O Joãozinho chega a casa e diz:
- Olá pai! Encontrei um canivete perdido!
- Ai, foi e estava mesmo perdido?
- Sim, sim, tenho a certeza, pois eu bem vi como o dono estava à procura dele!
Anedotas de Joãozinho
Mais anedotas de Joãozinho
Se não é uma, é outra!
O Joãozinho pergunta à mãe:
- Mãe, posso fazer-te uma pergunta?
- Claro que sim, filho.
- Preferias que eu partisse a perna ou o vaso de prata?
- Que pergunta tão tola, Joãozinho. Claro que preferia que partisses o vaso de prata.
- Então podes ficar contente!
- Porquê?
- Porque eu não parti a perna.
- Mãe, posso fazer-te uma pergunta?
- Claro que sim, filho.
- Preferias que eu partisse a perna ou o vaso de prata?
- Que pergunta tão tola, Joãozinho. Claro que preferia que partisses o vaso de prata.
- Então podes ficar contente!
- Porquê?
- Porque eu não parti a perna.
Camarões
Uma vez perguntaram a um velho milionário que vivia cercado de belas mulheres o seguinte:
- O senhor acha mesmo que essas mulheres gostam de você?
E ele respondeu:
- Meu amigo, eu gosto muito de camarão, e quando peço um prato eu não pergunto se o camarão gosta de mim. Eu simplesmente como e depois pago.
- O senhor acha mesmo que essas mulheres gostam de você?
E ele respondeu:
- Meu amigo, eu gosto muito de camarão, e quando peço um prato eu não pergunto se o camarão gosta de mim. Eu simplesmente como e depois pago.
Um bom negócio!
Disseram a um alentejano que a água do mar fazia bem às varizes.
O homem foi à praia e encheu um garrafão.
Ao passar pelo nadador-salvador, perguntou-lhe:
- Quanto é?
O nadador-salvador, na brincadeira, responde-lhe:
- Cinquenta cêntimos!
O alentejano paga e vai-se embora.
Passados uns dias o alentejano passa novamente pela praia quando a maré estava baixa e exclama:
- Eh, lá… Isto é que é negócio!
O homem foi à praia e encheu um garrafão.
Ao passar pelo nadador-salvador, perguntou-lhe:
- Quanto é?
O nadador-salvador, na brincadeira, responde-lhe:
- Cinquenta cêntimos!
O alentejano paga e vai-se embora.
Passados uns dias o alentejano passa novamente pela praia quando a maré estava baixa e exclama:
- Eh, lá… Isto é que é negócio!