Ícone Anedotas

Anedotas de Alentejanos

Amigos, amigos, porcos à parte

Há dois alentejanos que vão à feira de Beja e compram dois porcos, um para cada um.

Então, chegam à aldeia e metem os dois porcos na mesma pocilga.

Entretanto, anoitece e um dos compadres começa-se a lembrar:

"Os dois porcos estão na pocilga. Temos de fazer um sinal aos porcos para saber qual é o porco de um e o porco do outro."

No outro dia, diz um compadre para o outro:

- Compadre, temos de fazer um sinal aos porcos para saber qual é o porco de um e o porco do outro!

- Tá bem!

No outro dia encontram-se, e diz um para o outro:

- Então compadre, já fez o sinal ao porco?

- Já sim senhor! Cortei-lhe metade do rabo.

- Ó compadre, você não quer lá ver que eu fiz o mesmo ao meu?!

- Não há problema compadre! A gente faz outro sinal.

No outro dia:

- Então compadre, qual foi o sinal que fez desta vez ao porco?

- Olhe compadre, cortei-lhe metade da orelha direita!

- Ó compadre, você não quer lá ver que eu fiz o mesmo ao meu?!

- Mas olhe! Deixe lá isso, você fica com o branco que eu fico com o preto!…

Mais anedotas de Alentejanos

Dois é demais

O chefe de uma empresa foi testar a bondade de seus funcionários: aumentou 500 euros no salário de um deles.

Passou um mês assim.

No outro mês foi diferente: tirou 500 euros de seu salário.

Um dia o funcionário foi reclamar:

- Patrão, por que esse mês foi diferente? Teve algum problema? O senhor tirou 500 euros do meu salário?

- Estranho. No mês passado eu aumentei seu salário 500 euros. Por que você não veio reclamar mês passado?

- Porque um erro tudo bem, mas dois já é demais!

O roubo

Dois alentejanos assaltaram um banco, fugiram de carro e, quando se julgaram a salvo, pararam numa estrada secundária a descansar.

Diz um:

- Atão, aproveitamos para contar o dinheiro?

Responde o outro:

- ‘Nã vale a pena essa trabalhêra! Logo no Telejornal dizem quanto é!

Últimas palavras

Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações.

Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.

O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.

O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.

No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.

Ele aproveita a presença de todos e diz:

- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.

Ele abre o bloco e lê em voz alta:

- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!