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Anedotas de Idosos

Um voo aterrorizador

Numa terra no meio do deserto havia um aeroporto com apenas uma ligação à cidade principal.

Por ser uma terra pequena só havia dois pilotos disponíveis para essa ligação, o problema é que estes pilotos eram já idosos e usavam uma pala num olho e bengala, por isso, sempre que entravam no avião no início dos voos, os passageiros acabavam sempre por pensar que era uma piada.

Na porta do avião havia placas que acendiam conforme a situação do voo no início da descolagem que diziam: "500 metros para o fim da pista", "200 metros para o fim da pista", "100 metros para o fim da pista", e finalmente "20 metros para o fim da pista" acabando por fazer os passageiros gritarem:

- Ahhhhhhhhhhhh!

E mesmo no fim da pista o avião acaba por levantar e os passageiros suspiram de alívio.

Na cabine o piloto exclama para o outro:

- Quando eles deixarem de gritar ficamos lixados!

Mais anedotas de Idosos

Alvoroço a bordo

Um português vai no voo de Lisboa para Nova Iorque quando de repente se dá um tremendo alvoroço a bordo.

O homem no lugar ao lado do seu começa a gritar:

- Fogo! Fogo!

O português continua calmamente a ver o seu filmezito.

O homem no lugar ao lado grita-lhe:

- Você é surdo? Há fogo a bordo!

- E eu quero lá saber! O avião não é meu!

Quem conseguirá?

A CIA resolveu recrutar um atirador.

Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.

Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.

- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.

Responde o francês:

- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!

- Então você não serve, responde a CIA.

Ao inglês deram as mesmas instruções.

Ele pegou na arma e entrou na sala.

Durante 5 minutos tudo muito calmo.

Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.

- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.

- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.

Chegou enfim a vez do português!

Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.

Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.

A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.

Após alguns minutos fica tudo muito calmo.

A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:

- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.

Filhos sem nada para comer

Havia uma família em que o marido chegava a casa e os filhos estavam todos a chorar com fome.

E a mulher dizia sempre assim:

- Então Joaquim, o que trouxestes hoje para a gente comer?

- Não trouxe nada!

- Então os miúdos estão a chorar com fome?!

- Espera aí, que eu vou já resolver! Chama lá o mais pequeno!

Ele puxa uma cadeira, põe o miúdo ao colo e diz:

- Então filho?! O que é que dizias agora a um bife com batatas fritas?

- Aí, meu pai! Era tão bom!

- Ah, então depois uma sopa assim bem quentinha?!

- Aí, era uma maravilha!

- Ah, e depois da sopa assim um gelado?!

O miúdo não disse nada.

O homem, ao ver que este já estava a dormir diz:

- Maria, traz-me o outro que este já jantou!