Um ventríloquo está a fazer o seu número, com o seu boneco de madeira ao seu colo.
O seu reportório para o espetáculo incide maioritariamente sobre a burrice das loiras.
A dada altura, uma loira levanta-se no meio da audiência e desata a berrar:
- Já estou farta disto! Já ouvi piadas que cheguem a denegrir as loiras! O senhor é um idiota! O que é que o faz pensar que pode estereotipar as mulheres dessa maneira? São homens como você que impedem que mulheres como nós sejam respeitadas! É por sua causa e por causa das pessoas da sua laia que esta discriminação se perpetua!
O ventríloquo fica embaraçado e tenta desculpar-se:
- Mas, minha senhora… isto é só um espetáculo…
- O senhor não se meta que eu não estou a falar consigo! Estou a falar com esse rapazinho que está sentado ao seu colo!
Anedotas de Loiras
Mais anedotas de Loiras
Missa
Numa pequena povoação, mesmo junto à fronteira com Espanha, a igreja fica cheia para a missa das 10, com portugueses, espanhóis, o presidente da junta, etc. O padre começa o sermão:
- Irmãos, estamos hoje aqui reunidos para falar dos Fariseus… Aquele povo desgraçado, como esses espanhóis que estão aqui…
O maior tumulto tomou conta da igreja. Os espanhóis ofenderam o padre. Houve porrada no adro. O presidente da junta levou as mãos à cabeça e, indignado, foi falar com o padre na sacristia:
- Sr. padre, vá devagar, os espanhóis vêm para este lado, gastam nas lojas, nos restaurantes, trazem euros para Portugal. Não faça mais provocações.
Durante a semana, a conversa entre todos era a mesma: o padre e o sermão do domingo. Aquele zum-zum todo foi fazendo com que as pessoas ficassem curiosas e a querer saber mais sobre o que tinha acontecido. Finalmente, chega domingo. O presidente da junta vai à sacristia e fala com o padre:
- Sr. padre, o senhor lembra-se da nossa conversa, certo? Por favor, não arranje nenhum problema hoje!
Chega a missa, e o padre começa o sermão:
- Irmãos… Estamos hoje aqui reunidos para falar de uma pessoa da Bíblia: Maria Madalena. Aquela mulher, prostituta que tentou Jesus, como essas espanholas que estão aqui…
De novo uma caldeirada: pancadaria na igreja, partiram velas nos corredores, chapadas, socos e alguns internamentos no hospital mais próximo que, por acaso, ficava em Espanha.
O presidente da junta foi novamente ter com o padre:
- Sr. padre, eu não lhe disse para ir com mais calma? Se o senhor não amansar, vou escrever uma carta ao Bispo e pedir a sua retirada imediata.
Naquela semana, as conversas sobre o sucedido abundavam ainda mais. Ninguém iria perder a missa do próximo domingo, nem que a vaca tossisse. Na manhã de domingo, o presidente da junta entra na sacristia com o graduado da GNR e adverte o padre:
- Sr. padre, não provoque os espanhóis desta vez, senão acuso-o de provocação de tumulto e vai preso!
A igreja estava abarrotada. Quase não se conseguia respirar de tanta gente. Começa o sermão:
- Irmãos… Estamos hoje aqui reunidos, para falar do momento mais importante da vida de Cristo: a Santa Ceia. (O presidente da junta respirou aliviado.) Jesus, naquele momento, disse aos apóstolos:
"- Esta noite, um de vós me trairá.
Então, João pergunta: Mestre, sou eu?
E Jesus responde: Não, João, não serás tu.
Pedro pergunta: Mestre, sou eu?
E Cristo responde: Não, Pedro, não serás tu.
Então, Judas pergunta: Mestre, soy yo?"
A pancadaria foi geral…
- Irmãos, estamos hoje aqui reunidos para falar dos Fariseus… Aquele povo desgraçado, como esses espanhóis que estão aqui…
O maior tumulto tomou conta da igreja. Os espanhóis ofenderam o padre. Houve porrada no adro. O presidente da junta levou as mãos à cabeça e, indignado, foi falar com o padre na sacristia:
- Sr. padre, vá devagar, os espanhóis vêm para este lado, gastam nas lojas, nos restaurantes, trazem euros para Portugal. Não faça mais provocações.
Durante a semana, a conversa entre todos era a mesma: o padre e o sermão do domingo. Aquele zum-zum todo foi fazendo com que as pessoas ficassem curiosas e a querer saber mais sobre o que tinha acontecido. Finalmente, chega domingo. O presidente da junta vai à sacristia e fala com o padre:
- Sr. padre, o senhor lembra-se da nossa conversa, certo? Por favor, não arranje nenhum problema hoje!
Chega a missa, e o padre começa o sermão:
- Irmãos… Estamos hoje aqui reunidos para falar de uma pessoa da Bíblia: Maria Madalena. Aquela mulher, prostituta que tentou Jesus, como essas espanholas que estão aqui…
De novo uma caldeirada: pancadaria na igreja, partiram velas nos corredores, chapadas, socos e alguns internamentos no hospital mais próximo que, por acaso, ficava em Espanha.
O presidente da junta foi novamente ter com o padre:
- Sr. padre, eu não lhe disse para ir com mais calma? Se o senhor não amansar, vou escrever uma carta ao Bispo e pedir a sua retirada imediata.
Naquela semana, as conversas sobre o sucedido abundavam ainda mais. Ninguém iria perder a missa do próximo domingo, nem que a vaca tossisse. Na manhã de domingo, o presidente da junta entra na sacristia com o graduado da GNR e adverte o padre:
- Sr. padre, não provoque os espanhóis desta vez, senão acuso-o de provocação de tumulto e vai preso!
A igreja estava abarrotada. Quase não se conseguia respirar de tanta gente. Começa o sermão:
- Irmãos… Estamos hoje aqui reunidos, para falar do momento mais importante da vida de Cristo: a Santa Ceia. (O presidente da junta respirou aliviado.) Jesus, naquele momento, disse aos apóstolos:
"- Esta noite, um de vós me trairá.
Então, João pergunta: Mestre, sou eu?
E Jesus responde: Não, João, não serás tu.
Pedro pergunta: Mestre, sou eu?
E Cristo responde: Não, Pedro, não serás tu.
Então, Judas pergunta: Mestre, soy yo?"
A pancadaria foi geral…
Um belo dia na piscina!
Certo dia, num hospício, o diretor vai ao pé de um enfermeiro e diz:
- O hospício está superlotado, vamos ter que fazer uma seleção para decidir quem está bom para ir embora.
Então o enfermeiro e o diretor vão ao pátio onde estavam todos os loucos na hora do recreio e os observam.
Os loucos estavam todos na caixa de areia, e o diretor perguntou ao enfermeiro:
- O que é que eles estão fazendo?
O enfermeiro responde:
- Eles estão brincando de piscina! Repare bem, aquele está nadando de borboleta, mas já este é de costas.
O diretor meio confuso repara que havia um louco que estava só no cantinho olhando para todos e pergunta ao enfermeiro:
- E aquele o que faz?
- Aquele é o salva-vidas!
- O hospício está superlotado, vamos ter que fazer uma seleção para decidir quem está bom para ir embora.
Então o enfermeiro e o diretor vão ao pátio onde estavam todos os loucos na hora do recreio e os observam.
Os loucos estavam todos na caixa de areia, e o diretor perguntou ao enfermeiro:
- O que é que eles estão fazendo?
O enfermeiro responde:
- Eles estão brincando de piscina! Repare bem, aquele está nadando de borboleta, mas já este é de costas.
O diretor meio confuso repara que havia um louco que estava só no cantinho olhando para todos e pergunta ao enfermeiro:
- E aquele o que faz?
- Aquele é o salva-vidas!
O incêndio
Uma morena, uma ruiva e uma loira escapam a um incêndio fugindo para o telhado do prédio.
Os bombeiros estão na rua, 10 andares abaixo, com um grande pano para que elas saltem.
Os bombeiros gritam à morena:
- Salte! Salte! É a sua única hipótese de sobreviver!
A morena salta e… OOOOLLLÉÉ! Os bombeiros puxam o pano no último instante e… a morena esborracha-se como um tomate.
- Força! Salte! Tem que saltar! - dizem os bombeiros à ruiva.
- Oh não! Vocês vão me fazer a mesma coisa! - responde a ruiva.
- Não! Nós só não gostamos é de morenas! De ruivas gostamos!
- OK - diz a ruiva, ao mesmo tempo que salta.
OOOOOOOOOOOLÉ! Os bombeiros desviam o pano e a ruiva espeta-se no chão, mesmo ao lado da morena.
Finalmente, a loira chega-se à beira do telhado. Mais uma vez, os bombeiros gritam:
- Salte! Tem que saltar!
- Nem pensem! Vocês vão tirar o pano de baixo quando eu saltar! - grita a loira.
- Não! De maneira nenhuma! Tem que saltar! Nós não vamos tirar o pano!
- Olhem - diz a loira - nada do que possam dizer me vai convencer que não vão tirar o pano! Por isso, o que eu quero que façam é que pousem o pano e se afastem todos dele…
Os bombeiros estão na rua, 10 andares abaixo, com um grande pano para que elas saltem.
Os bombeiros gritam à morena:
- Salte! Salte! É a sua única hipótese de sobreviver!
A morena salta e… OOOOLLLÉÉ! Os bombeiros puxam o pano no último instante e… a morena esborracha-se como um tomate.
- Força! Salte! Tem que saltar! - dizem os bombeiros à ruiva.
- Oh não! Vocês vão me fazer a mesma coisa! - responde a ruiva.
- Não! Nós só não gostamos é de morenas! De ruivas gostamos!
- OK - diz a ruiva, ao mesmo tempo que salta.
OOOOOOOOOOOLÉ! Os bombeiros desviam o pano e a ruiva espeta-se no chão, mesmo ao lado da morena.
Finalmente, a loira chega-se à beira do telhado. Mais uma vez, os bombeiros gritam:
- Salte! Tem que saltar!
- Nem pensem! Vocês vão tirar o pano de baixo quando eu saltar! - grita a loira.
- Não! De maneira nenhuma! Tem que saltar! Nós não vamos tirar o pano!
- Olhem - diz a loira - nada do que possam dizer me vai convencer que não vão tirar o pano! Por isso, o que eu quero que façam é que pousem o pano e se afastem todos dele…