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Anedotas de Loiras

Viagens

Uma loira ia de férias para o Brasil.

Vai ao balcão de embarque e pergunta:

- Gostava de saber a duração da viagem de Portugal para o Brasil.

E diz a funcionária:

- Só um minuto…

E responde a loira:

- Ahh é rápido… muito obrigada!

Mais anedotas de Loiras

Um veterinário vai ao médico

Um veterinário sentia-se doente e foi ao médico.

O médico faz-lhe uma série de perguntas: quais os sintomas, qual a frequência dos mesmos, há quanto tempo os tem, etc.

A dada altura o veterinário chateia-se de estar a responder às perguntas e diz:

- Olhe lá! Eu sou veterinário e consigo descobrir o que os meus pacientes têm sem lhes fazer perguntas! Porque é que você não consegue fazer o mesmo?

O médico faz uma pausa, sem saber o que dizer.

Depois olha para os seus papéis e começa a escrever.

Quando termina, passa uma receita para as mãos do veterinário e diz-lhe:

- Aqui tem. Isto deve resolver o seu problema.

- Ótimo!

- Claro que se não resolver… vamos ter que o abater…

Noites fora de casa

A esposa passou a noite fora de casa.

Na manhã seguinte, explicou ao marido que tinha dormido na casa de uma amiga.

O marido, então, telefonou para dez amigas.

Nenhuma delas confirmou.

O marido passou a noite fora de casa.

Na manhã seguinte, explicou à mulher que tinha dormido na casa de um amigo.

A esposa, então, telefonou para dez amigos do marido.

Sete deles confirmaram, e os três restantes, além de confirmarem, garantem que ele ainda estava lá.

Quem conseguirá?

A CIA resolveu recrutar um atirador.

Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.

Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.

- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.

Responde o francês:

- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!

- Então você não serve, responde a CIA.

Ao inglês deram as mesmas instruções.

Ele pegou na arma e entrou na sala.

Durante 5 minutos tudo muito calmo.

Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.

- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.

- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.

Chegou enfim a vez do português!

Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.

Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.

A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.

Após alguns minutos fica tudo muito calmo.

A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:

- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.