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Anedotas de Alentejanos

O roubo

Dois alentejanos assaltaram um banco, fugiram de carro e, quando se julgaram a salvo, pararam numa estrada secundária a descansar.

Diz um:

- Atão, aproveitamos para contar o dinheiro?

Responde o outro:

- ‘Nã vale a pena essa trabalhêra! Logo no Telejornal dizem quanto é!

Mais anedotas de Alentejanos

Juiz vai à Câmara Municipal de Cuba

Um juiz teve de ir tratar de uns assuntos à Câmara Municipal de Cuba.

Foi de comboio.

Chegado à estação de Cuba, não encontrou ninguém a quem perguntar onde era a câmara.

Apenas um alentejano se encontrava na estação, quase deitado num banco, meio dormitando, com o chapéu posto sobre os olhos e com as mãos nas algibeiras.

Não encontrando mesmo mais ninguém, o juiz resolveu perguntar ao alentejano:

- O senhor, por favor, podia indicar-me onde é a Câmara Municipal de Cuba?

O alentejano, praticamente sem se mexer e sem falar, abanou apenas a ponta do pé indicando a direção.

O juiz, espantado, disse:

- Nunca vi tamanha prova de preguiça na minha vida! Se me der outra demonstração dessas dou-lhe cinquenta euros!

O alentejano respondeu:

- Meta-os aqui na algibeira.

Falhou

Bom, tinha um pai morcego que resolveu colocar seus filhos para caçar.

Manda o primeiro.

Voltou com a boca cheia de sangue, seu pai lhe deu os parabéns e perguntou:

- Parabéns, 30 minutos foi muito bem, o que você mordeu?

E o filho reponde:

- Está vendo aquele cachorro ali?

O pai diz:

- Sim.

E o filho responde:

- Fui nele.

Dai o segundo volta depois de 15 minutos com a boca cheia de sangue. Seu pai diz:

- Parabéns, 51 minutos! O que você mordeu?

E o filho responde:

- Ta vendo aquele homem ali? Eu mordi ele.

E o pai feliz diz:

- Parabéns filho.

Dai saiu o terceiro, e dai depois de 3 minutos ele voltou com a boca cheia de sangue, e o pai lhe pergunta:

- Parabéns filho, 3 minutos é muito melhor que os outros - e lhe pergunta - o que você mordeu?

E o filho lhe responde:

- Pai, está vendo aquele muro ali?

E o pai responde:

- Estou!

- Mas eu não vi pai.

Se não é uma, é outra!

O Joãozinho pergunta à mãe:

- Mãe, posso fazer-te uma pergunta?

- Claro que sim, filho.

- Preferias que eu partisse a perna ou o vaso de prata?

- Que pergunta tão tola, Joãozinho. Claro que preferia que partisses o vaso de prata.

- Então podes ficar contente!

- Porquê?

- Porque eu não parti a perna.