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Anedotas de Religião

Devias sentir-te mal!

Numa certa paróquia, uma jovem de 22 anos, loira, alta, com corpo de modelo decidiu confessar-se pela primeira vez.

Assim que chegou ao confessionário, ajoelhou-se e disse:

- Perdoe-me padre, porque eu pequei!

- Fala minha filha, eu sou o ouvido de Deus.

- Senhor padre, eu fui para a cama com o padre da paróquia vizinha e agora sinto-me muito mal, nem consigo dormir.

- E devias sentir-te mal, o que fizestes é muito grave, desviaste um irmão do caminho da luz. Agora quero que reflitas sobre o que fizestes, reza 30 Pai Nossos e 30 Avé Marias e estarás perdoada. E para a próxima lembra-te, a tua paróquia é esta.

Mais anedotas de Religião

Doidos pintam parede de manicômio

Empoleirado numa escada comprida, um doido pinta uma parede do manicómio e outro serve de ajudante, segurando a escada ao pintor.

A certa altura diz o ajudante para o pintor:

- Agarra-te bem à trincha que eu vou mudar a escada.

Tricô

Estão dois malucos no manicómio.

Um deles está a tricotar uma camisola de lã muito depressa.

O outro pergunta-lhe:

- Então, pá? Porque é que estás a tricotar tão depressa?

- Eh, pá, não me distraias, que estou a tentar acabar esta camisola antes que a lã acabe!

Que dores de cabeça!

Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.

O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.

O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.

Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:

- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?

O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.

Afinal de contas era o papagaio do capitão.

Então, um dia o navio afundou.

O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.

Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.

Isto continuou por vários dias.

Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:

- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?