Alta noite, um bêbado caiu numa poça de água.
Passou um polícia que tentou ajudá-lo, mas o bêbado disse:
- Salvem primeiro as mulheres e as crianças, que eu sei nadar!
Anedotas de Bêbados
Mais anedotas de Bêbados
Um belo dia na piscina!
Certo dia, num hospício, o diretor vai ao pé de um enfermeiro e diz:
- O hospício está superlotado, vamos ter que fazer uma seleção para decidir quem está bom para ir embora.
Então o enfermeiro e o diretor vão ao pátio onde estavam todos os loucos na hora do recreio e os observam.
Os loucos estavam todos na caixa de areia, e o diretor perguntou ao enfermeiro:
- O que é que eles estão fazendo?
O enfermeiro responde:
- Eles estão brincando de piscina! Repare bem, aquele está nadando de borboleta, mas já este é de costas.
O diretor meio confuso repara que havia um louco que estava só no cantinho olhando para todos e pergunta ao enfermeiro:
- E aquele o que faz?
- Aquele é o salva-vidas!
- O hospício está superlotado, vamos ter que fazer uma seleção para decidir quem está bom para ir embora.
Então o enfermeiro e o diretor vão ao pátio onde estavam todos os loucos na hora do recreio e os observam.
Os loucos estavam todos na caixa de areia, e o diretor perguntou ao enfermeiro:
- O que é que eles estão fazendo?
O enfermeiro responde:
- Eles estão brincando de piscina! Repare bem, aquele está nadando de borboleta, mas já este é de costas.
O diretor meio confuso repara que havia um louco que estava só no cantinho olhando para todos e pergunta ao enfermeiro:
- E aquele o que faz?
- Aquele é o salva-vidas!
Alentejano numa aula de paraquedismo
Um alentejano entra para a Aeronáutica, na divisão de paraquedismo.
Recebe a primeira aula prática:
- Estamos a dois mil metros de altura. O seu equipamento foi todo conferido. O senhor saltará por aquela porta. Ao puxar a primeira cordinha, o paraquedas se abrirá. Se isso não acontecer, o que é pouco provável, puxe a segunda cordinha. Se ainda assim o paraquedas não se abrir, o que é improvabilíssimo, puxe a terceira cordinha e ele abrir-se-á. Lá em baixo, haverá um jipe à sua espera, para levá-lo de volta ao quartel.
O alentejano salta.
Puxa a primeira cordinha e o paraquedas não se abre, puxa a segunda, nada.
Puxa a terceira e nem assim o equipamento funciona.
Ele começa a ficar preocupado:
- Ai, Jesus! Agora só falta o jipe não estar lá em baixo!
Recebe a primeira aula prática:
- Estamos a dois mil metros de altura. O seu equipamento foi todo conferido. O senhor saltará por aquela porta. Ao puxar a primeira cordinha, o paraquedas se abrirá. Se isso não acontecer, o que é pouco provável, puxe a segunda cordinha. Se ainda assim o paraquedas não se abrir, o que é improvabilíssimo, puxe a terceira cordinha e ele abrir-se-á. Lá em baixo, haverá um jipe à sua espera, para levá-lo de volta ao quartel.
O alentejano salta.
Puxa a primeira cordinha e o paraquedas não se abre, puxa a segunda, nada.
Puxa a terceira e nem assim o equipamento funciona.
Ele começa a ficar preocupado:
- Ai, Jesus! Agora só falta o jipe não estar lá em baixo!
Um chouriço
Dois caranguejos encontram um chouriço e um deles diz:
- Vamos comê-lo!
E diz o outro:
- Vamos… Mas olha, isto era bom era se tivéssemos um pãozito para acompanhar!
- Pois era! Mas onde é que vamos agora arranjar o pão?
- Tu vais procurá-lo e eu fico aqui a guardar o chouriço!
- Ah, não! Eu já te conheço! Mal eu fosse buscar o pão tu comias o chouriço sozinho!
- Não como nada! Eu só fico aqui a guardá-lo para ninguém o comer! Eu espero por ti!
- Hum… Não sei se devo confiar em ti…
- Confia, confia! Vá, vai lá buscar o pão!
- Pronto, está bem! Mas que nem te passe pela cabeça comeres o chouriço sozinho!
- Não te preocupes!
O caranguejo lá vai e o outro fica a guardar o chouriço, com as tenazes no ar.
Passa-se uma hora, duas horas, três horas, uma tarde, um dia, dois dias, três dias, uma semana, duas semanas e um mês!
Finalmente o caranguejo lá se apercebe que o amigo já não vem e decide comer o chouriço sozinho.
Mal ele baixa uma tenaz para dar o primeiro corte no chouriço, salta o outro caranguejo detrás de uma pedra a gritar:
- Ahh Ah! Eu sabia! Já não vou buscar o pão!
- Vamos comê-lo!
E diz o outro:
- Vamos… Mas olha, isto era bom era se tivéssemos um pãozito para acompanhar!
- Pois era! Mas onde é que vamos agora arranjar o pão?
- Tu vais procurá-lo e eu fico aqui a guardar o chouriço!
- Ah, não! Eu já te conheço! Mal eu fosse buscar o pão tu comias o chouriço sozinho!
- Não como nada! Eu só fico aqui a guardá-lo para ninguém o comer! Eu espero por ti!
- Hum… Não sei se devo confiar em ti…
- Confia, confia! Vá, vai lá buscar o pão!
- Pronto, está bem! Mas que nem te passe pela cabeça comeres o chouriço sozinho!
- Não te preocupes!
O caranguejo lá vai e o outro fica a guardar o chouriço, com as tenazes no ar.
Passa-se uma hora, duas horas, três horas, uma tarde, um dia, dois dias, três dias, uma semana, duas semanas e um mês!
Finalmente o caranguejo lá se apercebe que o amigo já não vem e decide comer o chouriço sozinho.
Mal ele baixa uma tenaz para dar o primeiro corte no chouriço, salta o outro caranguejo detrás de uma pedra a gritar:
- Ahh Ah! Eu sabia! Já não vou buscar o pão!