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Anedotas de Alentejanos

O roubo

Dois alentejanos assaltaram um banco, fugiram de carro e, quando se julgaram a salvo, pararam numa estrada secundária a descansar.

Diz um:

- Atão, aproveitamos para contar o dinheiro?

Responde o outro:

- ‘Nã vale a pena essa trabalhêra! Logo no Telejornal dizem quanto é!

Mais anedotas de Alentejanos

Cabelo branco

Uma menina fazia imenso barulho enquanto brincava, até que um dia a mãe se irritou a sério com ela:

- Pára de te comportar mal!

- Ok, desculpa! E mãe, o que é isso no teu cabelo?

- É um cabelo branco!

- E porque é que tens um cabelo branco?

- Porque sempre que tu não fazes o que eu digo eu fico sempre com mais um cabelo branco!

- Ó! Então tu eras pior que eu!

- E porquê?

- Porque a avó está cheia de cabelos brancos!

Não havia!

Um muçulmano devoto entra num táxi.

Uma vez sentado, pede ao taxista para desligar o rádio, porque não quer ouvir música, como decretado na sua religião, e porque no tempo do profeta não havia música, especialmente música ocidental, que é música dos infiéis.

O motorista do táxi educadamente desliga o rádio, sai do carro, dirige-se à porta do lado do cliente e abre-a.

O árabe pergunta:

- O que é que você está a fazer?

- No tempo do profeta não havia táxis, por isso saia e espere pelo próximo camelo!

Vou-te apanhar!

Um homem estava passando à frente de um hospício, quando de repente olha para o muro e vê a metade da cabeça de um louco olhando para ele.

O louco então diz:

- Eu vou te apanhar!

O homem nem liga e continua a andar.

O louco diz de novo:

- Eu vou te apanhar! Cuidado!

O homem fica meio apreensivo e apressa o passo, até que ele diz de novo:

- Eu vou te apanhar! - e de repente solta o muro do hospício.

O homem corre e o louco segue-o atrás.

Começa uma verdadeira perseguição, o homem fugindo do louco e o louco indo atrás dele, estando cada vez mais perto a cada passo dado.

Até que chega uma hora em que o homem se vê encurralado num beco sem saída, e o louco chega cada vez mais perto.

Então o homem fica desesperado e começa a gritar:

- Por favor, não me mate! Por favor!

O louco chega ao pé do homem, toca nele e diz:

- Apanhei-te, agora és tu! - e sai a correr.