O Joãozinho pergunta à mãe:
- Mãe, posso fazer-te uma pergunta?
- Claro que sim, filho.
- Preferias que eu partisse a perna ou o vaso de prata?
- Que pergunta tão tola, Joãozinho. Claro que preferia que partisses o vaso de prata.
- Então podes ficar contente!
- Porquê?
- Porque eu não parti a perna.
Anedotas de Joãozinho
Mais anedotas de Joãozinho
Vamos fingir!
O padre e a freira estão viajando pelo Canadá e acabam ficando presos numa tempestade de neve.
Por sorte, encontram uma cabana abandonada e resolvem passar a noite ali mesmo.
Como só havia uma cama, o padre improvisa um colchão e deita-se no chão.
Logo ele ouve a voz da freira:
- Padre, estou com frio!
Ele levanta-se, vai até um armário, pega um cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.
- Padre, ainda estou com frio! - geme a freira.
Ele levanta-se novamente, vai até o armário, pega outro cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.
- Padre, ainda estou com muito frio! - geme a freira, pela terceira vez.
- Escuta irmã - diz ele, sem se levantar. - Eu tenho uma ideia, já que estamos aqui perdidos, a milhares de quilómetros de distância da civilização e tudo o que fizermos nessa cabana só ficará entre nós dois, que tal se fingíssemos que somos casados?
- Por mim está ótimo! - responde a freira.
- Então, levante-se dessa cama e pegue a porra do cobertor!
Por sorte, encontram uma cabana abandonada e resolvem passar a noite ali mesmo.
Como só havia uma cama, o padre improvisa um colchão e deita-se no chão.
Logo ele ouve a voz da freira:
- Padre, estou com frio!
Ele levanta-se, vai até um armário, pega um cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.
- Padre, ainda estou com frio! - geme a freira.
Ele levanta-se novamente, vai até o armário, pega outro cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.
- Padre, ainda estou com muito frio! - geme a freira, pela terceira vez.
- Escuta irmã - diz ele, sem se levantar. - Eu tenho uma ideia, já que estamos aqui perdidos, a milhares de quilómetros de distância da civilização e tudo o que fizermos nessa cabana só ficará entre nós dois, que tal se fingíssemos que somos casados?
- Por mim está ótimo! - responde a freira.
- Então, levante-se dessa cama e pegue a porra do cobertor!
Final feliz
Um homem e uma mulher se envolvem num acidente de grandes proporções: os carros são inteiramente destruídos, mas, por sorte, nenhum dos dois fica ferido.
Depois de conseguirem sair do que restou dos carros, a mulher diz:
- Olha só! Você, um homem, e eu, uma mulher, saímos ilesos de um acidente destes! Só pode ser um sinal de Deus! Ele está nos dando uma oportunidade para nos conhecermos e ficarmos juntos para o resto da vida!
- Concordo - responde o homem - isto deve ser um sinal divino!
A mulher continua:
- E olha só, um outro milagre: o meu carro ficou totalmente destruído, mas esta garrafa de uísque não partiu! Deve ser outro sinal. Vamos beber e comemorar esta sorte.
E ela entrega a garrafa ao homem.
Ele concorda, abre a garrafa, toma alguns goles diretamente da garrafa e devolve o frasco à mulher.
Ela a pega, coloca a tampa de volta, e a devolve ao homem.
Ele não entende o gesto e pergunta:
- Você não vai querer beber?
- Não! Eu vou esperar que a polícia chegue com o bafômetro…
Depois de conseguirem sair do que restou dos carros, a mulher diz:
- Olha só! Você, um homem, e eu, uma mulher, saímos ilesos de um acidente destes! Só pode ser um sinal de Deus! Ele está nos dando uma oportunidade para nos conhecermos e ficarmos juntos para o resto da vida!
- Concordo - responde o homem - isto deve ser um sinal divino!
A mulher continua:
- E olha só, um outro milagre: o meu carro ficou totalmente destruído, mas esta garrafa de uísque não partiu! Deve ser outro sinal. Vamos beber e comemorar esta sorte.
E ela entrega a garrafa ao homem.
Ele concorda, abre a garrafa, toma alguns goles diretamente da garrafa e devolve o frasco à mulher.
Ela a pega, coloca a tampa de volta, e a devolve ao homem.
Ele não entende o gesto e pergunta:
- Você não vai querer beber?
- Não! Eu vou esperar que a polícia chegue com o bafômetro…
Imediato! O meu casaco vermelho!
O capitão do navio encontra-se no seu camarote quando o imediato lhe vem dizer que avistaram um navio pirata que vem na sua direção.
O capitão sobe até ao convés, observa o navio ao longe com um telescópio e diz:
- Traz-me o meu casaco vermelho.
O imediato pergunta:
- Casaco vermelho? Mas… para quê? - Vamos combater daqui a nada.
- Se eu for ferido, não quero que a minha tripulação veja o meu sangue e se amedronte. Quero que combatam até ao fim sabendo que vamos ganhar!
O imediato vai buscar o casaco e a tripulação é vitoriosa na batalha.
Passado uma semana o imediato torna a chamar o capitão por causa de outro navio pirata.
O capitão torna a observar o navio, verifica que este é maior e diz:
- Traz-me o meu casaco vermelho e as minhas calças vermelhas.
O imediato assim faz, o capitão veste-se e travam nova batalha.
Uma vez mais, são vitoriosos.
Duas semanas depois o imediato torna a chamar o capitão para ver mais um navio pirata.
O capitão observa o navio ao longe e repara que este é de um tamanho colossal.
Diz o capitão:
- Imediato… traz-me as minhas calças castanhas…
O capitão sobe até ao convés, observa o navio ao longe com um telescópio e diz:
- Traz-me o meu casaco vermelho.
O imediato pergunta:
- Casaco vermelho? Mas… para quê? - Vamos combater daqui a nada.
- Se eu for ferido, não quero que a minha tripulação veja o meu sangue e se amedronte. Quero que combatam até ao fim sabendo que vamos ganhar!
O imediato vai buscar o casaco e a tripulação é vitoriosa na batalha.
Passado uma semana o imediato torna a chamar o capitão por causa de outro navio pirata.
O capitão torna a observar o navio, verifica que este é maior e diz:
- Traz-me o meu casaco vermelho e as minhas calças vermelhas.
O imediato assim faz, o capitão veste-se e travam nova batalha.
Uma vez mais, são vitoriosos.
Duas semanas depois o imediato torna a chamar o capitão para ver mais um navio pirata.
O capitão observa o navio ao longe e repara que este é de um tamanho colossal.
Diz o capitão:
- Imediato… traz-me as minhas calças castanhas…