Uma loira foi a uma loja de sapatos.
Escolheu, escolheu e acabou por se decidir por um par de sapatos de cromo alemão.
O vendedor entregou o sapato, mas foi logo advertindo-a:
- Menina, estes sapatos costumam apertar os pés nos primeiros cinco dias.
E responde a loira:
- Não tem problema! Eu só vou usá-los na próxima semana.
Anedotas de Loiras
Mais anedotas de Loiras
Presidente da República e a tragédia
O Presidente da República faz uma visita a uma escola e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras.
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!
Jesus e Judas
Jesus reuniu os seus discípulos para subirem a montanha.
Antes de começarem a caminhada, Jesus pediu que cada um levasse consigo uma pedra.
Todos os apóstolos carregaram grandes pedras, como forma de sacrifício.
Judas, no entanto, levou apenas uma pedrinha na mão e ia atirando-a ao ar pelo caminho, brincando com ela.
Findas as quatro horas de caminhada, Jesus rodeou-se dos 12 e transformou as pedras de cada um em pão.
Todos comeram e se saciaram menos Judas, que passou fome, já que tinha apenas uma bucha de pão para comer.
No dia seguinte, Jesus chamou-os novamente para subir a montanha.
Judas, desta vez, levou um grande pedregulho com ele, ao passo que os outros, ainda com dores nas costas do dia anterior, levaram apenas pequenas pedras.
Judas esforçou-se para carregar o pedregulho.
Chegou ao fim completamente suado, cheio de dores e com bolhas nas mãos e nos pés.
Jesus reuniu os 12 em seu redor, olhou para Judas, viu o tamanho do pedregulho que ele carregava e o estado em que ele se encontrava e disse:
- Ó Judas! Mas nós hoje trouxemos lanche!
Antes de começarem a caminhada, Jesus pediu que cada um levasse consigo uma pedra.
Todos os apóstolos carregaram grandes pedras, como forma de sacrifício.
Judas, no entanto, levou apenas uma pedrinha na mão e ia atirando-a ao ar pelo caminho, brincando com ela.
Findas as quatro horas de caminhada, Jesus rodeou-se dos 12 e transformou as pedras de cada um em pão.
Todos comeram e se saciaram menos Judas, que passou fome, já que tinha apenas uma bucha de pão para comer.
No dia seguinte, Jesus chamou-os novamente para subir a montanha.
Judas, desta vez, levou um grande pedregulho com ele, ao passo que os outros, ainda com dores nas costas do dia anterior, levaram apenas pequenas pedras.
Judas esforçou-se para carregar o pedregulho.
Chegou ao fim completamente suado, cheio de dores e com bolhas nas mãos e nos pés.
Jesus reuniu os 12 em seu redor, olhou para Judas, viu o tamanho do pedregulho que ele carregava e o estado em que ele se encontrava e disse:
- Ó Judas! Mas nós hoje trouxemos lanche!
Inoportuno
- Mãe, mãe, na escola chamaram-me de inoportuno!
- Ó filho, e não podias esperar que eu saísse da casa de banho?
- Ó filho, e não podias esperar que eu saísse da casa de banho?