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Anedotas de Loucos

Tricô

Estão dois malucos no manicómio.

Um deles está a tricotar uma camisola de lã muito depressa.

O outro pergunta-lhe:

- Então, pá? Porque é que estás a tricotar tão depressa?

- Eh, pá, não me distraias, que estou a tentar acabar esta camisola antes que a lã acabe!

Mais anedotas de Loucos

Juiz vai à Câmara Municipal de Cuba

Um juiz teve de ir tratar de uns assuntos à Câmara Municipal de Cuba.

Foi de comboio.

Chegado à estação de Cuba, não encontrou ninguém a quem perguntar onde era a câmara.

Apenas um alentejano se encontrava na estação, quase deitado num banco, meio dormitando, com o chapéu posto sobre os olhos e com as mãos nas algibeiras.

Não encontrando mesmo mais ninguém, o juiz resolveu perguntar ao alentejano:

- O senhor, por favor, podia indicar-me onde é a Câmara Municipal de Cuba?

O alentejano, praticamente sem se mexer e sem falar, abanou apenas a ponta do pé indicando a direção.

O juiz, espantado, disse:

- Nunca vi tamanha prova de preguiça na minha vida! Se me der outra demonstração dessas dou-lhe cinquenta euros!

O alentejano respondeu:

- Meta-os aqui na algibeira.

Com que então, com que então!

Um senhor já de idade estava lendo o seu jornal sentado na cadeira de balanço na varanda da sua casa.

De repente chega a sua mulher e mete a panela bem forte na cabeça de seu marido.

- Páaaaaaaaaaaaaaa!

Ele assustado pergunta:

- Mas o que foi?!

Ela responde:

- O que era aquele papel escrito com números e o nome de uma mulher chamada Marylu?

Ele explica:

- Mas amor do meu coração! Não te lembras daquele dia?

- Qual dia?

- Aquele em que apostei num cavalo!

- E então?

- O número era da quantia e o nome era do cavalo!

- Desculpa, por favor!

Passa alguns dias e ela volta a bater com a panela na cabeça dele!

- Então pá?!

- O cavalo está-te a ligar!

Um jantar na selva

O leão e a gazela entram num restaurante na selva e chamam o empregado:

- Eu queria uma salada mista de grama, relva e capim - pede a gazela.

- Pois não. E o senhor, o que vai pedir? - diz o empregado ao leão.

- Nada, obrigado.

- Ele não está com fome? - pergunta o empregado para a gazela acompanhante.

- Você acha que se ele estivesse com fome eu estaria aqui sentada?