Anedotas Club

Anedotas de Alentejanos

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Alta golpada

Um alentejano apanha um comboio até ao Porto e senta-se ao lado de um senhor muito bem vestido. Mete conversa:

- Por acaso o senhor nunca apareceu na televisão?

- Sim, eu costumo ir a muitos concursos de cultura geral.

Como a viagem vai ser longa, não quer fazer um jogo comigo?

- Vamos a isso!

- Então fazemos assim: como eu tenho mais cultura do que o meu amigo, você faz-me uma pergunta sobre um assunto qualquer e se eu não souber responder, dou-lhe 20 euros.

A seguir faço-lhe eu uma pergunta e se não souber a resposta, dá-me só 10 euros. Concorda?

- Parece-me bem...

- Então, eu faço-lhe a primeira pergunta: diga-me o nome do autor da peça "Who's afraid of Virgínia Wolf" ...

- Por acaso não estou a ver quem seja...

- A resposta era Edward Albee... Dê-me os 10 euros e faça-me uma pergunta qualquer.

- Tome lá o dinheiro. Bem, agora é a minha vez: qual o animal que vive na planície alentejana, tem dois focinhos e cinco patas?

- Olhe, essa nem eu sei.

- Então, passe para cá 20 euros.

- Faz favor. Mas agora diga-me, que raio de animal é esse?

- Também não sei. Tome lá 10 euros.

Mais anedotas de Alentejanos

Filosofia alentejana

Pensamento de um alentejano:

- Penso, logo exausto!

A rusga

Zé da Boina, que estava só devido à maternidade da sua mulher, vai a uma casa de meninas e saca logo três para a cama. Entretanto vem a rusga da PSP e grita:

- O que se passa aqui e quem são vocês?

Diz uma delas:

- Eu sou cabeleireira!

Diz a outra:

- Eu sou manicura!

Por fim diz a terceira:

- Eu sou pédicure!

Zé da Boina assustado grita:

- Mauuu… Querem ver que a p*** aqui sou eu!?!?!?

Oferta de casaco de peles

Um homem economiza o dinheiro necessário para comprar um casaco de peles para a sua esposa.

No dia de aniversário dela, à noite, a grande surpresa: ele entrega-lhe o valioso presente.

Ela recebe o casaco, encosta-o ao pescoço e fica a fazer-lhe festas com grande contentamento.

Diz ela:

- Não é incrível? Uma coisa destas, tão linda, tão maravilhosa, vir de um animal tão desajeitado, pequeno, feio e insignificante.

- Ouve lá, pá... se não queres o presente, tudo bem, mas ao menos não me insultes!