Numa certa paróquia, uma jovem de 22 anos, loira, alta, com corpo de modelo decidiu confessar-se pela primeira vez.
Assim que chegou ao confessionário, ajoelhou-se e disse:
- Perdoe-me padre, porque eu pequei!
- Fala minha filha, eu sou o ouvido de Deus.
- Senhor padre, eu fui para a cama com o padre da paróquia vizinha e agora sinto-me muito mal, nem consigo dormir.
- E devias sentir-te mal, o que fizestes é muito grave, desviaste um irmão do caminho da luz. Agora quero que reflitas sobre o que fizestes, reza 30 Pai Nossos e 30 Avé Marias e estarás perdoada. E para a próxima lembra-te, a tua paróquia é esta.
Anedotas de Religião
Mais anedotas de Religião
Lado errado da cama
Num convento de freiras, a madre superiora, rigorosíssima, levanta-se da cama e exclama:
- Que noite maravilhosa! Hoje estou tão feliz que até vou tratar bem as freiras!
Sai do quarto e encontra uma freira no corredor:
- Bom dia, irmã Josefa. Está com muito boa aparência! E que bela camisola está a tricotar!
- Obrigada, madre. A senhora também está muito bem, mas parece que se levantou do lado errado da cama, não?
A madre não gostou nada do comentário, mas continuou.
Mais adiante, encontrou outra freira.
- Bom dia, irmã Maria! Você parece muito bem! E o seu bordado está a ficar lindo. Parabéns!
- Obrigada, madre. A senhora também está com bom aspeto. Mas vê-se que hoje se levantou do lado errado da cama.
A madre superiora ficou furiosa, mas seguiu o seu caminho.
Todas as freiras que encontrava e cumprimentava, respondiam a mesma coisa.
Assim, quando chegou à quinta freira, já estava irritadíssima e resolveu tirar a história a limpo.
- Bom dia, irmã Leonor. Por favor, seja sincera. Eu estou com ar de quem se levantou hoje do lado errado da cama?
- Sim, madre.
- E posso saber porquê?
- É que a senhora calçou as sandálias do padre António, madre.
- Que noite maravilhosa! Hoje estou tão feliz que até vou tratar bem as freiras!
Sai do quarto e encontra uma freira no corredor:
- Bom dia, irmã Josefa. Está com muito boa aparência! E que bela camisola está a tricotar!
- Obrigada, madre. A senhora também está muito bem, mas parece que se levantou do lado errado da cama, não?
A madre não gostou nada do comentário, mas continuou.
Mais adiante, encontrou outra freira.
- Bom dia, irmã Maria! Você parece muito bem! E o seu bordado está a ficar lindo. Parabéns!
- Obrigada, madre. A senhora também está com bom aspeto. Mas vê-se que hoje se levantou do lado errado da cama.
A madre superiora ficou furiosa, mas seguiu o seu caminho.
Todas as freiras que encontrava e cumprimentava, respondiam a mesma coisa.
Assim, quando chegou à quinta freira, já estava irritadíssima e resolveu tirar a história a limpo.
- Bom dia, irmã Leonor. Por favor, seja sincera. Eu estou com ar de quem se levantou hoje do lado errado da cama?
- Sim, madre.
- E posso saber porquê?
- É que a senhora calçou as sandálias do padre António, madre.
Sem queixas
Num bar, um sujeito diz a outro:
- Em quarenta anos de trabalho servi milhares de clientes e nunca um único deles se queixou!
- Ena, sim senhor… E que faz você?
- Sou cangalheiro.
- Em quarenta anos de trabalho servi milhares de clientes e nunca um único deles se queixou!
- Ena, sim senhor… E que faz você?
- Sou cangalheiro.
Um a dez
Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.
Entra o primeiro candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
- Por que é que contou de trás para a frente?
- É que eu trabalhava na NASA.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o segundo candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
- Porque eu trabalhava como carteiro.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o terceiro e último candidato:
- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?
- Era funcionário público.
- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?
- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.
Entra o primeiro candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
- Por que é que contou de trás para a frente?
- É que eu trabalhava na NASA.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o segundo candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
- Porque eu trabalhava como carteiro.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o terceiro e último candidato:
- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?
- Era funcionário público.
- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?
- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.