O Zé marujo chega a casa, de madrugada, depois de 15 dias no mar, corre para o quarto e deu 3 quecas.
Quando acabou foi beber água e vê a esposa a beber café na sala!
- Amor, não estavas agora mesmo no quarto?
- Não, é a minha mãe que veio fazer-me companhia.
- Mas eu cheguei com saudades, pensei que eras tu e dei-lhe 3 quecas.
A esposa vai ao quarto:
- Então mãe! Porque não disse ao Zé que não era eu?
- Sabes bem que não falo com ele há 5 anos… não era agora que ia falar!
Anedotas de Família
Mais anedotas de Família
Não há razão para alarme!
Num avião de uma companhia internacional, um dos reatores rebenta no ar.
Os passageiros entram em pânico.
Logo a seguir rebenta outro.
O pânico acentua-se.
Da cabine dos pilotos vem a mensagem apaziguadora do comandante:
- Senhores passageiros, não há razão para alarme, agradeço que permaneçam nos seus lugares, a situação está completamente controlada.
Nisto rebenta o terceiro reator.
O chefe da cabine sai a correr do fundo do avião com três mochilas na mão.
Um dos aflitos passageiros arranja interpela-o:
- Desculpe, isso que leva aí é o quê?
- São para-quedas para a tripulação… - responde o tripulante.
Exclama o passageiro:
- Mas o capitão acabou de dizer que está tudo sob controle!
E responde o tripulante:
- E está! Nós vamos só sair um bocadinho para ir buscar ajuda…
Os passageiros entram em pânico.
Logo a seguir rebenta outro.
O pânico acentua-se.
Da cabine dos pilotos vem a mensagem apaziguadora do comandante:
- Senhores passageiros, não há razão para alarme, agradeço que permaneçam nos seus lugares, a situação está completamente controlada.
Nisto rebenta o terceiro reator.
O chefe da cabine sai a correr do fundo do avião com três mochilas na mão.
Um dos aflitos passageiros arranja interpela-o:
- Desculpe, isso que leva aí é o quê?
- São para-quedas para a tripulação… - responde o tripulante.
Exclama o passageiro:
- Mas o capitão acabou de dizer que está tudo sob controle!
E responde o tripulante:
- E está! Nós vamos só sair um bocadinho para ir buscar ajuda…
Casamento
Faltavam dois dias para o casamento, e o noivo vai procurar o padre:
- Padre, eu vim aqui propor um negócio. Eu trouxe mil euros, mas em troca gostava que o senhor tirasse algumas palavras do discurso de casamento, como "amar, honrar, ser fiel, …" Basta não dizer essas partes!
O padre aceita o dinheiro, e o noivo fica satisfeito.
Quando chega o dia do casamento, o padre olha para o noivo e diz:
- Promete viver apenas para ela, obedecer a cada uma das suas ordens, levar o café à cama todos os dias e jurar perante Deus que nunca terá olhos para outra mulher?
O noivo, sem palavras, acaba por concordar.
Mais tarde, durante a festa, chama o padre para um canto:
- Então? Eu pensei que tínhamos feito um acordo?!
O padre devolve-lhe os mil euros:
- Sinto muito, meu filho. Mas ela triplicou a tua oferta!
- Padre, eu vim aqui propor um negócio. Eu trouxe mil euros, mas em troca gostava que o senhor tirasse algumas palavras do discurso de casamento, como "amar, honrar, ser fiel, …" Basta não dizer essas partes!
O padre aceita o dinheiro, e o noivo fica satisfeito.
Quando chega o dia do casamento, o padre olha para o noivo e diz:
- Promete viver apenas para ela, obedecer a cada uma das suas ordens, levar o café à cama todos os dias e jurar perante Deus que nunca terá olhos para outra mulher?
O noivo, sem palavras, acaba por concordar.
Mais tarde, durante a festa, chama o padre para um canto:
- Então? Eu pensei que tínhamos feito um acordo?!
O padre devolve-lhe os mil euros:
- Sinto muito, meu filho. Mas ela triplicou a tua oferta!
Ajuda de quem
A professora diz aos alunos:
- Quem fez o trabalho de casa sem ajuda, que ponha o dedo no ar!
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
- Agora quem fez com a ajuda da família, que ponha o dedo no ar! - pede a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
- E quem fez com ajuda de outras pessoas, que ponha o dedo no ar! - diz a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
A professora então pergunta:
- Então Joãozinho, qual foi a tua ajuda?
À qual o Joãozinho responde:
- A calculadora!
- Quem fez o trabalho de casa sem ajuda, que ponha o dedo no ar!
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
- Agora quem fez com a ajuda da família, que ponha o dedo no ar! - pede a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
- E quem fez com ajuda de outras pessoas, que ponha o dedo no ar! - diz a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
A professora então pergunta:
- Então Joãozinho, qual foi a tua ajuda?
À qual o Joãozinho responde:
- A calculadora!