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Anedotas de Joãozinho

Ajuda de quem

A professora diz aos alunos:

- Quem fez o trabalho de casa sem ajuda, que ponha o dedo no ar!

O Joãozinho não põe o dedo no ar.

- Agora quem fez com a ajuda da família, que ponha o dedo no ar! - pede a professora.

O Joãozinho não põe o dedo no ar.

- E quem fez com ajuda de outras pessoas, que ponha o dedo no ar! - diz a professora.

O Joãozinho não põe o dedo no ar.

A professora então pergunta:

- Então Joãozinho, qual foi a tua ajuda?

À qual o Joãozinho responde:

- A calculadora!

Mais anedotas de Joãozinho

À espera

Era dia de exames de rotina no hospício para ver se havia algum louco que podia ser libertado.

Assim que foi dado o sinal, todos os funcionários começaram a gritar:

- O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO! O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO!

Imediatamente os loucos atiraram-se ao chão e começaram a nadar freneticamente.

Ao ver que um continuava sentado num banco, com um ar de sossego, o médico perguntou:

- Por que é que tu não estás a nadar?

E o louco respondeu:

- Você pensa que eu sou tonto?

Aí o médico pensou:

- "Este já deve estar bom."

E o louco continua:

- Vou esperar pelo barco!

Risco no sete

Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.

Qual será a origem desse costume?

Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.

Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.

Quando chegou no sete, Moisés disse:

- Não desejarás a mulher do próximo!

Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:

- Risca o sete, risca o sete!

Desapareceu?

Seguiu o meu conselho e dormiu de janela aberta? - pergunta o médico.

- Segui - responde o paciente.

- E a asma desapareceu?

- Não, mas o relógio, a televisão, o MP3 e o PC desapareceram.