzinho?

- Dói - responde ela.

E então ele dá um beijo no nariz da rapariga e pergunta:

- E agora?

- Agora já passou.

Passados alguns instantes, ele aperta a bochecha da rapariga e pergunta:

- Dói?

- Dói.

Então ele dá-lhe um beijo na bochecha e pergunta:

- E agora?

- Agora já passou.

E continuam assim até que o velho que ia atrás deles, já cansado daquilo, diz:

- Ouve lá, boquinha do Espírito Santo, curas hemorroidas?

Suicídio

Estava um polícia a fazer uma investigação e diz, convicto:

- Não há dúvida. Este homem suicidou-se.

- Mas como é que é possível? Então não foi o outro que o matou, com a metralhadora? - pergunta o colega, admirado.

- Foi. Mas quem o mandou fazer frente-a-frente a uma metralhadora com uma simples pistola?