A professora diz aos alunos:
- Quem fez o trabalho de casa sem ajuda, que ponha o dedo no ar!
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
- Agora quem fez com a ajuda da família, que ponha o dedo no ar! - pede a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
- E quem fez com ajuda de outras pessoas, que ponha o dedo no ar! - diz a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
A professora então pergunta:
- Então Joãozinho, qual foi a tua ajuda?
À qual o Joãozinho responde:
- A calculadora!
Anedotas de Joãozinho
Mais anedotas de Joãozinho
Médico atende avô
Um médico urologista atende o próprio avô no consultório:
- Como está indo a vida, meu neto?
- Está tudo, avô. E o senhor? Como vai a avó?
- Vai indo, vai indo. Filho, quer dizer, neto, eu vim aqui falar contigo porque quero saber tudo sobre Viagra!
- Ah, avô… O Viagra é um remédio bom, mas é bem caro.
- Quanto custa?
- São sessenta euros cada comprimido, avô!
- Tens razão. É caro.
- Não disse?
- Mas mesmo assim eu quero experimentar! Eu te pago amanhã, sem falta!
Assim o neto entrega o comprimido para o avô, que sai de lá todo contente.
No dia seguinte ele está de volta ao consultório com quinhentos e sessenta euros!
- Avô, o senhor entendeu errado! Eu disse que o comprimido era sessenta e não quinhentos e sessenta.
- Eu sei. Os sessenta euros são meus. Os outros quinhentos foi a sua avó que mandou!
- Como está indo a vida, meu neto?
- Está tudo, avô. E o senhor? Como vai a avó?
- Vai indo, vai indo. Filho, quer dizer, neto, eu vim aqui falar contigo porque quero saber tudo sobre Viagra!
- Ah, avô… O Viagra é um remédio bom, mas é bem caro.
- Quanto custa?
- São sessenta euros cada comprimido, avô!
- Tens razão. É caro.
- Não disse?
- Mas mesmo assim eu quero experimentar! Eu te pago amanhã, sem falta!
Assim o neto entrega o comprimido para o avô, que sai de lá todo contente.
No dia seguinte ele está de volta ao consultório com quinhentos e sessenta euros!
- Avô, o senhor entendeu errado! Eu disse que o comprimido era sessenta e não quinhentos e sessenta.
- Eu sei. Os sessenta euros são meus. Os outros quinhentos foi a sua avó que mandou!
Árabes e judeus
O árabe vai à loja do judeu para comprar soutiens pretos.
O judeu, pressentindo bons negócios, diz que são raros e poucos e vende por 40 euros cada um.
O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.
O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.
Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta por 75 euros cada.
O judeu, curioso, pergunta-lhe o que faz com tantos soutiens pretos.
Diz o árabe:
- Corto o soutien em dois, faço dois chapeuzinhos e vendo aos judeus por 100 euros cada.
O judeu, pressentindo bons negócios, diz que são raros e poucos e vende por 40 euros cada um.
O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.
O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.
Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta por 75 euros cada.
O judeu, curioso, pergunta-lhe o que faz com tantos soutiens pretos.
Diz o árabe:
- Corto o soutien em dois, faço dois chapeuzinhos e vendo aos judeus por 100 euros cada.
O baú
O João casou-se com a Joana e no dia do casamento a Joana levou para casa um grande baú.
Pediu para que João respeitasse a sua individualidade e nunca abrisse o baú.
Durante 50 anos de casamento, o João nunca abriu o baú.
No entanto, o João não aguentou e perguntou à Joana o que tinha naquele baú.
Ela resolve mostrar o baú.
Ao abrir, João viu 60 mil euros e quatro batatas.
Curioso, perguntou porquê quatro batatas.
Ela confessa:
- De cada vez que te trai, coloquei uma batata no baú.
O João ficou furioso, mas pensou um pouco e disse para si mesmo:
- "Vou perdoar… Quatro batatas em 50 anos, significam uma traição a cada 12,5 anos."
Então ele perguntou o que significavam os 60 mil euros.
Responde a Joana:
- Sempre que o baú ficava cheio de batatas, eu vendia-as.
Pediu para que João respeitasse a sua individualidade e nunca abrisse o baú.
Durante 50 anos de casamento, o João nunca abriu o baú.
No entanto, o João não aguentou e perguntou à Joana o que tinha naquele baú.
Ela resolve mostrar o baú.
Ao abrir, João viu 60 mil euros e quatro batatas.
Curioso, perguntou porquê quatro batatas.
Ela confessa:
- De cada vez que te trai, coloquei uma batata no baú.
O João ficou furioso, mas pensou um pouco e disse para si mesmo:
- "Vou perdoar… Quatro batatas em 50 anos, significam uma traição a cada 12,5 anos."
Então ele perguntou o que significavam os 60 mil euros.
Responde a Joana:
- Sempre que o baú ficava cheio de batatas, eu vendia-as.