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Anedotas de Joãozinho

Ajuda de quem

A professora diz aos alunos:

- Quem fez o trabalho de casa sem ajuda, que ponha o dedo no ar!

O Joãozinho não põe o dedo no ar.

- Agora quem fez com a ajuda da família, que ponha o dedo no ar! - pede a professora.

O Joãozinho não põe o dedo no ar.

- E quem fez com ajuda de outras pessoas, que ponha o dedo no ar! - diz a professora.

O Joãozinho não põe o dedo no ar.

A professora então pergunta:

- Então Joãozinho, qual foi a tua ajuda?

À qual o Joãozinho responde:

- A calculadora!

Mais anedotas de Joãozinho

Carta misteriosa

O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:

- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."

Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:

- Para quem é essa carta?

- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.

- E o que está escrito nela?

- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!

Nem pensar!

Depois de vários anos de casado e depois de muito relutar, o marido concorda em levar a sogra e a esposa para conhecer Jerusalém.

Assim que desceram do avião, a velha teve um ataque cardíaco e morreu abruptamente.

Passado o susto inicial, o sujeito foi verificar os procedimentos necessários para mandar o corpo de volta ao Brasil.

- Você vai gastar aproximadamente dez mil dólares - informou-lhe uma funcionária.

- Dez mil?

Com medo de que o marido também tivesse um enfarte, a esposa tentou aliviar:

- Querido, se você quiser enterrá-la aqui mesmo, eu não me importo.

- Enterrá-la aqui em Jerusalém? De jeito nenhum!

- Por que não?

- Há dois mil anos atrás teve um sujeito que foi enterrado aqui e ressuscitou depois de três dias!

Beijinhos

Num comboio, à frente de um velhinho, ia um casal de namorados na brincadeira.

O rapaz aperta o nariz da namorada e pergunta:

- Dói amorzinho?

- Dói - responde ela.

E então ele dá um beijo no nariz da rapariga e pergunta:

- E agora?

- Agora já passou.

Passados alguns instantes, ele aperta a bochecha da rapariga e pergunta:

- Dói?

- Dói.

Então ele dá-lhe um beijo na bochecha e pergunta:

- E agora?

- Agora já passou.

E continuam assim até que o velho que ia atrás deles, já cansado daquilo, diz:

- Ouve lá, boquinha do Espírito Santo, curas hemorroidas?