Um ventríloquo está a fazer o seu número, com o seu boneco de madeira ao seu colo.
O seu reportório para o espetáculo incide maioritariamente sobre a burrice das loiras.
A dada altura, uma loira levanta-se no meio da audiência e desata a berrar:
- Já estou farta disto! Já ouvi piadas que cheguem a denegrir as loiras! O senhor é um idiota! O que é que o faz pensar que pode estereotipar as mulheres dessa maneira? São homens como você que impedem que mulheres como nós sejam respeitadas! É por sua causa e por causa das pessoas da sua laia que esta discriminação se perpetua!
O ventríloquo fica embaraçado e tenta desculpar-se:
- Mas, minha senhora… isto é só um espetáculo…
- O senhor não se meta que eu não estou a falar consigo! Estou a falar com esse rapazinho que está sentado ao seu colo!
Anedotas de Loiras
Mais anedotas de Loiras
Férias
Num belo dia, a sogra bate à porta da casa de seu genro, de mala feita.
O homem vai atender e fica surpreso com a visita.
A sogra estranha a reação do genro e pergunta:
- Porquê a surpresa? A minha filha não avisou que eu ia passar as férias aqui convosco?
E diz o homem:
- Sim, disse. Mas eu pensei que fossem só para passar os meus soluços!
O homem vai atender e fica surpreso com a visita.
A sogra estranha a reação do genro e pergunta:
- Porquê a surpresa? A minha filha não avisou que eu ia passar as férias aqui convosco?
E diz o homem:
- Sim, disse. Mas eu pensei que fossem só para passar os meus soluços!
O atropelamento
Certo dia estava o Zé da Boina a passar na estrada e viu um montão de pessoas todas a monte.
O Zé da Boina decidiu ir lá ver o que se passava e como não conseguia ver nada decidiu arranjar uma desculpa.
- Deixem-me passar que eu sou irmão dele!
Imaginem o seu espanto ao ver um burro morto no meio do chão!
O Zé da Boina decidiu ir lá ver o que se passava e como não conseguia ver nada decidiu arranjar uma desculpa.
- Deixem-me passar que eu sou irmão dele!
Imaginem o seu espanto ao ver um burro morto no meio do chão!
Inspeção a uma quinta
Um agente da ASAE vai a uma propriedade e diz ao dono, um velho agricultor:
- Preciso inspecionar a sua propriedade. Há uma denúncia de plantação ilegal.
O agricultor diz:
- Ok! Inspecione o que quiser, mas não vá àquele campo ali.
E aponta para uma determinada área.
O agente da ASAE diz indignado:
- O senhor sabe que tenho o poder da autoridade comigo?
E tira do bolso um crachá mostrando ao agricultor:
- Este crachá dá-me a autoridade de ir onde quero e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Fiz-me entender?
O agricultor, muito educado, pede desculpa e volta para o que estava a fazer.
Poucos minutos depois, ouve uma gritaria e vê o agente de autoridade a correr para salvar e sua própria vida perseguido pelo Asdrúbal, o maior touro da quinta.
A cada passo o touro vai chegando mais perto do agente, que parece que será apanhado antes de conseguir alcançar um lugar seguro.
O agente está apavorado.
O agricultor larga as ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças de seus pulmões:
- O Crachá, mostre-lhe o CRACHÁ!
- Preciso inspecionar a sua propriedade. Há uma denúncia de plantação ilegal.
O agricultor diz:
- Ok! Inspecione o que quiser, mas não vá àquele campo ali.
E aponta para uma determinada área.
O agente da ASAE diz indignado:
- O senhor sabe que tenho o poder da autoridade comigo?
E tira do bolso um crachá mostrando ao agricultor:
- Este crachá dá-me a autoridade de ir onde quero e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Fiz-me entender?
O agricultor, muito educado, pede desculpa e volta para o que estava a fazer.
Poucos minutos depois, ouve uma gritaria e vê o agente de autoridade a correr para salvar e sua própria vida perseguido pelo Asdrúbal, o maior touro da quinta.
A cada passo o touro vai chegando mais perto do agente, que parece que será apanhado antes de conseguir alcançar um lugar seguro.
O agente está apavorado.
O agricultor larga as ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças de seus pulmões:
- O Crachá, mostre-lhe o CRACHÁ!