Um vendedor, que precisa repousar, chega a uma cidade do interior, já cansado do seu dia de trabalho e vai para o único hotel da cidade, mas que, infelizmente, não tem mais vaga.
O sujeito entra e diz:
- Dê um jeito, por favor, que preciso dormir, nem que seja uma cama apenas.
O rececionista responde:
- Olha, tenho um quarto com duas camas, onde está hospedado um sujeito que me disse que gostaria de dividir as despesas com alguém. Mas tenho que avisá-lo, o sujeito ronca até não mais poder… Tanto que os vizinhos telefonam queixando-se de que não conseguem dormir.
- Sem problema, fico com o quarto, preciso dormir!
O rececionista apresenta os hóspedes um ao outro e diz que o jantar está servido, para quem quiser.
No dia seguinte, o vendedor desce ao restaurante para tomar café e, contrariando as expectativas, estava bem disposto.
O rececionista pergunta:
- O senhor conseguiu dormir?
- Sem problema!
- Mas os roncos não o atrapalharam?
- Nada! Ele não roncou nem por um minuto.
- Como assim?
- Bom, foi simples. O sujeito já estava dormindo quando entrei no quarto. Então me aproximei da cama dele e beijei o rabo dele, dizendo: "Boa noite, coisa linda…", e o sujeito passou a noite toda, sentado na cama, olhando-me assustado, com medo de dormir.
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Falhou
Bom, tinha um pai morcego que resolveu colocar seus filhos para caçar.
Manda o primeiro.
Voltou com a boca cheia de sangue, seu pai lhe deu os parabéns e perguntou:
- Parabéns, 30 minutos foi muito bem, o que você mordeu?
E o filho reponde:
- Está vendo aquele cachorro ali?
O pai diz:
- Sim.
E o filho responde:
- Fui nele.
Dai o segundo volta depois de 15 minutos com a boca cheia de sangue. Seu pai diz:
- Parabéns, 51 minutos! O que você mordeu?
E o filho responde:
- Ta vendo aquele homem ali? Eu mordi ele.
E o pai feliz diz:
- Parabéns filho.
Dai saiu o terceiro, e dai depois de 3 minutos ele voltou com a boca cheia de sangue, e o pai lhe pergunta:
- Parabéns filho, 3 minutos é muito melhor que os outros - e lhe pergunta - o que você mordeu?
E o filho lhe responde:
- Pai, está vendo aquele muro ali?
E o pai responde:
- Estou!
- Mas eu não vi pai.
Manda o primeiro.
Voltou com a boca cheia de sangue, seu pai lhe deu os parabéns e perguntou:
- Parabéns, 30 minutos foi muito bem, o que você mordeu?
E o filho reponde:
- Está vendo aquele cachorro ali?
O pai diz:
- Sim.
E o filho responde:
- Fui nele.
Dai o segundo volta depois de 15 minutos com a boca cheia de sangue. Seu pai diz:
- Parabéns, 51 minutos! O que você mordeu?
E o filho responde:
- Ta vendo aquele homem ali? Eu mordi ele.
E o pai feliz diz:
- Parabéns filho.
Dai saiu o terceiro, e dai depois de 3 minutos ele voltou com a boca cheia de sangue, e o pai lhe pergunta:
- Parabéns filho, 3 minutos é muito melhor que os outros - e lhe pergunta - o que você mordeu?
E o filho lhe responde:
- Pai, está vendo aquele muro ali?
E o pai responde:
- Estou!
- Mas eu não vi pai.
O baú
O João casou-se com a Joana e no dia do casamento a Joana levou para casa um grande baú.
Pediu para que João respeitasse a sua individualidade e nunca abrisse o baú.
Durante 50 anos de casamento, o João nunca abriu o baú.
No entanto, o João não aguentou e perguntou à Joana o que tinha naquele baú.
Ela resolve mostrar o baú.
Ao abrir, João viu 60 mil euros e quatro batatas.
Curioso, perguntou porquê quatro batatas.
Ela confessa:
- De cada vez que te trai, coloquei uma batata no baú.
O João ficou furioso, mas pensou um pouco e disse para si mesmo:
- "Vou perdoar… Quatro batatas em 50 anos, significam uma traição a cada 12,5 anos."
Então ele perguntou o que significavam os 60 mil euros.
Responde a Joana:
- Sempre que o baú ficava cheio de batatas, eu vendia-as.
Pediu para que João respeitasse a sua individualidade e nunca abrisse o baú.
Durante 50 anos de casamento, o João nunca abriu o baú.
No entanto, o João não aguentou e perguntou à Joana o que tinha naquele baú.
Ela resolve mostrar o baú.
Ao abrir, João viu 60 mil euros e quatro batatas.
Curioso, perguntou porquê quatro batatas.
Ela confessa:
- De cada vez que te trai, coloquei uma batata no baú.
O João ficou furioso, mas pensou um pouco e disse para si mesmo:
- "Vou perdoar… Quatro batatas em 50 anos, significam uma traição a cada 12,5 anos."
Então ele perguntou o que significavam os 60 mil euros.
Responde a Joana:
- Sempre que o baú ficava cheio de batatas, eu vendia-as.
Um a dez
Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.
Entra o primeiro candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
- Por que é que contou de trás para a frente?
- É que eu trabalhava na NASA.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o segundo candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
- Porque eu trabalhava como carteiro.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o terceiro e último candidato:
- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?
- Era funcionário público.
- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?
- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.
Entra o primeiro candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
- Por que é que contou de trás para a frente?
- É que eu trabalhava na NASA.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o segundo candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
- Porque eu trabalhava como carteiro.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o terceiro e último candidato:
- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?
- Era funcionário público.
- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?
- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.