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Anedotas de Religião

Devias sentir-te mal!

Numa certa paróquia, uma jovem de 22 anos, loira, alta, com corpo de modelo decidiu confessar-se pela primeira vez.

Assim que chegou ao confessionário, ajoelhou-se e disse:

- Perdoe-me padre, porque eu pequei!

- Fala minha filha, eu sou o ouvido de Deus.

- Senhor padre, eu fui para a cama com o padre da paróquia vizinha e agora sinto-me muito mal, nem consigo dormir.

- E devias sentir-te mal, o que fizestes é muito grave, desviaste um irmão do caminho da luz. Agora quero que reflitas sobre o que fizestes, reza 30 Pai Nossos e 30 Avé Marias e estarás perdoada. E para a próxima lembra-te, a tua paróquia é esta.

Mais anedotas de Religião

Onde está Deus?

Uma professora pergunta aos seus alunos onde Deus está. O Pedro levanta-se e diz:

- Deus está no céu!

A Maria levanta-se e diz:

- Deus está no céu e no nosso coração!

A professora contente pergunta:

- E tu Joãozinho, não vais dizer nada?

- Vou sim professora! Deus está na casa de banho! - responde o Joãozinho.

- Na casa de banho?! - pergunta a professora.

- Sim, porque a minha mãe está sempre a dizer: "Meu Deus, ainda estás na casa de banho?"

Promessas e promessas

Certo dia um político, em plena campanha eleitoral deslocou-se ao Alentejo.

O homem falava e ninguém batia palmas, então passou a fazer promessas e mesmo assim… nada, ninguém se manifestava.

Já desesperado tentou a última promessa que no Alentejo não devia falhar… o homem disse em plenos pulmões:

- E eu… prometo… que… se for eleito… aqui no Alentejo… os Alentejanos… só trabalham 1 dia por ano…

Mesmo assim ninguém se mexeu, apenas se ouviu uma voz lá no fundo:

- ATÃO E AS FÉRIAS PAH… NÃO HÀ?

Quem conseguirá?

A CIA resolveu recrutar um atirador.

Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.

Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.

- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.

Responde o francês:

- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!

- Então você não serve, responde a CIA.

Ao inglês deram as mesmas instruções.

Ele pegou na arma e entrou na sala.

Durante 5 minutos tudo muito calmo.

Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.

- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.

- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.

Chegou enfim a vez do português!

Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.

Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.

A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.

Após alguns minutos fica tudo muito calmo.

A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:

- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.