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Anedotas de Joãozinho

Canivete perdido

O Joãozinho chega a casa e diz:

- Olá pai! Encontrei um canivete perdido!

- Ai, foi e estava mesmo perdido?

- Sim, sim, tenho a certeza, pois eu bem vi como o dono estava à procura dele!

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O que é que tinha?

Uma loira encontra-se com uma velha amiga, e esta lhe diz:

- Olá! Há quanto tempo! Como vais, minha querida?

A loira responde:

- Vou muito mal!

A amiga pergunta:

- O que foi que aconteceu?

A loira diz:

- O meu marido morreu na semana passada!

Horrorizada, a amiga diz:

- Não me digas, os meus sentimentos! O que é que ele tinha?

Triste, a loira responde:

- Infelizmente, pouca coisa. Uma casa, duas lojas no centro da cidade e um terreno na aldeia natal!

Quem conseguirá?

A CIA resolveu recrutar um atirador.

Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.

Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.

- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.

Responde o francês:

- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!

- Então você não serve, responde a CIA.

Ao inglês deram as mesmas instruções.

Ele pegou na arma e entrou na sala.

Durante 5 minutos tudo muito calmo.

Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.

- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.

- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.

Chegou enfim a vez do português!

Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.

Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.

A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.

Após alguns minutos fica tudo muito calmo.

A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:

- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.

Loira passeia por fazenda

Uma loira da cidade está a passear por uma fazenda.

A dada altura ela pergunta ao fazendeiro, que está ao pé dela:

- Porque é que esta vaca não tem cornos?

O homem olha para o animal, coça a cabeça, pensa por uns instantes e diz:

- Bem… O gado pode fazer muitos estragos com os cornos… Às vezes vamos limando os cornos, outras tratamos logo dos animais quando são pequenos, deitando umas gotas de ácido no sítio onde os cornos nascem, e isso já resolve o assunto… Mas respondendo à sua pergunta… Esta vaca em particular… Não tem cornos… Porque é um cavalo…