O Guarda manda o sujeito parar o carro.
- Os seus documentos, por favor! O senhor estava a 130 km/h e a velocidade máxima nesta estrada é 100.
- Não, senhor Guarda, eu estava a 100, com certeza. A sogra dele corrige:
- Ah, Chico, o que é isso?! Você estava a 130 ou mais!
O sujeito olha para a sogra com o rosto fervendo.
- E sua lanterna direita não está funcionando…
- A minha lanterna? Nem sabia disso. Deve ter pifado na estrada…
A sogra insiste:
- Ah, Chico, que mentira! Você estava dizendo há semanas que precisava de consertar a lanterna!
O sujeito fica fulo e faz sinal à sogra para ficar quieta.
- E o senhor está sem o cinto de segurança.
- Mas eu estava com ele. Eu só tirei para pegar os documentos!
- Ah, Chico, deixe disso! Você nunca usa o cinto!
O sujeito não se contém e grita para a sogra:
- CALE-SE DE UMA VEZ!
O Guarda inclina-se e pergunta à senhora:
- Ele grita sempre assim com a senhora?
Ao que ela responde:
- Não, senhor Guarda! Só quando ele bebe.
Anedotas de Polícia
Mais anedotas de Polícia
Quem conseguirá?
A CIA resolveu recrutar um atirador.
Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.
Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.
- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.
Responde o francês:
- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!
- Então você não serve, responde a CIA.
Ao inglês deram as mesmas instruções.
Ele pegou na arma e entrou na sala.
Durante 5 minutos tudo muito calmo.
Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.
- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.
- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.
Chegou enfim a vez do português!
Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.
Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.
A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.
Após alguns minutos fica tudo muito calmo.
A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:
- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.
Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.
Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.
- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.
Responde o francês:
- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!
- Então você não serve, responde a CIA.
Ao inglês deram as mesmas instruções.
Ele pegou na arma e entrou na sala.
Durante 5 minutos tudo muito calmo.
Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.
- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.
- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.
Chegou enfim a vez do português!
Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.
Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.
A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.
Após alguns minutos fica tudo muito calmo.
A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:
- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.
Estupidez genética
Dois homens estão à conversa num bar:
- O meu filho é mais estúpido do que o teu!
- Não é nada! - respondeu o outro.
- Queres apostar?
- Tudo bem. Apostamos 20 euros!
- Ok. Gaspar, anda cá.
- Sim, pai.
- Toma estes 5 euros e vai ali à loja comprar uma televisão a cores.
- Está bem - respondeu o rapaz, saindo depois do bar com os 5 euros na mão.
O outro homem, por sua vez, chama o seu filho e diz-lhe:
- Tomás, vai lá a casa, num instante, e vê se eu lá estou.
- Está bem, pai - responde o filho, saindo igualmente do bar.
Os dois miúdos encontram-se na rua, por acaso, e comentam um com o outro:
- O meu pai é mais estúpido do que o teu!
- Não é nada! O meu é que é!
- Ah, sim? É que o meu pai deu-me 5 euros para comprar uma televisão a cores, e nem sequer disse qual era a cor que queria!
- Então e o meu? - continua o outro - disse-me para ir a casa ver se ele lá estava, e nem sequer me deu a chave!
- O meu filho é mais estúpido do que o teu!
- Não é nada! - respondeu o outro.
- Queres apostar?
- Tudo bem. Apostamos 20 euros!
- Ok. Gaspar, anda cá.
- Sim, pai.
- Toma estes 5 euros e vai ali à loja comprar uma televisão a cores.
- Está bem - respondeu o rapaz, saindo depois do bar com os 5 euros na mão.
O outro homem, por sua vez, chama o seu filho e diz-lhe:
- Tomás, vai lá a casa, num instante, e vê se eu lá estou.
- Está bem, pai - responde o filho, saindo igualmente do bar.
Os dois miúdos encontram-se na rua, por acaso, e comentam um com o outro:
- O meu pai é mais estúpido do que o teu!
- Não é nada! O meu é que é!
- Ah, sim? É que o meu pai deu-me 5 euros para comprar uma televisão a cores, e nem sequer disse qual era a cor que queria!
- Então e o meu? - continua o outro - disse-me para ir a casa ver se ele lá estava, e nem sequer me deu a chave!
Estava escrito!
Um polícia estava na estrada, e ao chegar ao posto onde trabalha, avista um carro andando em baixíssima velocidade.
Imediatamente ele faz sinal para o carro parar e vai falar com o motorista.
Aliás, a motorista.
É uma senhora idosa acompanhada de três amigas da mesma faixa etária.
- Não sei se a senhora sabe, mas andar devagar demais pode provocar um acidente! - adverte o guarda.
- Mas, guarda! Eu só estou obedecendo a sinalização! É assim muito estranho, só porque ninguém respeita a sinalização?
- Um minuto, senhora! - interrompe o polícia - posso saber que sinalização a senhora está a respeitar?
A velhinha não diz nada.
Só aponta para uma placa onde está escrito "EN 50".
- Mas, minha senhora… Aquela placa não indica o limite de velocidade, mas sim o número da estrada, "Estrada Nacional 50"… Olhe, eu não vou multá-la se a senhora prometer ter mais atenção, tudo bem?
- Está bem. Está bem.
- Só mais uma coisa - diz o guarda - as restantes senhoras estão bem? Elas parecem assustadas!
- Elas já vão melhorar! - responde a senhora - é que nós acabamos de sair da "EN 250".
Imediatamente ele faz sinal para o carro parar e vai falar com o motorista.
Aliás, a motorista.
É uma senhora idosa acompanhada de três amigas da mesma faixa etária.
- Não sei se a senhora sabe, mas andar devagar demais pode provocar um acidente! - adverte o guarda.
- Mas, guarda! Eu só estou obedecendo a sinalização! É assim muito estranho, só porque ninguém respeita a sinalização?
- Um minuto, senhora! - interrompe o polícia - posso saber que sinalização a senhora está a respeitar?
A velhinha não diz nada.
Só aponta para uma placa onde está escrito "EN 50".
- Mas, minha senhora… Aquela placa não indica o limite de velocidade, mas sim o número da estrada, "Estrada Nacional 50"… Olhe, eu não vou multá-la se a senhora prometer ter mais atenção, tudo bem?
- Está bem. Está bem.
- Só mais uma coisa - diz o guarda - as restantes senhoras estão bem? Elas parecem assustadas!
- Elas já vão melhorar! - responde a senhora - é que nós acabamos de sair da "EN 250".