O Guarda manda o sujeito parar o carro.
- Os seus documentos, por favor! O senhor estava a 130 km/h e a velocidade máxima nesta estrada é 100.
- Não, senhor Guarda, eu estava a 100, com certeza. A sogra dele corrige:
- Ah, Chico, o que é isso?! Você estava a 130 ou mais!
O sujeito olha para a sogra com o rosto fervendo.
- E sua lanterna direita não está funcionando…
- A minha lanterna? Nem sabia disso. Deve ter pifado na estrada…
A sogra insiste:
- Ah, Chico, que mentira! Você estava dizendo há semanas que precisava de consertar a lanterna!
O sujeito fica fulo e faz sinal à sogra para ficar quieta.
- E o senhor está sem o cinto de segurança.
- Mas eu estava com ele. Eu só tirei para pegar os documentos!
- Ah, Chico, deixe disso! Você nunca usa o cinto!
O sujeito não se contém e grita para a sogra:
- CALE-SE DE UMA VEZ!
O Guarda inclina-se e pergunta à senhora:
- Ele grita sempre assim com a senhora?
Ao que ela responde:
- Não, senhor Guarda! Só quando ele bebe.
Anedotas de Polícia
Mais anedotas de Polícia
O atropelamento
Certo dia estava o Zé da Boina a passar na estrada e viu um montão de pessoas todas a monte.
O Zé da Boina decidiu ir lá ver o que se passava e como não conseguia ver nada decidiu arranjar uma desculpa.
- Deixem-me passar que eu sou irmão dele!
Imaginem o seu espanto ao ver um burro morto no meio do chão!
O Zé da Boina decidiu ir lá ver o que se passava e como não conseguia ver nada decidiu arranjar uma desculpa.
- Deixem-me passar que eu sou irmão dele!
Imaginem o seu espanto ao ver um burro morto no meio do chão!
Ausências
Diz o chefe da repartição pública para a sua nova secretária particular:
- Espero que, nas minhas ausências esporádicas, a senhora não fique para aí de braços cruzados.
A funcionária:
- Ah, não senhor! Isto agora com os telemóveis nunca nos aborrecemos…
- Espero que, nas minhas ausências esporádicas, a senhora não fique para aí de braços cruzados.
A funcionária:
- Ah, não senhor! Isto agora com os telemóveis nunca nos aborrecemos…
Vamos fingir!
O padre e a freira estão viajando pelo Canadá e acabam ficando presos numa tempestade de neve.
Por sorte, encontram uma cabana abandonada e resolvem passar a noite ali mesmo.
Como só havia uma cama, o padre improvisa um colchão e deita-se no chão.
Logo ele ouve a voz da freira:
- Padre, estou com frio!
Ele levanta-se, vai até um armário, pega um cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.
- Padre, ainda estou com frio! - geme a freira.
Ele levanta-se novamente, vai até o armário, pega outro cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.
- Padre, ainda estou com muito frio! - geme a freira, pela terceira vez.
- Escuta irmã - diz ele, sem se levantar. - Eu tenho uma ideia, já que estamos aqui perdidos, a milhares de quilómetros de distância da civilização e tudo o que fizermos nessa cabana só ficará entre nós dois, que tal se fingíssemos que somos casados?
- Por mim está ótimo! - responde a freira.
- Então, levante-se dessa cama e pegue a porra do cobertor!
Por sorte, encontram uma cabana abandonada e resolvem passar a noite ali mesmo.
Como só havia uma cama, o padre improvisa um colchão e deita-se no chão.
Logo ele ouve a voz da freira:
- Padre, estou com frio!
Ele levanta-se, vai até um armário, pega um cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.
- Padre, ainda estou com frio! - geme a freira.
Ele levanta-se novamente, vai até o armário, pega outro cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.
- Padre, ainda estou com muito frio! - geme a freira, pela terceira vez.
- Escuta irmã - diz ele, sem se levantar. - Eu tenho uma ideia, já que estamos aqui perdidos, a milhares de quilómetros de distância da civilização e tudo o que fizermos nessa cabana só ficará entre nós dois, que tal se fingíssemos que somos casados?
- Por mim está ótimo! - responde a freira.
- Então, levante-se dessa cama e pegue a porra do cobertor!