Ícone Anedotas

Anedotas de Ignorância

Em rota de colisão

Durante manobras de navios espanhóis na costa portuguesa, o seguinte diálogo foi captado e gravado por um radioamador português.

O comandante de um navio espanhol estava perto da costa portuguesa quando avistou uma luz distante e resolveu enviar uma mensagem via rádio:

- "Aqui habla el capitan J. Alonso. El curso de su navio esta en ruta directa con el nuestro. Por favor alteren su curso 15 grados hacia el norte. Cambio".

O português respondeu:

- "Vocês é que estão em rota de colisão connosco. Alterem vocês o vosso rumo 15 graus para sul".

O comandante espanhol ficou irritado e respondeu:

- "Nosotros exigimos que alteren el vuestro curso 15 grados al norte!".

O português insistiu:

- "Alterem o vosso rumo 15 graus para sul".

O comandante (nuestro hermano) ficou irritadíssimo e gritou:

- "AQUI DEL REAL IBER ESP., EL MAYOR PORTA AVIONES DE GUERRA DE LA PENINSULA, DE LA REAL MARINA ESPANOLA - LE REPITO - AQUI DEL IBER ESP. EL MAYOR PORTA AVIONES DE GUERRA DE LA PENINSULA, DE LA REAL MARINA ESPANOLA E ESTAMOS EN MANIOBRAS CON MAS 2 FRAGATAS, 2 DESTROYERS Y NUMEROSOS NAVIOS DE APOYO. LES EXIGIMOS QUE VOSOTROS CAMBIEN RAPIDAMENTE DE CURSO 15 GRADOS HACIA EL NORTE. ESTAMOS PREPARADOS PARA TOMAR TODAS LAS CONTRA - MEDIDAS QUE SEAN NECESSARIAS PARA GARANTIZAR LA SEGURIDAD DE NUESTROS HOMBRES. CONTESTE PRONTO. CAMBIO".

Ao que o português respondeu:

- "E daqui é do Farol do Cabo de S. Vicente. Terminado!".

Mais anedotas de Ignorância

As drogas na Terra

Jesus, muito preocupado, chama os seus discípulos para uma reunião de emergência dado o alto consumo de drogas na Terra.

Depois de muito pensar, chegam à conclusão de que o melhor para poderem enfrentar o problema é provar a droga eles mesmos e depois tomar as medidas adequadas.

Decide-se que uma comissão de discípulos desça ao mundo e recolha diferentes drogas.

Efetua-se a operação secreta e dois dias depois começam a regressar os comissários.

Jesus espera à porta do céu quando chega o primeiro discípulo:

- Quem é? - diz Jesus.

- Sou Paulo.

Jesus abre a porta.

- E o que trazes, Paulo?

- Trago haxixe de Marrocos.

- Muito bem, filho. Entra.

- Quem é?

- Sou Marcos.

- E o que trazes, Marcos?

- Trago marijuana da Colômbia.

- Muito bem, filho. Entra.

- Quem é?

- Sou Mateus.

- E o que trazes, Mateus?

- Trago cocaína da Bolívia.

- Muito bem, filho. Entra.

- Quem é?

- Sou João.

Jesus abre a porta e pergunta de novo:

- E tu, o que trazes, João?

- Trago crack de Nova Iorque.

- Muito bem, filho. Entra.

- Quem é?

- Sou Lucas.

- E o que trazes, Lucas?

- Trago speeds de Amesterdão.

- Muito bem, filho. Entra.

- Quem é?

- Sou Judas.

Jesus abre a porta.

- E tu, o que trazes, Judas?

- TRAGO A JUDICIÁRIA! TODOS CONTRA A PAREDE!

Risco no sete

Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.

Qual será a origem desse costume?

Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.

Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.

Quando chegou no sete, Moisés disse:

- Não desejarás a mulher do próximo!

Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:

- Risca o sete, risca o sete!

O baú

O João casou-se com a Joana e no dia do casamento a Joana levou para casa um grande baú.

Pediu para que João respeitasse a sua individualidade e nunca abrisse o baú.

Durante 50 anos de casamento, o João nunca abriu o baú.

No entanto, o João não aguentou e perguntou à Joana o que tinha naquele baú.

Ela resolve mostrar o baú.

Ao abrir, João viu 60 mil euros e quatro batatas.

Curioso, perguntou porquê quatro batatas.

Ela confessa:

- De cada vez que te trai, coloquei uma batata no baú.

O João ficou furioso, mas pensou um pouco e disse para si mesmo:

- "Vou perdoar… Quatro batatas em 50 anos, significam uma traição a cada 12,5 anos."

Então ele perguntou o que significavam os 60 mil euros.

Responde a Joana:

- Sempre que o baú ficava cheio de batatas, eu vendia-as.