Era uma vez um pai com 3 filhos.
O mais velho pediu:
- Quero um carro. Na faculdade só eu é que não tenho carro!
- Só quando eu pagar o trator.
Vem o outro filho:
- Quero uma moto!
- Só quando eu pagar o trator.
A seguir vem o filho mais novo.
- Pai, quero uma bicicleta!
- Só quando eu pagar o trator.
O miúdo vai para o quintal amuado, vê o galo em cima da galinha, dá-lhe um pontapé e diz:
- Nesta casa enquanto o pai não pagar o trator anda tudo a pé!
Anedotas de Família
Mais anedotas de Família
Excesso de velocidade
O polícia de uma pequena cidade apanha um motorista por excesso de velocidade.
- Mas Guarda, eu posso explicar - responde o motorista.
- Fique quieto! Vou colocá-lo na cadeia até o chefe chegar! - diz o polícia.
- Mas, por favor, eu só queria dizer que…
- Silêncio! Você está preso!
Então, ele põe o homem numa cela, sozinho, e vai embora sem lhe dar atenção.
Horas mais tarde, o Guarda volta:
- O chefe está chegando! Sorte a sua que ele foi ao casamento da filha dele. Deve estar de bom humor.
- Duvido muito… Se tivesse me deixado falar, saberia que o noivo sou eu!
- Mas Guarda, eu posso explicar - responde o motorista.
- Fique quieto! Vou colocá-lo na cadeia até o chefe chegar! - diz o polícia.
- Mas, por favor, eu só queria dizer que…
- Silêncio! Você está preso!
Então, ele põe o homem numa cela, sozinho, e vai embora sem lhe dar atenção.
Horas mais tarde, o Guarda volta:
- O chefe está chegando! Sorte a sua que ele foi ao casamento da filha dele. Deve estar de bom humor.
- Duvido muito… Se tivesse me deixado falar, saberia que o noivo sou eu!
Casamento
Faltavam dois dias para o casamento, e o noivo vai procurar o padre:
- Padre, eu vim aqui propor um negócio. Eu trouxe mil euros, mas em troca gostava que o senhor tirasse algumas palavras do discurso de casamento, como "amar, honrar, ser fiel, …" Basta não dizer essas partes!
O padre aceita o dinheiro, e o noivo fica satisfeito.
Quando chega o dia do casamento, o padre olha para o noivo e diz:
- Promete viver apenas para ela, obedecer a cada uma das suas ordens, levar o café à cama todos os dias e jurar perante Deus que nunca terá olhos para outra mulher?
O noivo, sem palavras, acaba por concordar.
Mais tarde, durante a festa, chama o padre para um canto:
- Então? Eu pensei que tínhamos feito um acordo?!
O padre devolve-lhe os mil euros:
- Sinto muito, meu filho. Mas ela triplicou a tua oferta!
- Padre, eu vim aqui propor um negócio. Eu trouxe mil euros, mas em troca gostava que o senhor tirasse algumas palavras do discurso de casamento, como "amar, honrar, ser fiel, …" Basta não dizer essas partes!
O padre aceita o dinheiro, e o noivo fica satisfeito.
Quando chega o dia do casamento, o padre olha para o noivo e diz:
- Promete viver apenas para ela, obedecer a cada uma das suas ordens, levar o café à cama todos os dias e jurar perante Deus que nunca terá olhos para outra mulher?
O noivo, sem palavras, acaba por concordar.
Mais tarde, durante a festa, chama o padre para um canto:
- Então? Eu pensei que tínhamos feito um acordo?!
O padre devolve-lhe os mil euros:
- Sinto muito, meu filho. Mas ela triplicou a tua oferta!
Missa
Numa pequena povoação, mesmo junto à fronteira com Espanha, a igreja fica cheia para a missa das 10, com portugueses, espanhóis, o presidente da junta, etc. O padre começa o sermão:
- Irmãos, estamos hoje aqui reunidos para falar dos Fariseus… Aquele povo desgraçado, como esses espanhóis que estão aqui…
O maior tumulto tomou conta da igreja. Os espanhóis ofenderam o padre. Houve porrada no adro. O presidente da junta levou as mãos à cabeça e, indignado, foi falar com o padre na sacristia:
- Sr. padre, vá devagar, os espanhóis vêm para este lado, gastam nas lojas, nos restaurantes, trazem euros para Portugal. Não faça mais provocações.
Durante a semana, a conversa entre todos era a mesma: o padre e o sermão do domingo. Aquele zum-zum todo foi fazendo com que as pessoas ficassem curiosas e a querer saber mais sobre o que tinha acontecido. Finalmente, chega domingo. O presidente da junta vai à sacristia e fala com o padre:
- Sr. padre, o senhor lembra-se da nossa conversa, certo? Por favor, não arranje nenhum problema hoje!
Chega a missa, e o padre começa o sermão:
- Irmãos… Estamos hoje aqui reunidos para falar de uma pessoa da Bíblia: Maria Madalena. Aquela mulher, prostituta que tentou Jesus, como essas espanholas que estão aqui…
De novo uma caldeirada: pancadaria na igreja, partiram velas nos corredores, chapadas, socos e alguns internamentos no hospital mais próximo que, por acaso, ficava em Espanha.
O presidente da junta foi novamente ter com o padre:
- Sr. padre, eu não lhe disse para ir com mais calma? Se o senhor não amansar, vou escrever uma carta ao Bispo e pedir a sua retirada imediata.
Naquela semana, as conversas sobre o sucedido abundavam ainda mais. Ninguém iria perder a missa do próximo domingo, nem que a vaca tossisse. Na manhã de domingo, o presidente da junta entra na sacristia com o graduado da GNR e adverte o padre:
- Sr. padre, não provoque os espanhóis desta vez, senão acuso-o de provocação de tumulto e vai preso!
A igreja estava abarrotada. Quase não se conseguia respirar de tanta gente. Começa o sermão:
- Irmãos… Estamos hoje aqui reunidos, para falar do momento mais importante da vida de Cristo: a Santa Ceia. (O presidente da junta respirou aliviado.) Jesus, naquele momento, disse aos apóstolos:
"- Esta noite, um de vós me trairá.
Então, João pergunta: Mestre, sou eu?
E Jesus responde: Não, João, não serás tu.
Pedro pergunta: Mestre, sou eu?
E Cristo responde: Não, Pedro, não serás tu.
Então, Judas pergunta: Mestre, soy yo?"
A pancadaria foi geral…
- Irmãos, estamos hoje aqui reunidos para falar dos Fariseus… Aquele povo desgraçado, como esses espanhóis que estão aqui…
O maior tumulto tomou conta da igreja. Os espanhóis ofenderam o padre. Houve porrada no adro. O presidente da junta levou as mãos à cabeça e, indignado, foi falar com o padre na sacristia:
- Sr. padre, vá devagar, os espanhóis vêm para este lado, gastam nas lojas, nos restaurantes, trazem euros para Portugal. Não faça mais provocações.
Durante a semana, a conversa entre todos era a mesma: o padre e o sermão do domingo. Aquele zum-zum todo foi fazendo com que as pessoas ficassem curiosas e a querer saber mais sobre o que tinha acontecido. Finalmente, chega domingo. O presidente da junta vai à sacristia e fala com o padre:
- Sr. padre, o senhor lembra-se da nossa conversa, certo? Por favor, não arranje nenhum problema hoje!
Chega a missa, e o padre começa o sermão:
- Irmãos… Estamos hoje aqui reunidos para falar de uma pessoa da Bíblia: Maria Madalena. Aquela mulher, prostituta que tentou Jesus, como essas espanholas que estão aqui…
De novo uma caldeirada: pancadaria na igreja, partiram velas nos corredores, chapadas, socos e alguns internamentos no hospital mais próximo que, por acaso, ficava em Espanha.
O presidente da junta foi novamente ter com o padre:
- Sr. padre, eu não lhe disse para ir com mais calma? Se o senhor não amansar, vou escrever uma carta ao Bispo e pedir a sua retirada imediata.
Naquela semana, as conversas sobre o sucedido abundavam ainda mais. Ninguém iria perder a missa do próximo domingo, nem que a vaca tossisse. Na manhã de domingo, o presidente da junta entra na sacristia com o graduado da GNR e adverte o padre:
- Sr. padre, não provoque os espanhóis desta vez, senão acuso-o de provocação de tumulto e vai preso!
A igreja estava abarrotada. Quase não se conseguia respirar de tanta gente. Começa o sermão:
- Irmãos… Estamos hoje aqui reunidos, para falar do momento mais importante da vida de Cristo: a Santa Ceia. (O presidente da junta respirou aliviado.) Jesus, naquele momento, disse aos apóstolos:
"- Esta noite, um de vós me trairá.
Então, João pergunta: Mestre, sou eu?
E Jesus responde: Não, João, não serás tu.
Pedro pergunta: Mestre, sou eu?
E Cristo responde: Não, Pedro, não serás tu.
Então, Judas pergunta: Mestre, soy yo?"
A pancadaria foi geral…