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Anedotas de Loiras

Mais um bilhete

Uma loira foi ao cinema.

Chega ao balcão e diz:

- Quero mais um bilhete para a próxima sessão.

- Mas já é a quarta vez que está a comprar o bilhete para a mesma sessão! - responde o homem intrigado.

E diz a loira:

- Pois é! Mas cada vez que vou entrar no cinema, está lá um homem que me rasga o bilhete!

Mais anedotas de Loiras

Desabafe!

O sujeito desabafa no psiquiatra:

- Ai, Doutor… Eu estou ficando louco! Minha mulher é loira, tem 1.70 de altura, olhos verdes, seios fantásticos… Uma delícia!

- Até aí não vejo problema nenhum! - diagnostica o psiquiatra.

- Calma, Doutor… Deixa eu terminar… Ela tá me deixando maluco porque todas as noites vai no Bar do Pedro e dá o maior mole para todos os homens! Vai para cama com o primeiro homem que falar com ela! Eu não estou aguentando isso, Doutor! Pelo amor de Deus, o que eu faço?

- Relaxe! - aconselha ele - Respire fundo… E agora, diga para mim, aonde exatamente fica esse Bar do Pedro?

Traição

Numa pequena cidade do interior, uma mulher entra em uma farmácia e fala ao farmacêutico:

- Por favor, quero comprar arsénico.

- Arsénico? Mas, não posso vender isso assim, sem mais nem menos! Qual é a finalidade?

- Matar meu marido.

- Para este fim, piorou, minha senhora. Eu não posso vender…

A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, na cama com a mulher do farmacêutico.

- Ah boooom!… Com receita é outra coisa!

Quem conseguirá?

A CIA resolveu recrutar um atirador.

Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.

Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.

- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.

Responde o francês:

- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!

- Então você não serve, responde a CIA.

Ao inglês deram as mesmas instruções.

Ele pegou na arma e entrou na sala.

Durante 5 minutos tudo muito calmo.

Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.

- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.

- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.

Chegou enfim a vez do português!

Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.

Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.

A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.

Após alguns minutos fica tudo muito calmo.

A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:

- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.