O Guarda manda o sujeito parar o carro.
- Os seus documentos, por favor! O senhor estava a 130 km/h e a velocidade máxima nesta estrada é 100.
- Não, senhor Guarda, eu estava a 100, com certeza. A sogra dele corrige:
- Ah, Chico, o que é isso?! Você estava a 130 ou mais!
O sujeito olha para a sogra com o rosto fervendo.
- E sua lanterna direita não está funcionando…
- A minha lanterna? Nem sabia disso. Deve ter pifado na estrada…
A sogra insiste:
- Ah, Chico, que mentira! Você estava dizendo há semanas que precisava de consertar a lanterna!
O sujeito fica fulo e faz sinal à sogra para ficar quieta.
- E o senhor está sem o cinto de segurança.
- Mas eu estava com ele. Eu só tirei para pegar os documentos!
- Ah, Chico, deixe disso! Você nunca usa o cinto!
O sujeito não se contém e grita para a sogra:
- CALE-SE DE UMA VEZ!
O Guarda inclina-se e pergunta à senhora:
- Ele grita sempre assim com a senhora?
Ao que ela responde:
- Não, senhor Guarda! Só quando ele bebe.
Anedotas de Polícia
Mais anedotas de Polícia
Doidos pintam parede de manicômio
Empoleirado numa escada comprida, um doido pinta uma parede do manicómio e outro serve de ajudante, segurando a escada ao pintor.
A certa altura diz o ajudante para o pintor:
- Agarra-te bem à trincha que eu vou mudar a escada.
A certa altura diz o ajudante para o pintor:
- Agarra-te bem à trincha que eu vou mudar a escada.
Alentejanos fazem um ralizito
Estão dois alentejanos sentados numa esplanada e pedem duas latas de refrigerante.
Um deles pega na sua lata, deita-a no copo e, depois, amassa a lata toda.
O outro pega na lata, sopra com força e endireita-a.
Passado um pouco, o primeiro diz:
- Compadri, tenho aí o carro do mê primo que está cá de férias. Aquilo anda mesmo… Quer ir fazer um ralizito?
E vão para uma estrada cheia de curvas, a acelerar mesmo a fundo, mas não conseguem fazer uma curva e espatifam o carro.
Um deles sai, então, do carro e começa a soprar pelo tubo de escape, e o outro pergunta:
- Atão, compadri, que está fazendo?
- É para ver se endireito o carro como a lata!
- Atão, ó compadri, está bêbado ou quê? Nã está vendo que os vidros estão partidos?
Um deles pega na sua lata, deita-a no copo e, depois, amassa a lata toda.
O outro pega na lata, sopra com força e endireita-a.
Passado um pouco, o primeiro diz:
- Compadri, tenho aí o carro do mê primo que está cá de férias. Aquilo anda mesmo… Quer ir fazer um ralizito?
E vão para uma estrada cheia de curvas, a acelerar mesmo a fundo, mas não conseguem fazer uma curva e espatifam o carro.
Um deles sai, então, do carro e começa a soprar pelo tubo de escape, e o outro pergunta:
- Atão, compadri, que está fazendo?
- É para ver se endireito o carro como a lata!
- Atão, ó compadri, está bêbado ou quê? Nã está vendo que os vidros estão partidos?
Gabinete do diretor
Estão três meninos no gabinete do diretor por se terem portado mal.
O diretor perguntou ao primeiro:
- Carlos, o que fizeste?
- Eu pintei grafites nas paredes da sala.
- Vai já imediatamente limpar essas bagunças e ficarás, como castigo, sem recreio durante uma semana. E tu, Henrique?
- Eu pus três alfinetes no assento do professor.
- Vai imediatamente pedir desculpa ao professor e ficarás, como castigo, sem recreio durante duas semanas. E tu, Filipe?
- Eu atirei o Caixote pela janela fora.
- Bem, para comparar com o que fizeram os teus amigos, isso não é grave. Não serás castigado. Agora depressa, desapareçam da minha vista e portem-se bem.
Os meninos saíram do gabinete, quando entra um quarto miúdo, coberto de pensos e ligaduras.
O diretor perguntou:
- O que te aconteceu? Como te chamas?
- Chamo-me Pedro, mas os meus amigos chamam-me Caixote por eu gostar muito de colecionar caixas!
O diretor perguntou ao primeiro:
- Carlos, o que fizeste?
- Eu pintei grafites nas paredes da sala.
- Vai já imediatamente limpar essas bagunças e ficarás, como castigo, sem recreio durante uma semana. E tu, Henrique?
- Eu pus três alfinetes no assento do professor.
- Vai imediatamente pedir desculpa ao professor e ficarás, como castigo, sem recreio durante duas semanas. E tu, Filipe?
- Eu atirei o Caixote pela janela fora.
- Bem, para comparar com o que fizeram os teus amigos, isso não é grave. Não serás castigado. Agora depressa, desapareçam da minha vista e portem-se bem.
Os meninos saíram do gabinete, quando entra um quarto miúdo, coberto de pensos e ligaduras.
O diretor perguntou:
- O que te aconteceu? Como te chamas?
- Chamo-me Pedro, mas os meus amigos chamam-me Caixote por eu gostar muito de colecionar caixas!