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Anedotas de Joãozinho

Ajuda de quem

A professora diz aos alunos:

- Quem fez o trabalho de casa sem ajuda, que ponha o dedo no ar!

O Joãozinho não põe o dedo no ar.

- Agora quem fez com a ajuda da família, que ponha o dedo no ar! - pede a professora.

O Joãozinho não põe o dedo no ar.

- E quem fez com ajuda de outras pessoas, que ponha o dedo no ar! - diz a professora.

O Joãozinho não põe o dedo no ar.

A professora então pergunta:

- Então Joãozinho, qual foi a tua ajuda?

À qual o Joãozinho responde:

- A calculadora!

Mais anedotas de Joãozinho

Em cima da hora

Por que é que os alentejanos dormem em cima do despertador?

Para acordarem em cima da hora.

Coincidências

Um criador de galinhas vai ao bar local, senta-se ao lado de uma mulher e pede uma taça de champanhe.

A mulher comenta:

- Que coincidência! Eu também pedi uma taça de champanhe.

- Hoje é um dia especial para mim - diz o fazendeiro - Estou a festejar.

- Hoje é um dia especial para mim também! - diz a mulher - Eu também estou a festejar.

- Que coincidência! - diz o fazendeiro.

Enquanto abrem as taças ele pergunta:

- O que é que a senhora está a celebrar?

- Eu e meu marido há uns tempos que andamos a tentar ter um filho e hoje o meu ginecologista disse-me que estou grávida.

- Que coincidência! - diz o homem - Sou criador de galinhas e durante muitos anos as minhas galinhas não eram férteis. Mas consegui! Elas hoje começaram a pôr ovos férteis.

- Isso é ótimo - diz a mulher - Como é que conseguiu que as suas galinhas ficassem férteis?

- Usei um galo diferente - diz ele.

A mulher sorri, brinda novamente e diz:

- Que coincidência!

Esquecimento

Três idosas estavam a comentar os seus problemas de velhice.

A primeira diz:

- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando eu estou de pé ao lado da cama, eu não sei se eu acabei de acordar ou se vou dormir.

A segunda diz:

- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando a porta do frigorífico está aberta, eu não sei se eu acabei de guardar alguma comida ou se estava a buscar alguma coisa.

A terceira, dando três batidas na madeira, diz:

- Credo, que Deus me livre. Eu não quero ficar assim.

E continuou:

- Bem, eu já volto. Esperem aí que eu vou abrir a porta pois alguém está a bater.