Uma loira foi a uma loja de sapatos.
Escolheu, escolheu e acabou por se decidir por um par de sapatos de cromo alemão.
O vendedor entregou o sapato, mas foi logo advertindo-a:
- Menina, estes sapatos costumam apertar os pés nos primeiros cinco dias.
E responde a loira:
- Não tem problema! Eu só vou usá-los na próxima semana.
Anedotas de Loiras
Mais anedotas de Loiras
Doidos pintam parede de manicômio
Empoleirado numa escada comprida, um doido pinta uma parede do manicómio e outro serve de ajudante, segurando a escada ao pintor.
A certa altura diz o ajudante para o pintor:
- Agarra-te bem à trincha que eu vou mudar a escada.
A certa altura diz o ajudante para o pintor:
- Agarra-te bem à trincha que eu vou mudar a escada.
Quem conseguirá?
A CIA resolveu recrutar um atirador.
Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.
Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.
- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.
Responde o francês:
- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!
- Então você não serve, responde a CIA.
Ao inglês deram as mesmas instruções.
Ele pegou na arma e entrou na sala.
Durante 5 minutos tudo muito calmo.
Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.
- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.
- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.
Chegou enfim a vez do português!
Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.
Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.
A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.
Após alguns minutos fica tudo muito calmo.
A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:
- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.
Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.
Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.
- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.
Responde o francês:
- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!
- Então você não serve, responde a CIA.
Ao inglês deram as mesmas instruções.
Ele pegou na arma e entrou na sala.
Durante 5 minutos tudo muito calmo.
Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.
- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.
- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.
Chegou enfim a vez do português!
Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.
Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.
A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.
Após alguns minutos fica tudo muito calmo.
A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:
- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.
Maldito relógio
O homem chega a casa exausto, depois de um dia duro de trabalho, e encontra a sua mulher bastante inquieta.
De repente esta diz-lhe:
- Querido, nem sabes o que aconteceu! O teu relógio de parede, aquele de 90 kg, quase caiu na cabeça da minha mãe.
O homem, dececionado, exclama:
- Porra! Aquele relógio estúpido está sempre atrasado!
De repente esta diz-lhe:
- Querido, nem sabes o que aconteceu! O teu relógio de parede, aquele de 90 kg, quase caiu na cabeça da minha mãe.
O homem, dececionado, exclama:
- Porra! Aquele relógio estúpido está sempre atrasado!