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Anedotas de Loiras

Espetáculo com ventríloquo

Um ventríloquo está a fazer o seu número, com o seu boneco de madeira ao seu colo.

O seu reportório para o espetáculo incide maioritariamente sobre a burrice das loiras.

A dada altura, uma loira levanta-se no meio da audiência e desata a berrar:

- Já estou farta disto! Já ouvi piadas que cheguem a denegrir as loiras! O senhor é um idiota! O que é que o faz pensar que pode estereotipar as mulheres dessa maneira? São homens como você que impedem que mulheres como nós sejam respeitadas! É por sua causa e por causa das pessoas da sua laia que esta discriminação se perpetua!

O ventríloquo fica embaraçado e tenta desculpar-se:

- Mas, minha senhora… isto é só um espetáculo…

- O senhor não se meta que eu não estou a falar consigo! Estou a falar com esse rapazinho que está sentado ao seu colo!

Mais anedotas de Loiras

Tristezas da vida

Uma loira chega ao trabalho num pranto.

- O que se passa? - pergunta-lhe o patrão.

- A minha mãe morreu - diz a loira a soluçar.

- Os meus sentimentos - diz o patrão - olhe, vá para casa, descanse.

- Não - replica a loira - se for para casa é pior. Se ficar aqui, ao menos não penso nisso.

Passado umas horas, o patrão repara que a loura está a chorar compulsivamente.

Preocupado, diz-lhe o patrão:

- Sente-se bem?

- Não - responde a loira - acabo de falar ao telefone com a minha irmã que disse que a mãe dela também morreu.

Desaparecimento da sogra

O homem entra na esquadra, dirige-se ao balcão e diz:

- Queria reportar o desaparecimento da minha sogra.

- Com certeza. Quando é que ela desapareceu?

- Há duas semanas?

- Duas semanas? Como assim? E você só agora é que vem participar o desaparecimento?

- Sabe como é… Eu nem conseguia acreditar que tivesse tido tanta sorte…

Um cuco defeituoso

Fui convidado para um jantar com um meu grupinho de velhos amigos.

Jurei à minha mulher que estaria de volta pela meia-noite.

Ela não acreditou mas eu acabei por ir ao jantar.

A refeição foi estupenda, as horas passaram rápido, o sangue já escasseava no meio do álcool e depressa fiquei a ver tudo de pernas para o ar.

Por volta de 3 da manhã, bêbado que nem um cacho, fui para casa.

Mal entrei e fechei a porta, o cuco no hall disparou e cantou 3 vezes.

Rapidamente, percebendo que a minha mulher podia acordar, fiz cu-cu mais 9 vezes.

Fiquei realmente orgulhoso de mim mesmo, por ter uma ideia tão brilhante e rápida, mesmo com uma bebedeira de caixão à cova, para evitar um possível conflito com ela.

Na manhã seguinte, a minha mulher perguntou a que horas tinha chegado e disse-lhe que pela meia-noite.

Não pareceu nem um pouquinho desconfiada.

Ufa!

Daquela já me tinha escapado!

Então ela comentou:

- Amor! Precisamos de um cuco novo!

Quando perguntei porquê, respondeu:

- Bom, esta noite o nosso relógio fez cu-cu 3 vezes e depois disse alto: "Porra! Tou tramado!" Fez cu-cu mais 4 vezes, resmungou e arrotou, cantou cu-cu mais 3 vezes, mandou uma grande gargalhada e cantou mais 2 vezes! Depois bateu com a cabeça na porta do corredor que deixei entreaberta. Entrou no quarto, tropeçou no gato, e só se deitou depois de cair duas vezes ao tentar despir-se! Não achas melhor trocar o cuco enquanto está na garantia?