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Anedotas de Loiras

Espetáculo com ventríloquo

Um ventríloquo está a fazer o seu número, com o seu boneco de madeira ao seu colo.

O seu reportório para o espetáculo incide maioritariamente sobre a burrice das loiras.

A dada altura, uma loira levanta-se no meio da audiência e desata a berrar:

- Já estou farta disto! Já ouvi piadas que cheguem a denegrir as loiras! O senhor é um idiota! O que é que o faz pensar que pode estereotipar as mulheres dessa maneira? São homens como você que impedem que mulheres como nós sejam respeitadas! É por sua causa e por causa das pessoas da sua laia que esta discriminação se perpetua!

O ventríloquo fica embaraçado e tenta desculpar-se:

- Mas, minha senhora… isto é só um espetáculo…

- O senhor não se meta que eu não estou a falar consigo! Estou a falar com esse rapazinho que está sentado ao seu colo!

Mais anedotas de Loiras

Filosofia alentejana

Pensamento de um alentejano:

- Penso, logo exausto!

Ferramentas

Chamado às pressas no meio da noite, o médico chega todo cansado à casa de um empresário, cuja esposa estava acamada.

- Com licença - diz ele, expulsando todas as pessoas do quarto. - preciso ficar só, com a paciente!

Apreensivo, o marido fica do lado de fora do quarto.

Ouve alguns barulhos estranhos, e depois de alguns minutos o médico enfia a cabeça pela porta e pergunta ao marido:

- O senhor tem um alicate?

O marido vai buscar um alicate.

A porta torna a se fechar.

Mais barulhos estranhos e alguns minutos depois, novamente a cabeça do médico aparece na soleira da porta:

- O senhor tem uma chave de fendas?

Espantado, o marido vai buscar a chave de fendas.

Passam-se mais alguns minutos:

- O senhor tem um serrote?

E o marido, desesperado:

- Serrote? O caso dela é tão grave assim?

- Ainda não sei - explica o médico - não consigo abrir a minha mala!

Amigos, amigos, porcos à parte

Há dois alentejanos que vão à feira de Beja e compram dois porcos, um para cada um.

Então, chegam à aldeia e metem os dois porcos na mesma pocilga.

Entretanto, anoitece e um dos compadres começa-se a lembrar:

"Os dois porcos estão na pocilga. Temos de fazer um sinal aos porcos para saber qual é o porco de um e o porco do outro."

No outro dia, diz um compadre para o outro:

- Compadre, temos de fazer um sinal aos porcos para saber qual é o porco de um e o porco do outro!

- Tá bem!

No outro dia encontram-se, e diz um para o outro:

- Então compadre, já fez o sinal ao porco?

- Já sim senhor! Cortei-lhe metade do rabo.

- Ó compadre, você não quer lá ver que eu fiz o mesmo ao meu?!

- Não há problema compadre! A gente faz outro sinal.

No outro dia:

- Então compadre, qual foi o sinal que fez desta vez ao porco?

- Olhe compadre, cortei-lhe metade da orelha direita!

- Ó compadre, você não quer lá ver que eu fiz o mesmo ao meu?!

- Mas olhe! Deixe lá isso, você fica com o branco que eu fico com o preto!…