O Joãozinho pergunta à mãe:
- Mãe, posso fazer-te uma pergunta?
- Claro que sim, filho.
- Preferias que eu partisse a perna ou o vaso de prata?
- Que pergunta tão tola, Joãozinho. Claro que preferia que partisses o vaso de prata.
- Então podes ficar contente!
- Porquê?
- Porque eu não parti a perna.
Anedotas de Joãozinho
Mais anedotas de Joãozinho
Tricô
Estão dois malucos no manicómio.
Um deles está a tricotar uma camisola de lã muito depressa.
O outro pergunta-lhe:
- Então, pá? Porque é que estás a tricotar tão depressa?
- Eh, pá, não me distraias, que estou a tentar acabar esta camisola antes que a lã acabe!
Um deles está a tricotar uma camisola de lã muito depressa.
O outro pergunta-lhe:
- Então, pá? Porque é que estás a tricotar tão depressa?
- Eh, pá, não me distraias, que estou a tentar acabar esta camisola antes que a lã acabe!
Escolha difícil
Um rapaz entra numa barbearia e o barbeiro sussurra para o seu cliente:
- Esta é a criança mais idiota do mundo. Deixe-me provar-lhe.
O barbeiro coloca uma moeda de 1 euro numa mão e uma de 20 cêntimos na outra, e em seguida, chama o rapaz e pergunta:
- Qual delas é que tu queres, filho?
O menino pega na moeda de 20 cêntimos e sai.
- O que foi que eu disse? - diz o barbeiro - aquela criança nunca aprende!
Mais tarde, quando o cliente sai, ele vê o mesmo rapaz que estava a sair da loja de gelados.
- Então rapaz! Posso fazer-te uma pergunta? Por que é que pegaste na moeda de 20 cêntimos em vez da de 1 euro?
O menino lambe o gelado e responde:
- Porque no dia que eu ficar com a de 1 euro, o jogo acaba!
- Esta é a criança mais idiota do mundo. Deixe-me provar-lhe.
O barbeiro coloca uma moeda de 1 euro numa mão e uma de 20 cêntimos na outra, e em seguida, chama o rapaz e pergunta:
- Qual delas é que tu queres, filho?
O menino pega na moeda de 20 cêntimos e sai.
- O que foi que eu disse? - diz o barbeiro - aquela criança nunca aprende!
Mais tarde, quando o cliente sai, ele vê o mesmo rapaz que estava a sair da loja de gelados.
- Então rapaz! Posso fazer-te uma pergunta? Por que é que pegaste na moeda de 20 cêntimos em vez da de 1 euro?
O menino lambe o gelado e responde:
- Porque no dia que eu ficar com a de 1 euro, o jogo acaba!
Quem conseguirá?
A CIA resolveu recrutar um atirador.
Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.
Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.
- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.
Responde o francês:
- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!
- Então você não serve, responde a CIA.
Ao inglês deram as mesmas instruções.
Ele pegou na arma e entrou na sala.
Durante 5 minutos tudo muito calmo.
Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.
- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.
- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.
Chegou enfim a vez do português!
Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.
Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.
A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.
Após alguns minutos fica tudo muito calmo.
A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:
- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.
Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.
Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.
- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.
Responde o francês:
- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!
- Então você não serve, responde a CIA.
Ao inglês deram as mesmas instruções.
Ele pegou na arma e entrou na sala.
Durante 5 minutos tudo muito calmo.
Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.
- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.
- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.
Chegou enfim a vez do português!
Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.
Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.
A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.
Após alguns minutos fica tudo muito calmo.
A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:
- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.