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Anedotas de Polícia

É tudo mentira… o que a minha sogra diz!

O Guarda manda o sujeito parar o carro.

- Os seus documentos, por favor! O senhor estava a 130 km/h e a velocidade máxima nesta estrada é 100.

- Não, senhor Guarda, eu estava a 100, com certeza. A sogra dele corrige:

- Ah, Chico, o que é isso?! Você estava a 130 ou mais!

O sujeito olha para a sogra com o rosto fervendo.

- E sua lanterna direita não está funcionando…

- A minha lanterna? Nem sabia disso. Deve ter pifado na estrada…

A sogra insiste:

- Ah, Chico, que mentira! Você estava dizendo há semanas que precisava de consertar a lanterna!

O sujeito fica fulo e faz sinal à sogra para ficar quieta.

- E o senhor está sem o cinto de segurança.

- Mas eu estava com ele. Eu só tirei para pegar os documentos!

- Ah, Chico, deixe disso! Você nunca usa o cinto!

O sujeito não se contém e grita para a sogra:

- CALE-SE DE UMA VEZ!

O Guarda inclina-se e pergunta à senhora:

- Ele grita sempre assim com a senhora?

Ao que ela responde:

- Não, senhor Guarda! Só quando ele bebe.

Mais anedotas de Polícia

Primeiro mulheres e crianças

Alta noite, um bêbado caiu numa poça de água.

Passou um polícia que tentou ajudá-lo, mas o bêbado disse:

- Salvem primeiro as mulheres e as crianças, que eu sei nadar!

O baú

O João casou-se com a Joana e no dia do casamento a Joana levou para casa um grande baú.

Pediu para que João respeitasse a sua individualidade e nunca abrisse o baú.

Durante 50 anos de casamento, o João nunca abriu o baú.

No entanto, o João não aguentou e perguntou à Joana o que tinha naquele baú.

Ela resolve mostrar o baú.

Ao abrir, João viu 60 mil euros e quatro batatas.

Curioso, perguntou porquê quatro batatas.

Ela confessa:

- De cada vez que te trai, coloquei uma batata no baú.

O João ficou furioso, mas pensou um pouco e disse para si mesmo:

- "Vou perdoar… Quatro batatas em 50 anos, significam uma traição a cada 12,5 anos."

Então ele perguntou o que significavam os 60 mil euros.

Responde a Joana:

- Sempre que o baú ficava cheio de batatas, eu vendia-as.

Fiquei com pena!

Irritado com os seus alunos, o professor lançou um desafio:

- Aqueles que se julgarem burros, façam o favor de se por de pé.

Continuaram todos sentados.

Alguns minutos depois, o Joãozinho levanta-se.

- Quer dizer que te achas burro Joãozinho? - perguntou o professor.

- Bem para dizer a verdade, não! Mas fiquei com pena de ver o senhor aí, em pé, sozinho!