Uns alentejanos estavam debaixo de uma árvore a conversar.
Passam uns deputados e perguntam:
- Vocês viram um acidente de carro, em que iam uns deputados?
- Vimos sim! Estava o carro a passar, com as bandeirinhas e com o megafone, e de repente despistou-se.
- E os corpos, onde estão?
- Enterramos.
- Não estavam vivos, pois não?
- Uns diziam que sim, mas como os políticos são todos uns mentirosos, enterramos na mesma.
Anedotas de Políticos
Mais anedotas de Políticos
Pouco tempo
Uma mulher pessimista vai ao posto de saúde, é atendida e pergunta para o médico:
- Doutor, quanto tempo eu tenho?
O médico responde:
- Você tem pouco tempo.
- Então quer dizer que eu posso morrer a qualquer momento?
- Não, é que eu tenho outras pessoas para atender.
- Doutor, quanto tempo eu tenho?
O médico responde:
- Você tem pouco tempo.
- Então quer dizer que eu posso morrer a qualquer momento?
- Não, é que eu tenho outras pessoas para atender.
A venda do carro
Uma loira quer vender um carro, porque está com muitas dificuldades financeiras, mas o conta-quilómetros indicava 200 mil km.
Então foi pedir ajuda a uma amiga e ela disse que o marido era mecânico, e podia pôr o conta-quilómetros a indicar 50 mil km em vez de 200 mil km.
Na semana seguinte, a amiga perguntou-lhe:
- Então, já vendeste o carro?
- Mas tu estás doida? Agora que só tem 50 mil km, fico com ele!
Então foi pedir ajuda a uma amiga e ela disse que o marido era mecânico, e podia pôr o conta-quilómetros a indicar 50 mil km em vez de 200 mil km.
Na semana seguinte, a amiga perguntou-lhe:
- Então, já vendeste o carro?
- Mas tu estás doida? Agora que só tem 50 mil km, fico com ele!
Vou-te apanhar!
Um homem estava passando à frente de um hospício, quando de repente olha para o muro e vê a metade da cabeça de um louco olhando para ele.
O louco então diz:
- Eu vou te apanhar!
O homem nem liga e continua a andar.
O louco diz de novo:
- Eu vou te apanhar! Cuidado!
O homem fica meio apreensivo e apressa o passo, até que ele diz de novo:
- Eu vou te apanhar! - e de repente solta o muro do hospício.
O homem corre e o louco segue-o atrás.
Começa uma verdadeira perseguição, o homem fugindo do louco e o louco indo atrás dele, estando cada vez mais perto a cada passo dado.
Até que chega uma hora em que o homem se vê encurralado num beco sem saída, e o louco chega cada vez mais perto.
Então o homem fica desesperado e começa a gritar:
- Por favor, não me mate! Por favor!
O louco chega ao pé do homem, toca nele e diz:
- Apanhei-te, agora és tu! - e sai a correr.
O louco então diz:
- Eu vou te apanhar!
O homem nem liga e continua a andar.
O louco diz de novo:
- Eu vou te apanhar! Cuidado!
O homem fica meio apreensivo e apressa o passo, até que ele diz de novo:
- Eu vou te apanhar! - e de repente solta o muro do hospício.
O homem corre e o louco segue-o atrás.
Começa uma verdadeira perseguição, o homem fugindo do louco e o louco indo atrás dele, estando cada vez mais perto a cada passo dado.
Até que chega uma hora em que o homem se vê encurralado num beco sem saída, e o louco chega cada vez mais perto.
Então o homem fica desesperado e começa a gritar:
- Por favor, não me mate! Por favor!
O louco chega ao pé do homem, toca nele e diz:
- Apanhei-te, agora és tu! - e sai a correr.