O Guarda manda o sujeito parar o carro.
- Os seus documentos, por favor! O senhor estava a 130 km/h e a velocidade máxima nesta estrada é 100.
- Não, senhor Guarda, eu estava a 100, com certeza. A sogra dele corrige:
- Ah, Chico, o que é isso?! Você estava a 130 ou mais!
O sujeito olha para a sogra com o rosto fervendo.
- E sua lanterna direita não está funcionando…
- A minha lanterna? Nem sabia disso. Deve ter pifado na estrada…
A sogra insiste:
- Ah, Chico, que mentira! Você estava dizendo há semanas que precisava de consertar a lanterna!
O sujeito fica fulo e faz sinal à sogra para ficar quieta.
- E o senhor está sem o cinto de segurança.
- Mas eu estava com ele. Eu só tirei para pegar os documentos!
- Ah, Chico, deixe disso! Você nunca usa o cinto!
O sujeito não se contém e grita para a sogra:
- CALE-SE DE UMA VEZ!
O Guarda inclina-se e pergunta à senhora:
- Ele grita sempre assim com a senhora?
Ao que ela responde:
- Não, senhor Guarda! Só quando ele bebe.
Anedotas de Polícia
Mais anedotas de Polícia
Ferramentas
Chamado às pressas no meio da noite, o médico chega todo cansado à casa de um empresário, cuja esposa estava acamada.
- Com licença - diz ele, expulsando todas as pessoas do quarto. - preciso ficar só, com a paciente!
Apreensivo, o marido fica do lado de fora do quarto.
Ouve alguns barulhos estranhos, e depois de alguns minutos o médico enfia a cabeça pela porta e pergunta ao marido:
- O senhor tem um alicate?
O marido vai buscar um alicate.
A porta torna a se fechar.
Mais barulhos estranhos e alguns minutos depois, novamente a cabeça do médico aparece na soleira da porta:
- O senhor tem uma chave de fendas?
Espantado, o marido vai buscar a chave de fendas.
Passam-se mais alguns minutos:
- O senhor tem um serrote?
E o marido, desesperado:
- Serrote? O caso dela é tão grave assim?
- Ainda não sei - explica o médico - não consigo abrir a minha mala!
- Com licença - diz ele, expulsando todas as pessoas do quarto. - preciso ficar só, com a paciente!
Apreensivo, o marido fica do lado de fora do quarto.
Ouve alguns barulhos estranhos, e depois de alguns minutos o médico enfia a cabeça pela porta e pergunta ao marido:
- O senhor tem um alicate?
O marido vai buscar um alicate.
A porta torna a se fechar.
Mais barulhos estranhos e alguns minutos depois, novamente a cabeça do médico aparece na soleira da porta:
- O senhor tem uma chave de fendas?
Espantado, o marido vai buscar a chave de fendas.
Passam-se mais alguns minutos:
- O senhor tem um serrote?
E o marido, desesperado:
- Serrote? O caso dela é tão grave assim?
- Ainda não sei - explica o médico - não consigo abrir a minha mala!
Tempos
Na aula de português, pergunta o professor ao Joãozinho:
- Chovia, que tempo é?
E responde o Joãozinho:
- É tempo muito mau, senhor professor…
- Chovia, que tempo é?
E responde o Joãozinho:
- É tempo muito mau, senhor professor…
Que dores de cabeça!
Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.
O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.
O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.
Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:
- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?
O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.
Afinal de contas era o papagaio do capitão.
Então, um dia o navio afundou.
O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.
Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.
Isto continuou por vários dias.
Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:
- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?
O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.
O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.
Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:
- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?
O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.
Afinal de contas era o papagaio do capitão.
Então, um dia o navio afundou.
O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.
Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.
Isto continuou por vários dias.
Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:
- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?