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Anedotas de Animais

Um jantar na selva

O leão e a gazela entram num restaurante na selva e chamam o empregado:

- Eu queria uma salada mista de grama, relva e capim - pede a gazela.

- Pois não. E o senhor, o que vai pedir? - diz o empregado ao leão.

- Nada, obrigado.

- Ele não está com fome? - pergunta o empregado para a gazela acompanhante.

- Você acha que se ele estivesse com fome eu estaria aqui sentada?

Mais anedotas de Animais

Preciso de um empurro!

De madrugada, um casal acorda ao som insistente da campainha.

O dono da casa levanta-se e, pela janela, pergunta:

- O que é que você quer?

- Preciso que alguém me empurre. A sua casa é a única na região. Só você me pode empurrar!

Revoltado, o homem replica:

- São quatro da madrugada e pede-me para o empurrar! Você está bêbado!

E volta para a cama. A mulher não gostou da atitude do marido:

- Exageraste! Bem podias ter ajudado o indivíduo.

- Empurrá-lo? Ele está é bêbado!

- Mais um motivo. Ele não vai conseguir andar sozinho. Logo tu, que és sempre tão prestável…

Mordido pelos remorsos, o marido veste-se e vai para a rua:

- Hei, eu vou ajudá-lo. Onde está?

E o bêbado, gritando do fundo do jardim:

- Aqui, no baloiço!

Alentejano no aeroporto

Um alentejano ia pela primeira vez fazer uma viagem de avião, quando um computador com voz, que fazia a identificação dos passageiros, lhe cativa atenção.

Mal o alentejano passou, o computador acusou: "Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455".

Impressionado, o Manuel vai ao WC, rapa o bigode e muda de camisa.

Ao passar pelo computador a voz acusou novamente: "Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455".

Mas o Manuel não se deu por vencido.

Voltou ao WC, fez uma maquilhagem perfeita, colocou uma peruca e um vestido de mulher.

E pensou:

- "Agora sempre quero ver se a porcaria da máquina me reconhece…"

Ao passar, o computador diz: "Manuel, 52 anos, português, casado, por causa das suas tretas, acaba de perder o voo 1455".

Escrevendo uma carta

O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:

- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."

Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:

- Para quem é essa carta?

- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.

- E o que está escrito nela?

- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!