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Anedotas de Alentejanos

Amigos, amigos, porcos à parte

Há dois alentejanos que vão à feira de Beja e compram dois porcos, um para cada um.

Então, chegam à aldeia e metem os dois porcos na mesma pocilga.

Entretanto, anoitece e um dos compadres começa-se a lembrar:

"Os dois porcos estão na pocilga. Temos de fazer um sinal aos porcos para saber qual é o porco de um e o porco do outro."

No outro dia, diz um compadre para o outro:

- Compadre, temos de fazer um sinal aos porcos para saber qual é o porco de um e o porco do outro!

- Tá bem!

No outro dia encontram-se, e diz um para o outro:

- Então compadre, já fez o sinal ao porco?

- Já sim senhor! Cortei-lhe metade do rabo.

- Ó compadre, você não quer lá ver que eu fiz o mesmo ao meu?!

- Não há problema compadre! A gente faz outro sinal.

No outro dia:

- Então compadre, qual foi o sinal que fez desta vez ao porco?

- Olhe compadre, cortei-lhe metade da orelha direita!

- Ó compadre, você não quer lá ver que eu fiz o mesmo ao meu?!

- Mas olhe! Deixe lá isso, você fica com o branco que eu fico com o preto!…

Mais anedotas de Alentejanos

Gato maluco

Depois de passar a noite com a amante, o marido entra em casa e percebe que está com um arranhão na cara feito pela amante.

Ao ver o gato estendido no sofá, tem a brilhante ideia de assustar o animal, que acaba por miar alto!

Com o barulho, a mulher acorda assustada e pergunta:

- Que barulho foi esse?

- Foi o gato! - responde o marido - entrei em casa e ele atirou-se a mim e arranhou-me!

- É verdade! - concorda a mulher - este gato está impossível! Olha só o chupão que ele me deu no pescoço!

Peixinho frito

Um homem muito pobre, que passava os dias a pedir de porta em porta, um dia bate à porta de uma senhora bastante rica…

- Minha senhora, dê-me qualquer coisa para comer…

A senhora:

- Gosta de peixe frito de um dia para o outro?

- Gosto sim - prontamente responde o pobre…

Ao qual a senhora diz:

- Então venha cá amanhã que eu vou fritá-lo hoje!

Tristezas da vida

Uma loira chega ao trabalho num pranto.

- O que se passa? - pergunta-lhe o patrão.

- A minha mãe morreu - diz a loira a soluçar.

- Os meus sentimentos - diz o patrão - olhe, vá para casa, descanse.

- Não - replica a loira - se for para casa é pior. Se ficar aqui, ao menos não penso nisso.

Passado umas horas, o patrão repara que a loura está a chorar compulsivamente.

Preocupado, diz-lhe o patrão:

- Sente-se bem?

- Não - responde a loira - acabo de falar ao telefone com a minha irmã que disse que a mãe dela também morreu.