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Anedotas de Religião

Escorregamento na calçada

Numa certa paróquia havia, para as confissões, um código conhecido por todos os moradores, que era utilizado pelas mulheres quando se confessavam, fazendo com que em vez de dizerem que tinham praticado o adultério diziam antes que tinham escorregado na calçada.

Após alguns anos no serviço, o padre dessa paróquia, já com alguma idade, decidiu reformar-se mas esqueceu-se de falar sobre o código ao substituto.

Durante o confessionário, e sem saber da existência do código, o padre não sabia que penitência dar porque não via qualquer mal numa escorregadela na calçada.

Ao longo das semanas a ouvir sempre a mesma expressão decidiu que tinha de intervir.

Assim acabou por ir falar com o Presidente da Câmara da região:

- Boa tarde Sr. Presidente, eu vim falar consigo para resolver o problema das calçadas do município. Eu acho que elas estão a precisar de obras, muita gente anda a queixar-se de escorregar na calçada.

O Presidente, sabendo do significado, nada disse, apenas começou a rir-se.

O padre inconformado nem esperou por uma resposta:

- Olhe que não se devia rir de assuntos sérios, é só perguntar à sua esposa, que só esta semana já escorregou três vezes.

Mais anedotas de Religião

Alentejano numa aula de paraquedismo

Um alentejano entra para a Aeronáutica, na divisão de paraquedismo.

Recebe a primeira aula prática:

- Estamos a dois mil metros de altura. O seu equipamento foi todo conferido. O senhor saltará por aquela porta. Ao puxar a primeira cordinha, o paraquedas se abrirá. Se isso não acontecer, o que é pouco provável, puxe a segunda cordinha. Se ainda assim o paraquedas não se abrir, o que é improvabilíssimo, puxe a terceira cordinha e ele abrir-se-á. Lá em baixo, haverá um jipe à sua espera, para levá-lo de volta ao quartel.

O alentejano salta.

Puxa a primeira cordinha e o paraquedas não se abre, puxa a segunda, nada.

Puxa a terceira e nem assim o equipamento funciona.

Ele começa a ficar preocupado:

- Ai, Jesus! Agora só falta o jipe não estar lá em baixo!

Vou-te apanhar!

Um homem estava passando à frente de um hospício, quando de repente olha para o muro e vê a metade da cabeça de um louco olhando para ele.

O louco então diz:

- Eu vou te apanhar!

O homem nem liga e continua a andar.

O louco diz de novo:

- Eu vou te apanhar! Cuidado!

O homem fica meio apreensivo e apressa o passo, até que ele diz de novo:

- Eu vou te apanhar! - e de repente solta o muro do hospício.

O homem corre e o louco segue-o atrás.

Começa uma verdadeira perseguição, o homem fugindo do louco e o louco indo atrás dele, estando cada vez mais perto a cada passo dado.

Até que chega uma hora em que o homem se vê encurralado num beco sem saída, e o louco chega cada vez mais perto.

Então o homem fica desesperado e começa a gritar:

- Por favor, não me mate! Por favor!

O louco chega ao pé do homem, toca nele e diz:

- Apanhei-te, agora és tu! - e sai a correr.

Médico de família

Um médico urologista atende o próprio avô no consultório:

- Como está indo a vida, meu neto?

- Está tudo, avô. E o senhor? Como vai a avó?

- Vai indo, vai indo. Filho, quer dizer, neto, eu vim aqui falar contigo porque quero saber tudo sobre Viagra!

- Ah, avô… O Viagra é um remédio bom, mas é bem caro.

- Quanto custa?

- São sessenta euros cada comprimido, avô!

- Tens razão. É caro.

- Não disse?

- Mas mesmo assim eu quero experimentar! Eu te pago amanhã, sem falta!

Assim o neto entrega o comprimido para o avô, que sai de lá todo contente.

No dia seguinte ele está de volta ao consultório com quinhentos e sessenta euros!

- Avô, o senhor entendeu errado! Eu disse que o comprimido era sessenta e não quinhentos e sessenta.

- Eu sei. Os sessenta euros são meus. Os outros quinhentos foi a sua avó que mandou!