No outro dia fui a uma despedida de solteiro de um grande amigo meu.
Quando voltava para casa, fui mandado parar pela Brigada de Trânsito à entrada da cidade…
Ora eu estava num estado lastimável, quase caí ao sair de dentro do carro, e vi três polícias a pedirem-me para soprar ao balão…
Só que, felizmente, do outro lado da estrada há um camião que sobe a divisória e capota espalhando um carregamento de tijolos pela estrada toda.
Vendo isto os polícias começam a correr em direção ao sinistro e mandam-me embora.
E eu lá peguei no carro e fui todo contente (grande sorte!).
No dia seguinte a minha mãe acorda-me e diz:
- Escuta lá! O que faz um carro da Brigada de Trânsito na nossa garagem?
Anedotas de Polícia
Mais anedotas de Polícia
Uma anedota sem graça
O diretor da empresa contou uma anedota e todos riram à gargalhada, menos um dos presentes.
- Não gostaste da anedota? - perguntou-lhe o diretor.
- Não… não! Eu não trabalho aqui.
- Não gostaste da anedota? - perguntou-lhe o diretor.
- Não… não! Eu não trabalho aqui.
Um cheiro a álcool
Um homem bêbedo senta-se numa paragem de autocarro entre duas boazonas e diz uma delas:
- Credo! Que cheiro a álcool!
E ele responde:
- Mau… Mau… Também me cheirou a p*** e não disse nada!
- Credo! Que cheiro a álcool!
E ele responde:
- Mau… Mau… Também me cheirou a p*** e não disse nada!
O que foi que eu fiz!
De repente, no carro, deu de encontro com um passarinho e não conseguiu esquivar-se!
Pelo retrovisor, ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido.
Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.
O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto.
Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratada e medicada, comprou uma gaiolinha e levou-a para casa, tendo o cuidado de deixar um pouco de pão e água para o acidentado.
No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência.
Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o passarinho põe as asas na cabeça e grita:
- Porra, estou tramado! Matei o gajo da mota!
Pelo retrovisor, ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido.
Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.
O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto.
Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratada e medicada, comprou uma gaiolinha e levou-a para casa, tendo o cuidado de deixar um pouco de pão e água para o acidentado.
No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência.
Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o passarinho põe as asas na cabeça e grita:
- Porra, estou tramado! Matei o gajo da mota!