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Anedotas de Joãozinho

Se não é uma, é outra!

O Joãozinho pergunta à mãe:

- Mãe, posso fazer-te uma pergunta?

- Claro que sim, filho.

- Preferias que eu partisse a perna ou o vaso de prata?

- Que pergunta tão tola, Joãozinho. Claro que preferia que partisses o vaso de prata.

- Então podes ficar contente!

- Porquê?

- Porque eu não parti a perna.

Mais anedotas de Joãozinho

Desta vez não perco!

Uma senhora levou a filha de 17 anos ao médico, queixando-se que a menina estava com vômitos, tonturas, e que tinha perdido o apetite.

Após o término da consulta, o médico concluiu:

- Minha senhora, a sua filha esta grávida de 3 meses!

- A minha filha? Ela nunca esteve sozinha com um homem! Não é verdade, minha filha?

- Eu nem sequer beijei ainda um homem, mãe!

O médico tira um binóculo da gaveta, aproxima-se da janela e ficou calado, a olhar para o infinito.

Passados minutos, a mãe, admirada e farta, perguntou ao médico o que se passava.

O médico respondeu:

- Da última vez que isto aconteceu, nasceu uma estrela no Oriente e chegaram três reis magos. Desta vez não vou perder o espetáculo!

Excesso de velocidade

O polícia de uma pequena cidade apanha um motorista por excesso de velocidade.

- Mas Guarda, eu posso explicar - responde o motorista.

- Fique quieto! Vou colocá-lo na cadeia até o chefe chegar! - diz o polícia.

- Mas, por favor, eu só queria dizer que…

- Silêncio! Você está preso!

Então, ele põe o homem numa cela, sozinho, e vai embora sem lhe dar atenção.

Horas mais tarde, o Guarda volta:

- O chefe está chegando! Sorte a sua que ele foi ao casamento da filha dele. Deve estar de bom humor.

- Duvido muito… Se tivesse me deixado falar, saberia que o noivo sou eu!

Últimas palavras

Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações.

Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.

O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.

O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.

No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.

Ele aproveita a presença de todos e diz:

- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.

Ele abre o bloco e lê em voz alta:

- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!